A matriz elétrica brasileira deverá registrar um aumento de 9,14 GW de potência instalada em 2026, com predominância das fontes renováveis, segundo projeção divulgada nesta terça-feira (13) pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica).
O volume representa um crescimento de 23,4% em relação a 2025, quando o sistema elétrico nacional incorporou 7,40 GW a partir da entrada em operação comercial de 136 usinas de geração centralizada.
Nesse período, a energia solar teve papel de destaque, com 63 novos empreendimentos e 2,81 GW de potência adicionada. Também entraram em operação no período 15 termelétricas (2,50 GW); 43 plantas eólicas (1,82 GW); 11 pequenas centrais hidrelétricas (199,34 MW), além de uma hidrelétrica (50 MW) e três centrais geradoras hidrelétricas (6,70 MW).
Para 2026, a expectativa é de um maior protagonismo ainda maior da energia solar. Segundo a ANEEL, o país deverá adicionar 4,56 GW em novas usinas fotovoltaicas centralizadas, volume superior ao previsto para as termelétricas (2,77 GW) e usinas eólicas (1,43 GW). A projeção inclui ainda cerca de 362 MW provenientes de empreendimentos de biomassa e fontes hídricas.
Matriz elétrica segue majoritariamente renovável
De acordo com dados do SIGA (Sistema de Informações de Geração da ANEEL), atualizados diariamente, o Brasil iniciou janeiro de 2026 com 215,9 GW de potência operacional em usinas centralizadas, majoritariamente conectadas ao SIN (Sistema Interligado Nacional). Desse total em operação, 84,63% da capacidade instalada é proveniente de fontes renováveis.
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