O Banco Mundial aprovou um financiamento de US$ 100 milhões com o objetivo de ampliar o acesso à eletricidade para mais de um milhão de pessoas que ainda vivem sem serviços básicos de energia na Amazônia Legal, região que abrange nove estados e cerca de 60% do território brasileiro.
Os recursos integram um projeto voltado à expansão da geração por fontes renováveis e à redução dos custos de energia.
O investimento total previsto é de US$ 627,75 milhões, sendo US$ 400 milhões de contrapartida do governo brasileiro, US$ 125 milhões provenientes de financiamento privado e uma doação de US$ 2,75 milhões do ESMAP (Programa de Assistência à Gestão do Setor de Energia), destinada à assistência técnica, além dos US$ 100 milhões do Banco Mundial.
A operação será implementada pelo Banco da Amazônia, responsável por canalizar os recursos e estruturar os projetos em conjunto com as concessionárias locais. A expectativa é que a substituição gradual da geração a diesel por fontes renováveis nos sistemas isolados gere economias relevantes, além de ganhos ambientais.
O projeto também contempla melhorias na infraestrutura de distribuição e iniciativas de eficiência energética, reforçando a confiabilidade do fornecimento nas regiões atendidas.
“A Amazônia Legal possui imenso potencial para a transição energética, onde sistemas isolados atualmente dependentes de diesel podem, cada vez mais, adotar fontes renováveis e sustentáveis, reduzindo os custos de eletricidade para os consumidores em todo o país”, afirmou Cécile Fruman, diretora do Banco Mundial para o Brasil.
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