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Início / Notícias / Mercado & Investimentos / Brasileiros desconfiam das distribuidoras e querem renováveis, mas esbarram na falta de informação

Brasileiros desconfiam das distribuidoras e querem renováveis, mas esbarram na falta de informação

Informações fazem parte de um estudo realizado pela plataforma LUZ em parceria com a consultoria Futuros Possíveis
Acompanhe pelo Whatsapp
  • Foto de Henrique Hein Henrique Hein
  • 22 de julho de 2025, às 15:16
3 min 23 seg de leitura
Canal Solar - Brasileiros desconfiam das distribuidoras e querem energia renovável, mas esbarram na falta de informação
Foto: Canva

A energia renovável já é desejo da maioria dos brasileiros, mas ainda está longe de fazer parte da rotina da população. Segundo a pesquisa inédita Futuro da Energia, realizada pela plataforma LUZ em parceria com a consultoria Futuros Possíveis, cerca de 86% dos entrevistados dizem querer alternativas à distribuidora tradicional.

No entanto, 84% afirmam saber pouco ou nada sobre fontes limpas, como solar ou eólica. O levantamento aponta que os principais entraves são a desinformação, o acesso desigual e a falta de soluções simples.

A economia é o maior incentivo: 77% dos entrevistados adotariam energia renovável se ela representasse uma redução nos custos. Já a preocupação com o meio ambiente aparece em segundo plano — apenas 21% se dizem incomodados com o desperdício de energia por razões sustentáveis.

Mesmo com a motivação financeira, poucos colocam planos em prática. Apenas 17% buscaram alternativas nos últimos 12 meses, como a instalação de painéis solares ou adesão a projetos coletivos.

A pesquisa também revela uma desconexão entre o desejo por inovação e o comportamento do consumidor. Apenas 13% monitoram ativamente seu consumo de energia — seja por meio de aplicativos, dispositivos conectados ou análise da conta mensal.

Apesar dos avanços em digitalização em áreas como finanças e mobilidade, o consumo de energia segue sendo um dos setores mais analógicos da vida cotidiana dos brasileiros.

“Existe um consenso de que a energia limpa é uma alternativa viável. O problema é que o consumidor não sabe por onde começar. Falta informação clara, orientação técnica e soluções descomplicadas que ajudem a dar o primeiro passo”, afirma Luiza Pinto, COO da LUZ.

Tecnologia ainda engatinha no consumo de energia

A pesquisa também mostra que 45% dos brasileiros consideram adotar dispositivos inteligentes nos próximos dois anos, número que sobe para 52% entre jovens de 25 a 29 anos. No entanto, 32% afirmam que não pretendem adotar nenhuma tecnologia de economia de energia no curto prazo.

Enquanto isso, 62% seguem apostando em mudanças de hábito como principal forma de economia: desligar aparelhos da tomada (60%), aproveitar mais a luz natural (46%) e reduzir o uso de eletrodomésticos como ferro e máquina de lavar (46%). Apenas 18% investiram em equipamentos mais eficientes e só 12% buscaram mudanças estruturais, como geração própria de energia.

Outro desafio estrutural apontado pela pesquisa é o de que só 13% dos entrevistados adaptaram suas residências para comportar o aumento do uso de eletrônicos. Apesar disso, 32% pretendem instalar painéis solares ou outras fontes alternativas; 30% querem priorizar aparelhos com maior eficiência energética e 24% pensam em adotar sistemas inteligentes de gerenciamento.

Baixo nível de confiança nas distribuidoras

O estudo também revela um nível baixo de confiança nas distribuidoras de energia. Apenas 10% confiam totalmente nas empresas fornecedoras, e 25% dizem confiar pouco ou nada. Mesmo assim, a maioria ainda não vê alternativas viáveis.

“A contradição entre o interesse e a baixa adesão mostra que a transição energética ainda depende menos de vontade e mais de acesso à informação, simplicidade e educação”, reforça Luiza.

A pesquisa Futuro da Energia foi realizada com 2.089 consumidores brasileiros, com 25 anos ou mais, responsáveis pelo pagamento da conta de energia, entre os dias 14 de março e 2 de abril de 2025. A margem de erro é de 2,1 pontos percentuais.

Principais destaques do estudo:

  • 86% dos brasileiros gostariam de ter alternativas à distribuidora tradicional;
  • 84% dizem entender pouco ou nada sobre fontes renováveis;
  • Apenas 13% monitoram ativamente seu consumo de energia;
  • Só 17% buscaram fontes alternativas no último ano;
  • 77% afirmam que a economia é o principal motivador para adotar energia limpa;
  • 45% consideram adquirir dispositivos inteligentes nos próximos dois anos;

Sobre a LUZ

A plataforma LUZ pertence ao Grupo Delta Energia e tem como missão simplificar o acesso à energia renovável por meio de atendimentos para residências e pequenos comércios no modelo de GD (geração distribuída), e também grandes empresas e indústrias no Mercado Livre de Energia.

Todo o conteúdo do Canal Solar é resguardado pela lei de direitos autorais, e fica expressamente proibida a reprodução parcial ou total deste site em qualquer meio. Caso tenha interesse em colaborar ou reutilizar parte do nosso material, solicitamos que entre em contato através do e-mail: redacao@canalsolar.com.br.

Distribuidoras de energia energias renováveis GD (geração distribuída) indicadores
Foto de Henrique Hein
Henrique Hein
Atuou no Correio Popular e na Rádio Trianon. Possui experiência em produção de podcast, programas de rádio, entrevistas e elaboração de reportagens. Acompanha o setor solar desde 2020.
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Uma resposta

  1. Marcelo disse:
    28 de julho de 2025 às 11:03

    Parabéns pela reportagem Henrique. Eu também trabalho com Geração distribuída aonde atendemos o consumidor a partir de 100kwh quilowatts de energia contratada sem custos do serviço em mais de 10 Estados Brasileiros e vejo que ainda a maior desconfiança não é nem no nosso serviço e sim em suas Distribuidoras locais, leituras etc…Estamos buscando parceiros para nosso projeto. Interessados chamar watts 51984863327.

    Responder

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A pesquisa, realizada nas últimas semanas com entrevistados de todas as regiões do país, também indica que 95% da população vivenciou pelo menos uma interrupção no fornecimento de energia no último ano. Entre os entrevistados, cerca de 38% relataram ter enfrentado entre três e cinco quedas de energia, enquanto 13% disseram ter passado por mais de dez ocorrências de blecautes no mesmo período. Impactos no dia a dia As interrupções no fornecimento de energia afetam diretamente a rotina da população. De acordo com o levantamento, 68% dos entrevistados apontaram a interrupção no trabalho como um dos principais impactos. Outros efeitos citados foram a suspensão de atividades de lazer ou entretenimento (58%) e a dificuldade para realizar tarefas domésticas (56%). Diante das falhas no fornecimento, muitos brasileiros recorrem a soluções improvisadas. O estudo indica que 81% das pessoas utilizam fontes alternativas de iluminação, como velas e lanternas, durante os apagões. “A falta de energia não é apenas um incômodo para a população, ela pode trazer prejuízos consideráveis para famílias e empresas. A paralisação do trabalho, além da perda de alimentos e aparelhos eletrônicos, são apenas alguns dos prejuízos”, disse Patrick von Schaaffhausen, CEO da Descarbonize Soluções.

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