12, 13 e 14 de março de 2026​

Imersão Escale com Energia

O método que vai guiar a transformação da sua empresa

Quero escalar meu negócio
  • qui, 29 janeiro, 2026
Facebook X-twitter Instagram Youtube Linkedin Spotify
  • GC Solar: 17,95 GW
  • GD Solar: 41,3 GW
  • Módulos TOPCon: US$ 0,088/W
  • Células P-Type: US$ 0,034/W
  • Células N-Type: US$ 0,032/W
  • Módulos HJT: US$ 0,10/W
  • N-Type Wafer: US$ 0,128 /pç
  • Polissilício: US$ 19,00 /kg
  • GC Solar: 17,95 GW
  • GD Solar: 41,3 GW
  • Módulos TOPCon: US$ 0,088/W
  • Células P-Type: US$ 0,034/W
  • Células N-Type: US$ 0,032/W
  • Módulos HJT: US$ 0,10/W
  • N-Type Wafer: US$ 0,128 /pç
  • Polissilício: US$ 19,00 /kg
  • Anuncie aqui
  • Sobre nós
  • Expediente
  • Notícias
    • Armazenamento de energia
    • Mercado e Preços
    • Investimentos & Negócios
    • Política e Regulação
  • Artigos
    • Baterias
    • Artigo de Opinião
  • Renováveis
  • Latam
  • Blog
  • Empresas de energia solar
  • Integradores
  • Revista
    • Revista Canal Solar
    • Revista Conecta
  • Eventos
  • Vídeos
  • Veículos Elétricos
  • Consultoria
  • Cursos
  • Notícias
    • Armazenamento de energia
    • Mercado e Preços
    • Investimentos & Negócios
    • Política e Regulação
  • Artigos
    • Baterias
    • Artigo de Opinião
  • Renováveis
  • Latam
  • Blog
  • Empresas de energia solar
  • Integradores
  • Revista
    • Revista Canal Solar
    • Revista Conecta
  • Eventos
  • Vídeos
  • Veículos Elétricos
  • Consultoria
  • Cursos
  • Notícias
    • Brasil
    • Mundo
    • Tecnologia e Inovação
  • Artigos
    • Técnicos
    • Opinião
  • Renováveis
  • Latam
  • Blog
  • Empresas de energia solar
  • Integradores
  • Revista
    • Revista Conecta
  • Eventos
  • Vídeos
  • Quem Somos
  • Anuncie Aqui
  • CS Consultoria
  • Canal VE
  • Cursos
  • Notícias
    • Brasil
    • Mundo
    • Tecnologia e Inovação
  • Artigos
    • Técnicos
    • Opinião
  • Renováveis
  • Latam
  • Blog
  • Empresas de energia solar
  • Integradores
  • Revista
    • Revista Conecta
  • Eventos
  • Vídeos
  • Quem Somos
  • Anuncie Aqui
  • CS Consultoria
  • Canal VE
  • Cursos
Início / Notícias / Mercado e Preços / As únicas 6 cidades brasileiras onde a energia solar distribuída ainda não chegou

As únicas 6 cidades brasileiras onde a energia solar distribuída ainda não chegou

Levantamento do Canal Solar revela os municípios e os fatores por trás desse cenário
Acompanhe pelo Whatsapp
  • Foto de Henrique Hein Henrique Hein
  • 29 de janeiro de 2026, às 12:48
6 min 26 seg de leitura
Canal Solar - As 6 cidades brasileiras onde a energia solar distribuída ainda não chegou
Vista aérea da cidade de Atalaia do Norte (AM). Foto: Secom/Divulgação

A energia solar distribuída avançou de forma tão acelerada no Brasil que hoje é difícil caminhar pelas ruas das cidades sem encontrar ao menos um sistema fotovoltaico instalado em uma residência, comércio ou propriedade rural.

Contudo, mesmo em um país onde essa fonte já se consolidou como alternativa econômica e ambiental, ainda existem municípios completamente fora do mapa da GD (geração distribuída) solar.

O Canal Solar foi em busca dessa informação e identificou, com base em dados oficiais da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), que apenas seis cidades brasileiras seguem sem nenhum sistema de GD solar instalado.

O dado chama atenção não apenas pelo número reduzido, mas também pelo contexto: o Brasil conta atualmente com 5.569 municípios oficialmente reconhecidos. 

Para fins estatísticos, o IBGE também inclui Brasília (DF) e Fernando de Noronha (PE), que não são municípios, mas aparecem em algumas bases de dados, elevando esse total para 5.571 localidades analisadas.

Onde estão essas cidades?

À primeira vista, os nomes das seis cidades que não possuem energia solar distribuída podem soar pouco familiares e isso não é coincidência. 

Todas são localidades pequenas, situadas fora dos grandes centros econômicos, e apresentam características sociais, econômicas e geográficas que ajudam a explicar por que a energia solar ainda não conseguiu chegar até elas.

As seis cidades estão localizadas em apenas dois estados: Rio Grande do Norte e Amazonas. A seguir, conheça o perfil de cada uma delas e os fatores que ajudam a explicar a ausência da GD solar. 

Rio Grande do Norte

Lajes Pintadas (RN)

  • População estimada: 4,9 mil habitantes
  • Localização: Agreste Potiguar
Praça central de Lajes Pintadas (RN). Foto: Câmara Municipal/Divulgação

Lajes Pintadas (RN) é um pequeno município cuja economia está fortemente baseada na agricultura familiar, pecuária de subsistência, pequenos comércios e serviços públicos. 

A renda média da população está entre as mais baixas do estado, o que limita a capacidade de investimento em tecnologias como a energia solar. Além disso, o município apresenta baixo dinamismo econômico e pouca atratividade comercial, o que reduz a presença de empresas integradoras atuando na região.

Outro fator relevante é o acesso restrito ao crédito estruturado, sobretudo para famílias de baixa renda e pequenos produtores rurais, o que dificulta a viabilização financeira dos sistemas solares.

Venha-Ver (RN)

  • População estimada: 7,9 mil habitantes
  • Localização: Alto Oeste Potiguar, na divisa com a Paraíba
Serra do Coqueiro, no município de Venha-Ver (RN). Foto: Secom/Divulgação

Venha-Ver (RN) é um dos municípios mais novos do Rio Grande do Norte e possui perfil fortemente rural, com economia baseada na agropecuária, comércio local e transferências governamentais.

A cidade apresenta baixa arrecadação municipal, mercado consumidor reduzido e limitada presença de empresas integradoras, que se concentram em polos regionais como Alexandria e São Miguel.

Esse distanciamento acaba tornando a cidade pouco atrativa do ponto de vista operacional. Somado a isso, o baixo poder aquisitivo da população e a dificuldade de acesso a financiamentos competitivos reduzem ainda mais a demanda local por sistemas solares.

Amazonas

Diferentemente do Rio Grande do Norte, onde os entraves são majoritariamente socioeconômicos, no Amazonas o principal desafio para a expansão da GD solar é logístico.

As quatro cidades amazonenses da lista estão localizadas em regiões extremamente remotas, com acesso predominantemente fluvial, longas distâncias até os centros urbanos e infraestrutura limitada.

Nessas condições, transportar módulos, inversores, estruturas e mão de obra técnica se torna uma operação complexa, cara e demorada – o que eleva significativamente o custo final dos projetos.

Amaturá (AM)

  • População estimada: 11,5 mil habitantes
  • Localização: Alto Solimões
Orla de Amaturá (AM) com vista para os prédios históricos da cidade. Foto: Secom/Divulgação

Amaturá (AM) está situada a mais de 900 km de Manaus (AM) por via fluvial. O acesso ocorre quase exclusivamente por embarcações, em viagens que podem durar de três a cinco dias, dependendo do tipo de barco e das condições do rio.

Esse isolamento impõe custos logísticos elevados, tanto para o transporte de equipamentos quanto para a mobilização de equipes técnicas. Além disso, o município apresenta infraestrutura urbana limitada, com baixa disponibilidade de serviços e mão de obra capacitada para instalação e manutenção de sistemas solares.

Outro fator relevante é que grande parte da população depende de programas sociais e atividades econômicas de subsistência, o que restringe ainda mais a capacidade de investimento em geração própria.

Atalaia do Norte (AM)

  • População estimada: 15,3 mil habitantes
  • Localização: Vale do Javari, fronteira com o Peru
Atalaia do Norte é uma das cidades mais isoladas do Brasil. Foto: Secom/Divulgação

Atalaia do Norte (AM) é considerada uma das cidades mais isoladas do Brasil. O município só é acessível por via fluvial ou aérea, com custo elevado e baixa frequência de transporte.

A região abriga uma das maiores concentrações de terras indígenas do país, além de comunidades ribeirinhas e áreas de proteção ambiental. Esse contexto cria restrições operacionais, ambientais e logísticas, que tornam os projetos solares mais complexos do ponto de vista técnico e regulatório.

Para integradores, isso significa alto risco operacional, elevado custo logístico e baixo retorno financeiro, o que reduz drasticamente o interesse comercial pela região.

Santo Antônio do Içá (AM)

  • População estimada: 28,2 mil habitantes
  • Localização: Alto Solimões
Energia em Santo Antônio do Içá (AM) ainda depende de térmicas. Foto: Redes Sociais/Reprodução

Situado às margens do Rio Solimões, Santo Antônio do Içá (AM) apresenta acesso praticamente exclusivo por via fluvial, além de infraestrutura urbana limitada.

O fornecimento de energia na região ainda depende fortemente de sistemas térmicos movidos a diesel, que operam em sistemas isolados. Isso cria desafios adicionais para a integração da geração distribuída, tanto do ponto de vista técnico quanto regulatório.

Além disso, os altos custos logísticos, somados ao baixo poder aquisitivo da população, tornam os projetos solares economicamente menos atrativos para integradores privados, que enfrentam dificuldade em estruturar operações sustentáveis na localidade.

São Paulo de Olivença (AM)

  • População estimada: 35,4 mil habitantes
  • Localização: Alto Solimões
Igreja Matriz de São Paulo Apóstolo, em São Paulo de Olivença (AM). Foto: Camilo Jaílton

Mesmo sendo o maior município da lista, São Paulo de Olivença (AM) enfrenta desafios semelhantes aos demais da região: isolamento geográfico, alto custo de transporte, dificuldades de acesso ao crédito e baixa presença de empresas integradoras.

Atualmente, praticamente não há empresas solares com base operacional permanente na cidade. A maioria dos serviços depende de deslocamento desde municípios maiores, como Tabatinga ou Tefé, o que encarece os projetos e reduz sua competitividade econômica.

Além disso, o mercado local ainda não apresenta escala suficiente para sustentar uma cadeia contínua de serviços solares, o que dificulta a consolidação da tecnologia na região.

Todo o conteúdo do Canal Solar é resguardado pela lei de direitos autorais, e fica expressamente proibida a reprodução parcial ou total deste site em qualquer meio. Caso tenha interesse em colaborar ou reutilizar parte do nosso material, solicitamos que entre em contato através do e-mail: redacao@canalsolar.com.br.

ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) GD (geração distribuída) municípios brasileiros
Foto de Henrique Hein
Henrique Hein
Atuou no Correio Popular e na Rádio Trianon. Possui experiência em produção de podcast, programas de rádio, entrevistas e elaboração de reportagens. Acompanha o setor solar desde 2020.
AnteriorAnterior
PróximoPróximo

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Os comentários devem ser respeitosos e contribuir para um debate saudável. Comentários ofensivos poderão ser removidos. As opiniões aqui expressas são de responsabilidade dos autores e não refletem, necessariamente, a posição do Canal Solar.

Notícias do Canal Solar no seu E-mail

Relacionados

Canal Solar - Enphase encerra operações locais no Brasil e transfere suporte para atendimento internacional

Enphase muda estratégia e encerra operação local no Brasil

Associações do setor criticam diretrizes do BNB para financiamento de equipamentos solares

Associações criticam diretrizes do BNB para financiamento de equipamentos solares

Mais Notícias

Ver Mais
GD solar ultrapassa 7 milhões de unidades consumidoras no Brasil
  • 28 de janeiro, 2026
Foto de Henrique Hein
Henrique Hein

GD solar ultrapassa 7 milhões de unidades consumidoras no Brasil

Fé, energia e mercado: os limites legais da energia por assinatura
  • 28 de janeiro, 2026
Foto de Marina Meyer Falcão
Marina Meyer Falcão

Fé, energia e mercado: os limites legais da energia por assinatura

Papo Solar discute cenário da GD em 2026 no episódio 163
  • 28 de janeiro, 2026
Foto de Raphael Guerra
Raphael Guerra

Papo Solar discute cenário da GD em 2026 no episódio 163

É um canal de notícias e informações sobre o setor de energia solar fotovoltaica. O conteúdo do canal é protegido pela lei de direitos autorais. É proibida a reprodução parcial ou total deste site em qualquer meio.

Facebook X-twitter Instagram Youtube Linkedin Spotify

Mapa do Site

Categorias

  • Notícias
  • Artigos
  • Entrevistas
  • Guia do Consumidor
  • Colunistas
  • Projetos
  • Brasil
  • Mundo
  • Artigos Técnicos
  • Artigos de Opinião
  • Artigos do Fabricante
  • Setor Elétrico
  • Licitações
  • Produtos

Canais

  • Sobre Nós
  • Contato
  • Trabalhe conosco
  • Privacidade
  • Expediente
  • Anuncie aqui

Associação e certificações

Copyright © 2025 Canal Solar, todos os direitos reservados. CNPJ: 29.768.006/0001-95 Endereço: Edificio José Maurício – Av. Mackenzie, 1835 – Andar 3, – Vila Brandina, Campinas – SP, 13092-523

Nós usamos cookies para tornar sua experiência neste site melhor Saiba mais sobre os cookies que utilizamos ou desligue nas suas .

Receba as últimas notícias

Assine nosso boletim informativo semanal

Canal Solar
Powered by  GDPR Cookie Compliance
Privacidade

Este site usa cookies para que possamos fornecer a melhor experiência de usuário possível. As informações de cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.

Cookies estritamente necessários

Strictly Necessary Cookie should be enabled at all times so that we can save your preferences for cookie settings.

Cookies para terceiros

This website uses Google Analytics to collect anonymous information such as the number of visitors to the site, and the most popular pages.

Keeping this cookie enabled helps us to improve our website.