A conta de luz está entre os principais fatores de inadimplência no Brasil. Dados da Serasa mostram que as dívidas classificadas como utilities, que englobam principalmente tarifa de energia e água, fecharam 2025 representando 22,1% do total da inadimplência no país, ficando atrás apenas de bancos e cartões de crédito (26,1%).
No mês anterior, em novembro, esse percentual foi de 21,9% – indicando estabilidade em um patamar elevado. Na prática, isso significa que mais de um quinto das dívidas dos brasileiros está ligado a serviços básicos, com destaque para a energia elétrica.
O dado confirma um comportamento estrutural do mercado: o setor de utilities historicamente oscila entre 21% e 24% da representatividade total das dívidas, conforme o Mapa da Inadimplência e Renegociação de Dívidas no Brasil, levantamento mensal da Serasa.
Atualmente, o país contabiliza 81,2 milhões de pessoas inadimplentes, o que reforça a dimensão social do problema. Esse cenário evidencia a importância de soluções estruturais para a redução da conta de energia, como eficiência energética e geração própria, especialmente em um contexto de renda pressionada e aumento do custo de vida.
A relevância da conta de luz também se manifesta no volume absoluto de débitos, reflexo direto dos reajustes tarifários acumulados e dos efeitos da inflação sobre os custos essenciais. Nesse contexto, a energia solar tem se mostrado uma alternativa concreta de alívio financeiro.
O Canal Solar já contou diversas histórias de consumidores que adotaram sistemas fotovoltaicos residenciais e, além de reduzirem significativamente a conta de luz, conseguiram reorganizar o orçamento familiar, concluir reformas em casa, investir no próprio negócio e até manter o plano de saúde em dia com a economia gerada pela geração própria de energia.

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