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Início / Artigos / Artigo Técnico / Estudo de viabilidade financeira BESS vs Diesel

Estudo de viabilidade financeira BESS vs Diesel

Métricas financeiras e análise de viabilidade: como medir o retorno de investimentos em energia
Acompanhe pelo Whatsapp
  • Foto de Thiago Farias Thiago Farias
  • 28 de outubro de 2025, às 09:03
3 min 11 seg de leitura
Foto: Freepik
Artigo publicado na Revista Canal Solar – Vol. 6, Nº 6, Outubro/2025

Com colaboração de Geraldo Silveira

Como se trata de um assunto recente no setor solar e com cada vez mais recorrência nas rodas de investimentos é importante estarmos por dentro de todas as nuances envolvidas nesse tipo de projeto.

Dessa forma, antes de nos aprofundarmos na comparação financeira entre o uso do BESS e dos geradores diesel, é de extrema importância nos atentar aos temas que estão correlacionados a esse tema pois servirão de base para entendermos as premissas para o retorno financeiro.

Assim sendo, na primeira parte deste artigo, para nivelar o conhecimento, serão abordados tópicos sobre a tarifação de consumidores do mercado cativo, uso de sistemas diesel, sistemas com armazenamento de energia e métricas de retorno financeiro.

Sistema de tarifação de clientes do mercado cativo

O sistema de tarifação de clientes do mercado brasileiro é dividido em dois tipos de consumidores, que são denominados como consumidores do ambiente de contratação livre e consumidores de contratação regulada.

O foco deste artigo são clientes do mercado cativo do Grupo A. Dessa forma, para que o artigo não se torne extremamente extenso, faremos apenas as considerações relacionadas a esse tipo de consumidor.

As modalidades tarifárias do mercado brasileiro para os clientes cativos são definidas pela Resolução Normativa ANEEL n° 1000/2021 e no Módulo 7 dos Procedimentos de Regulação Tarifária – Proret.

Consumidores do Grupo A: com exceção de clientes da rede de distribuição subterrânea, que são denominados como clientes do tipo AS, os clientes do grupo A são aqueles atendidos com tensão superior a 2.3 kV. Sendo estes subdivididos conforme seu nível de tensão:

  • Subgrupo A1: tensão maior ou igual a 230 kV;
  • Subgrupo A2: tensão maior ou igual a 88 kV e menor ou igual a 138 kV;
  • Subgrupo A3: tensão igual a 69 kV;
  • Subgrupo A3a: tensão maior ou igual a 30 kV e menor ou igual a 44 kV;
  • Subgrupo A4: tensão maior ou igual a 2,3 kV e menor ou igual a 25 kV.

Para esses clientes, são cobrados valores referentes à demanda de potência e ao consumo de energia. Será convencionado nesse artigo que o termo “energia” no contexto de tarifação está incluso nos valores, a tarifação do uso do sistema de distribuição/transmissão (TUSD/TUST) e tarifação do uso de energia elétrica (TE).

O faturamento de energia nesses consumidores é definido conforme subgrupo tarifário e posto tarifário.

Com relação ao posto tarifário, esses clientes são tarifados pelo consumo em posto tarifário de ponta – período diário de 3 horas consecutivas, com exceção feita aos sábados, domingos e feriados nacionais – e posto tarifário fora de ponta – período diário composto pelas horas consecutivas e complementares ao horário de ponta.

Devido à alta demanda de energia no sistema de distribuição de energia no horário de ponta, o consumo de energia nesse posto tarifário é mais dispendioso, se comparado ao consumo de energia no posto tarifário fora de ponta. Entrando na seara dos tipos de subgrupos tarifários, são definidos dois subgrupos:

  • Tarifação Horária Azul: disponibilizado para os todos os subgrupos tarifários do grupo A, com tarifas diferenciadas de consumo de energia e demanda de potência conforme posto tarifário. Vale lembrar que esse cliente precisa solicitar dois valores de demanda;
  • Tarifação Horária Verde: disponibilizada apenas para os consumidores A3a, A4 e AS, com tarifas diferenciadas de consumo de energia conforme posto tarifário e uma única tarifa de demanda de potência.

Clique aqui para baixar a revista e ler o artigo completo.

As opiniões e informações expressas são de exclusiva responsabilidade do autor e não obrigatoriamente representam a posição oficial do Canal Solar.

BESS (Battery Energy Storage System) gerador a diesel Grupo A Revista Canal Solar Revista Canal Solar Vol. 6 | Nº 6
Foto de Thiago Farias
Thiago Farias
Engenheiro da CS Consultoria e professor dos cursos de armazenamento e de usinas do Canal Solar, é graduado em Engenharia Elétrica pela FEI. Especialista em projetos elétricos, com ênfase em projetos executivos de usinas fotovoltaicas, possui experiência em estudos de proteção para subestações, projetos em média e baixa tensão, projetos de aterramento, análise de performance de geração, simulação e modelagem de usinas fotovoltaicas, análise regulatória para geração distribuída e estudos de viabilidade financeira.
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Respostas de 2

  1. Hilton Ferrreira Magalhães disse:
    29 de outubro de 2025 às 16:55

    Prezados, não tenho a menor dúvida que o uso de baterias para a armazenagem de energia traz muito boas vantagens técnicas e econômica no tange ao sistema de backup a gerador diesel no sentido lato sensu do Capex e do Opex. Caso seja imprescindível a não interrupção de energia elétrica, como por exemplo, trabalho em home office, poder-se-á opta por sistema híbrido, embora exige maior investimmento mas, o benfício para esse tipo de uso pode ser compensado financeiramente ao longo do tempo. Engenheiro, professor, mestre em ciências de engenharia elétrica, projetista em geraçao solar, eficiência energética e estação de carregamento de veículos elétricos, inclusive com carport.

    Responder
  2. Wagner Lapa Pinheiro disse:
    29 de outubro de 2025 às 09:26

    Parabéns pela publicação. Estudo de caso bem sucinto e que serve de base para decisões. Abraços

    Responder

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