Janeiro de 2026 marcou uma nova escalada na instabilidade do cenário geopolítico internacional. A intensificação das tensões na Venezuela, com a captura de uma liderança política ligada ao regime e o agravamento das disputas internas, reacendeu discussões sobre sanções e segurança energética.
Paralelamente, declarações dos Estados Unidos envolvendo a Groenlândia, território estratégico pela sua posição no Ártico e pelo potencial mineral, ampliaram ruídos diplomáticos em meio à crescente disputa por recursos naturais e rotas comerciais.
Mas embora distintos, esses episódios evidenciam um movimento mais amplo: energia, minerais estratégicos e controle territorial, voltaram a ocupar posição central nas disputas econômicas, tecnológicas, estratégicas entre as grandes potências.
Em entrevista ao Canal Solar, Jorge Ferreira dos Santos Filho, professor de Administração da ESPM e Senior Advisor em Negócios Internacionais no Banco do Brasil, esclareceu que esse reposicionamento é resultado da combinação de dinâmicas simultâneas que vêm redefinindo o panorama internacional nos últimos anos.
O primeiro fator é a permanência dos conflitos armados como vetores diretos de volatilidade energética. A guerra entre Rússia e Ucrânia, iniciada em 2022, é citada como exemplo emblemático.
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