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Início / Notícias / Mercado & Investimentos / PDE 2035 projeta salto de solar, eólica e baterias com R$ 3,5 tri em investimentos

PDE 2035 projeta salto de solar, eólica e baterias com R$ 3,5 tri em investimentos

Consulta pública do MME e EPE reúne minuta do plano decenal e estudo estratégico até 2055
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  • Foto de Antonio Carlos Sil Antonio Carlos Sil
  • 17 de fevereiro de 2026, às 10:26
3 min 42 seg de leitura
PDE 2035 projeta salto de solar, eólica e baterias com R$ 3,5 tri em investimentos
Foto: Freepik

A expansão das fontes renováveis deve seguir como principal vetor do setor elétrico brasileiro na próxima década. A minuta do PDE 2035 (Plano Decenal de Expansão de Energia 2035) prevê crescimento expressivo da geração eólica e solar até 2035, incluindo um avanço acelerado da MMGD (micro e minigeração distribuída) e a entrada de armazenamento em larga escala na matriz.

Pelos números apresentados para consulta pública na quinta-feira passada, 12, em evento conjunto promovido pelo MME (Ministério de Minas e Energia) e EPE (Empresa de Pesquisas Energéticas), a eólica deve ampliar em cerca de 50% sua capacidade instalada no horizonte decenal, enquanto a solar centralizada deve crescer 45%.

Já a MMGD deve praticamente dobrar, com projeção de alta de 95%, saltando de 40 GW para 78 GW até 2035. No mesmo período, o planejamento também aponta a previsão de inserção de até 7 GW de baterias no sistema elétrico ao longo da próxima década, indicando o avanço do armazenamento como elemento estrutural da expansão.

Segundo o MME, é a primeira vez que os dois instrumentos são apresentados juntos ao público, com consultas abertas por 30 dias a partir da publicação.

Novo ciclo de planejamento

O lançamento simultâneo das consultas do PDE 2035 e do PNE 2055 foi destacado como reforço ao planejamento estratégico do setor energético. Elaborados pela EPE, os documentos são apontados como base técnica para decisões de curto, médio e longo prazo, além de apoiar políticas públicas associadas à transição energética e à previsibilidade regulatória.

Os planos estruturam decisões e organizam a expansão do setor com base técnica, destacando que o planejamento sustenta a Política Nacional de Transição Energética (PNTE).

De acordo com o ministério, os dois planos também se alinham a instrumentos como o Plano Nacional de Transição Energética (Plante) e o Fórum Nacional de Transição Energética (Fonte).

Expansão aponta crescimento de até 100 GW

No caso do PDE 2035, a minuta reforça o protagonismo das renováveis e projeta um crescimento significativo da infraestrutura energética no decênio. A EPE estima que o Brasil pode ampliar em até 100 GW a capacidade instalada do setor elétrico até 2035, movimento sustentado sobretudo pela expansão de solar, eólica, geração distribuída e armazenamento.

A minuta também prevê expansão mais limitada da geração hídrica, com adição de 4 GW em usinas hidrelétricas (crescimento inferior a 5%), além de 6 GW em novas pequenas centrais hidrelétricas (PCHs).

Mesmo com a diversificação da matriz elétrica, o documento mantém a avaliação de que o Brasil seguirá com uma matriz energética altamente renovável: a estimativa é que a renovabilidade permaneça superior a 50%, patamar descrito como cerca de quatro vezes a média dos países da OCDE.

Outro ponto de destaque é a expectativa de aumento do consumo. Segundo o plano, o consumo final de energia pode crescer cerca de 20% na próxima década, refletindo a evolução da atividade econômica e a expansão da demanda energética.

Além das projeções de capacidade instalada, a minuta do PDE 2035 também aponta o volume de investimentos necessário para sustentar essa expansão. O plano estima que o setor energético pode demandar investimentos da ordem de R$ 3,5 trilhões no horizonte até 2035.

Diferenças entre PDE 2035 e PNE 2055

Apesar de complementares, os dois instrumentos têm escopos e finalidades distintas. O PDE 2035 tem horizonte de 10 anos, é atualizado anualmente e possui caráter indicativo, apresentando projeções e análises para avaliar a adequação do suprimento e as necessidades de expansão do setor. O plano reflete o cenário considerado mais provável, com base em políticas já vigentes e condições atuais.

Já o PNE 2055 tem horizonte de 30 anos, com publicação quinquenal, e caráter estratégico, voltado a subsidiar escolhas estruturais do setor energético no longo prazo.

Nesse caso, o estudo trabalha com múltiplos cenários e caminhos possíveis, incorporando incertezas e tendências tecnológicas, além de avaliar transformações como eletrificação crescente da economia e redução do peso dos derivados de petróleo.

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Agenda do MME inclui LRCAP para baterias e análise do horário de verão

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Foto de Antonio Carlos Sil
Antonio Carlos Sil
Antonio Carlos Sil é jornalista formado pela FMU/FIAM. Atuou como repórter pela Brasil Energia, além de serviços prestados para Agência Estado, Exame e Canal Energia. Trabalhou em assessorias de comunicação da CPFL Energia, CESP e AES Tietê. Cobre setor elétrico desde 2000. Possui experiência na cobertura de eventos, como leilões de energia, convenções, palestras, feiras, congressos e seminários.
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