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Início / Notícias / PLD decola e amplia estranhamento com decisões operativas do ONS

PLD decola e amplia estranhamento com decisões operativas do ONS

Agentes apontam inconsistências e alertam para risco crescente de volatilidade
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  • Foto de Antonio Carlos Sil Antonio Carlos Sil
  • 5 de fevereiro de 2026, às 08:35
7 min 39 seg de leitura
PLD decola e amplia estranhamento com decisões operativas do ONS
Foto: Freepik

O setor elétrico enfrenta neste início de fevereiro um cenário de contrastes preocupante. De um lado, o consumidor cativo recebeu na sexta-feira passada (30) o sinal de bandeira verde, por parte da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), indicando ausência de custos adicionais na fatura para o corrente mês.

De outro, as mesas de operação das comercializadoras enfrentaram entre os dias 3 e 4 de fevereiro uma escalada vertiginosa nos valores de energia, com o Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) atingindo o teto regulatório de R$ 1.557/MWh.

Um quadro, enfim, que, segundo fontes, tende a configurar um descolamento entre a percepção regulatória e a realidade operativa do Sistema Interligado Nacional (SIN).

O resultado é  um cenário de pressão sobre comercializadoras e consumidores livres que estavam expostos ou projetavam preços mais baixos para fevereiro.

Com isso, o tema deixa de ser apenas um episódio de volatilidade e passa a ser interpretado por parte do mercado como um alerta mais amplo sobre governança, previsibilidade e riscos de liquidez no ambiente de contratação livre.

PLD em alta

O PLD apresentou um padrão relativamente estável durante madrugada e manhã da terça-feira (3), próximo de R$ 540/MWh, seguido por uma inflexão no fim da tarde, conforme dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

A partir das 18h, os preços começaram a subir no Sudeste/Centro-Oeste e no Sul, alcançando o teto regulatório entre 20h e 21h, com valores superiores a R$ 1.500/MWh. Nordeste e Norte também registraram movimento semelhante.

ANEEL define limites mínimo e máximo do PLD para 2026

A variação ocorreu de forma quase simultânea entre submercados. Ao mesmo tempo, o Custo Marginal de Operação (CMO), indicador diretamente ligado à formação do PLD, chegou a sinalizar pico de até R$ 4.800/MWh, conforme informação do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

O ONS justificou o aumento do custo apontando crescimento da carga em razão das altas temperaturas e redução da geração eólica. Além disso, houve a alegação de que a deterioração das expectativas hidrológicas e uma operação mais conservadora, com preservação de reservatórios, vêm influenciando o comportamento dos modelos de preço, como o Decomp, elevando a percepção de escassez no curtíssimo prazo.

Paradoxo

De um lado, há a bandeira verde, definida pela ANEEL com base em gatilhos paramétricos e critérios técnicos próprios do mecanismo de bandeiras. De outro, uma realidade operacional marcada por despacho térmico mais caro e custos crescentes no curto prazo, refletidos imediatamente no PLD.

Parte relevante da conta, no entanto, não desaparece, apenas muda de lugar. O custo do despacho de térmicas fora da ordem de mérito, adotado como medida prudencial pelo ONS para preservar reservatórios, tende a ser alocado nos Encargos de Serviços do Sistema (ESS), com impacto futuro sobre tarifas e reajustes.

O resultado pode ser um efeito acumulado que, de alguma forma, pressiona distribuidoras e consumidores mais adiante, ainda que fevereiro permaneça oficialmente “verde”.

Consultada, a Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) confirmou que os valores acumulados são de fato “carregados” ao longo do período até o momento do reajuste tarifário anual de cada concessionária. A entidade, porém, não enxerga a necessidade de reivindicar à ANEEL correções extraordinárias nas tarifas.

Volatilidade

Eduardo Rossetti, diretor-executivo Comercial, de Produtos, Comunicação Externa e Marketing do Balcão Brasileiro de Comercialização de Energia (BBCE), lembra que dos meses do ano passado, a energia com entrega para janeiro foi o ativo com menor valor, oscilando entre R$ 59,00 e R$ 72,00, em 28 de janeiro de 2025. “Porém, a realidade de preços, se alterou ao longo do ano, tendo preços em patamares altíssimos”, destaca.

Um exemplo, segundo o executivo, é que em março de 2025, período com maior registro de mudanças de preço ao longo das sessões de negociação – entre R$ 73,50 e R$ 335 o MWh -, houve uma variação de 356%.

As negociações encerraram o ano com dezembro volátil, impulsionando um volume superior à média histórica para o período, relata Rossetti.

No fechamento do último mês de 2025, os preços para entrega de energia convencional no Sudeste nos meses de janeiro e dezembro de 2026 e no primeiro trimestre de 2026 (1T26) fecharam em queda, registra.

“Dentre os destaques esteve o contrato com vencimento em janeiro, que oscilou entre R$ 300,25 em 28 de novembro a R$ 224,54 no último dia útil de dezembro, uma queda de 25,22%. A volatilidade seguiu em janeiro de 2026, que fechou com volumes financeiros negociados também acima da média histórica”, informa o diretor da BBCE.

Previsibilidade em xeque

José Antonio Sorge, sócio da Ágora Energia, manifesta muita preocupação com a falta de transparência e a natureza “errática” dos modelos de formação de preço.

Segundo ele, desde janeiro de 2025, a aplicação de novos parâmetros de risco nos modelos Newave e Decomp retirou a previsibilidade dos agentes, gerando resultados que “não têm mais sentido” técnico claro.

Sorge estranha o fato de que, embora o Sudeste — a “caixa d’água” do setor — apresente reservatórios com  afluências satisfatórios, os preços em fevereiro vem alcançando patamares de R$ 400 a R$ 600, com picos horários fora da lógica de mercado.

Ele critica a explicação genérica do ONS sobre o aumento da temperatura no Sul e a queda da geração eólica, argumentando que o impacto da carga no Sul não é significativo o suficiente para justificar preços de R$ 4.000 na ponta em todo o sistema.

Para o executivo, o processo de comunicação é pouco transparente e a sociedade está pagando um custo altíssimo sem uma explicação clara do ganho energético obtido.

Falhas

Edvaldo Santana, ex-diretor da ANEEL e diretor executivo da NEAL (Negócios de Energia Associados) associa a escalada de preços ao cenário hidrológico e à necessidade crescente de preservação dos reservatórios.

Ele destaca que o país enfrenta uma tendência de redução de disponibilidade hídrica e um período seco mais prolongado, cenário que deve tornar a operação do sistema progressivamente mais cara e arriscada.

Santana avalia que, se as perspectivas hidrológicas piorarem, o acionamento pode evoluir rapidamente para bandeiras mais pesadas. Ele chega a indicar que, dependendo da evolução do quadro, o sistema poderia saltar diretamente para bandeira vermelha, sem passar por estágios intermediários, caso a degradação dos cenários se confirme.

Em sua análise, a dependência estrutural do país em relação às hidrelétricas permanece elevada, e nem mesmo a expansão de eólica e solar seria suficiente para compensar o efeito de chuvas abaixo do esperado.

Para ele, isso reforça a percepção de que o setor vive um novo ciclo de pressão estrutural, que tende a se repetir com maior frequência devido às mudanças climáticas.

Ano difícil

José Wanderley Marangon, diretor-presidente da consultoria MC&E, também expressa preocupação com a evolução do quadro hídrico e com a imprevisibilidade crescente das projeções meteorológicas.

Ele lembra que previsões anteriores indicavam um verão favorável, mas as chuvas não se concretizaram como esperado até o momento, ampliando a incerteza.

Para Marangon, as bandeiras devem refletir diretamente o armazenamento dos reservatórios e os custos marginais de operação projetados pelos modelos do setor.

“Se o sistema sair do verão com níveis baixos, como se desenha no momento, a consequência natural tende a ser PLD elevado e, por extensão, bandeiras mais caras”, assinala.

O consultor afirma que, nesse contexto, a perspectiva é de um ano complicado, com probabilidade elevada de bandeiras vermelhas ao longo de 2026.

Ele também destaca que a região Sudeste, onde se concentram os principais reservatórios do país, é determinante para a segurança energética. Chuva no Sul, por exemplo, teria efeito limitado, pois a região não dispõe de reservatórios de grande porte capazes de sustentar armazenamento relevante.

Impactos no mercado

O ambiente de instabilidade de preços e imprevisibilidade regulatória tem repercussões diretas sobre o equilíbrio financeiro do mercado livre.

As recentes crises financeiras entre comercializadoras e geradoras vêm elevando o nível de alerta, diante do risco de um efeito cascata, no qual a inadimplência de um agente pode gerar desequilíbrios sucessivos em contratos e empresas do setor.

O clima entre agentes é de apreensão, agravado por questões regulatórias, mudanças de regras e maior volatilidade dos preços.

A situação se agrava ainda mais quando geradoras renováveis deixam de entregar energia contratada devido a cortes de geração determinados pelo ONS, obrigando comercializadoras a recomprar energia em horários de preços elevados.

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Abradee (Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica) ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) PLD
Foto de Antonio Carlos Sil
Antonio Carlos Sil
Antonio Carlos Sil é jornalista formado pela FMU/FIAM. Atuou como repórter pela Brasil Energia, além de serviços prestados para Agência Estado, Exame e Canal Energia. Trabalhou em assessorias de comunicação da CPFL Energia, CESP e AES Tietê. Cobre setor elétrico desde 2000. Possui experiência na cobertura de eventos, como leilões de energia, convenções, palestras, feiras, congressos e seminários.
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