• sex, 9 janeiro, 2026
Facebook X-twitter Instagram Youtube Linkedin Spotify
  • GC Solar: 17,95 GW
  • GD Solar: 41,3 GW
  • Módulos TOPCon: US$ 0,088/W
  • Células P-Type: US$ 0,034/W
  • Células N-Type: US$ 0,032/W
  • Módulos HJT: US$ 0,10/W
  • N-Type Wafer: US$ 0,128 /pç
  • Polissilício: US$ 19,00 /kg
  • GC Solar: 17,95 GW
  • GD Solar: 41,3 GW
  • Módulos TOPCon: US$ 0,088/W
  • Células P-Type: US$ 0,034/W
  • Células N-Type: US$ 0,032/W
  • Módulos HJT: US$ 0,10/W
  • N-Type Wafer: US$ 0,128 /pç
  • Polissilício: US$ 19,00 /kg
  • Anuncie aqui
  • Sobre nós
  • Expediente
logo site canal solar
  • Notícias
    • Armazenamento de energia
    • Mercado e Preços
    • Investimentos & Negócios
    • Política e Regulação
  • Artigos
    • Baterias
    • Estruturas fotovoltaicas
    • Inversores fotovoltaicos
    • Opinião
  • Renováveis
  • Latam
  • Blog
  • Empresas de energia solar
  • Integradores
  • Revista
    • Revista Canal Solar
    • Revista Conecta
  • Eventos
  • Vídeos
  • Veículos Elétricos
  • Consultoria
  • Cursos
  • Notícias
    • Armazenamento de energia
    • Mercado e Preços
    • Investimentos & Negócios
    • Política e Regulação
  • Artigos
    • Baterias
    • Estruturas fotovoltaicas
    • Inversores fotovoltaicos
    • Opinião
  • Renováveis
  • Latam
  • Blog
  • Empresas de energia solar
  • Integradores
  • Revista
    • Revista Canal Solar
    • Revista Conecta
  • Eventos
  • Vídeos
  • Veículos Elétricos
  • Consultoria
  • Cursos
  • Notícias
    • Brasil
    • Mundo
    • Tecnologia e Inovação
  • Artigos
    • Técnicos
    • Opinião
  • Renováveis
  • Latam
  • Blog
  • Empresas de energia solar
  • Integradores
  • Revista
    • Revista Conecta
  • Eventos
  • Vídeos
  • Quem Somos
  • Anuncie Aqui
  • CS Consultoria
  • Canal VE
  • Cursos
  • Notícias
    • Brasil
    • Mundo
    • Tecnologia e Inovação
  • Artigos
    • Técnicos
    • Opinião
  • Renováveis
  • Latam
  • Blog
  • Empresas de energia solar
  • Integradores
  • Revista
    • Revista Conecta
  • Eventos
  • Vídeos
  • Quem Somos
  • Anuncie Aqui
  • CS Consultoria
  • Canal VE
  • Cursos
logo site canal solar
Início / Notícias / Mercado Internacional / Preço dos painéis solares pode ter aumento de até 30% em 2026

Preço dos painéis solares pode ter aumento de até 30% em 2026

Ao Canal Solar, executivos de fabricantes chinesas projetam elevação com base em mudanças macroeconômicas e políticas
Acompanhe pelo Whatsapp
  • Foto de Henrique Hein Henrique Hein
  • 8 de janeiro de 2026, às 16:39
7 min 58 seg de leitura
Foto: Freepik

O mercado global de energia solar entrou em um novo ciclo de reajuste de preços, com fabricantes de módulos fotovoltaicos indicando que o movimento de alta – iniciado no fim de 2025 – deve se intensificar ao longo de 2026.

Segundo informações exclusivas obtidas pelo Canal Solar junto às empresas, os preços dos painéis solares já registraram um primeiro reajuste entre 10% e 15%, ocorrido entre o fim de dezembro de 2025 e o início de janeiro de 2026, e a expectativa é de que novos aumentos sejam anunciados nos próximos meses.

Matheus Cerutti, Head of Sales Latam da Astronergy, explica que o reajuste surpreendeu parte do mercado pelo timing, ao ocorrer no período entre o Natal e o Ano Novo. “No fim do ano passado, já existia uma expectativa de aumento, mas o movimento acabou acontecendo de forma mais rápida do que muitos esperavam. Esse primeiro reajuste já ficou na casa dos 10%”, afirmou.

Na avaliação do executivo, esse movimento representa apenas o primeiro passo de um ajuste estrutural. “Eu acredito que ainda possa haver mais um aumento de cerca de 10% até o Ano Novo Chinês ou logo após. É uma leitura de cenário, não uma certeza absoluta, mas os sinais apontam nessa direção”, explicou.

Queda do VAT elevará ainda mais os preços

Cerutti também chamou atenção para a expectativa de encerramento do reembolso do VAT (Value-Added Tax), incentivo fiscal concedido pelo governo chinês às exportações. Atualmente, o benefício está em torno de 9%, após já ter sido reduzido de patamares próximos a 13% nos anos anteriores. “Quando esse incentivo for retirado pelo governo chinês, o impacto será direto. Estamos falando de mais 9% de aumento no preço”, destacou.

Segundo Cerutti, os contratos mais recentes de fabricantes do setor já passaram a incorporar cláusulas de reajuste automático em caso de mudanças na política de incentivo às exportações, o que sinaliza que o mercado já se antecipa a esse cenário. “Acredito que o aumento acumulado ao longo do ano possa chegar a algo entre 25% e 30% em relação aos preços dos módulos fotovoltaicos chineses praticados até o fim do ano passado”, concluiu.

Matheus Cerutti, Head of Sales Latam da Astronergy. Foto: LinkedIn/Reprodução

Além da política fiscal, Cerutti explica que o setor fotovoltaico enfrenta uma reorganização profunda na cadeia produtiva. Segundo ele, o governo chinês tem imposto diretrizes de controle de capacidade, especialmente no segmento de polissilício, o que contribuiu para uma alta próxima de 50% no preço do insumo ao longo de 2025.

Paralelamente, ele explica que fabricantes vêm promovendo o desligamento de linhas antigas, especialmente de tecnologias consideradas ultrapassadas, como o PERC, para concentrar investimentos em novas gerações de módulos, num processo que exige capital elevado e reduz a oferta disponível no curto prazo.

Além disso, o aumento dos custos de matérias-primas críticas, como prata, cobre e alumínio, também tem pressionado o custo por Watt dos módulos. Esses materiais são essenciais desde a metalização das células até estruturas e conexões elétricas.

Mesmo com tudo isso, Cerutti lembra que os preços dos painéis solares seguem abaixo dos níveis históricos. “Desde janeiro de 2023, quando teve início a queda mais acentuada, os valores recuaram cerca de 65%, atingindo um patamar mínimo. Mesmo com esses aumentos esperados, ainda não chega no mesmo patamar dos preços praticados em 2022″, frisou.

Prata, alumínio e câmbio pressionam preços dos módulos

Na mesma linha, Felipe Santos, diretor regional LATAM da Osda Solar, destacou que o movimento de alta nos preços dos painéis solares não começou agora, mas vem sendo construído desde o fim de 2025, impulsionado por uma combinação de fatores estruturais e macroeconômicos.

Felipe Santos, diretor regional LATAM da Osda Solar. Foto: LinkedIn/Reprodução

Segundo ele, um dos principais vetores dessa alta foi a valorização recorde da prata, insumo essencial na fabricação das células solares. O metal é utilizado na metalização das células, responsável pelas trilhas condutoras, e sua escalada de preços já vinha pressionando os custos desde o final do ano passado.

Outro fator relevante citado pelo executivo é a alta do alumínio, que figura como o terceiro principal componente no custo de fabricação dos painéis solares, atrás apenas das células e do vidro. “O preço do alumínio disparou, e isso impacta diretamente o custo do módulo”, explicou.

Além do aumento nos custos dos insumos, Santos explicou que a valorização do Yuan frente ao Dólar também pressiona os preços, já que os custos são em moeda local e os fabricantes precisam reajustar os valores em Dólar para obter a mesma quantidade de Yuans.

O executivo também ressaltou que o controle mais rígido da capacidade produtiva imposto pelo governo chinês, especialmente em segmentos como o polissilício, contribui para um ambiente de menor excesso de oferta e maior disciplina de preços. “Além das medidas adotadas para estabilizar a indústria e torná-la mais saudável, esses fatores macroeconômicos vêm impactando fortemente os preços dos módulos desde o final do ano passado”, concluiu.

Cenário exige planejamento das empresas brasileiras

Danilo Borrigueiro, diretor comercial da DMEGC Solar, avaliou que a perspectiva de um aumento superior a 20% nos preços dos módulos fotovoltaicos não se trata de um movimento pontual, mas do reflexo de uma tendência de alta estrutural ao longo de toda a cadeia global.

Danilo Borrigueiro, diretor comercial da DMEGC. Foto: Divulgação

“Em dezembro de 2025, vivemos um marco histórico: o custo da pasta de prata em células de alta eficiência (US$ 0,0170/W) ultrapassou o do próprio wafer de silício (US$0,0169/W). Esse cenário é agravado pela pressão de outras commodities essenciais, como o vidro e o ouro, que seguem em forte valorização neste início de 2026”, disse ele.

Borrigueiro também destacou fatores macroeconômicos que ampliam essa pressão. Segundo ele, a Bolsa de Valores da China atingiu o maior nível dos últimos dez anos, sinalizando um ambiente econômico que impacta diretamente a cadeia fotovoltaica global.

“Além dos insumos, estamos acompanhando uma reestruturação estratégica na China. O governo e as indústrias estão reduzindo ativamente o excedente de produção (oversize) para ajustar a oferta à demanda real do mercado global, priorizando a saúde financeira do ecossistema”, salientou.

Na avaliação do diretor comercial, esse movimento de autorregulação busca garantir que os preços praticados pelas fabricantes Tier 1 permaneçam em um patamar considerado saudável, condição essencial para assegurar a viabilidade financeira do setor e a continuidade dos investimentos em inovação tecnológica.

“Para o mercado brasileiro, o cenário exige planejamento, pois entramos em um ciclo onde a segurança de fornecimento será o grande diferencial”, destacou.

Adequações comerciais e pressão na cadeia produtiva

Ricardo Marchezini, Country Manager Brazil da Risen Energy, destacou que o recente aumento nos preços de matérias-primas estratégicas, como a prata, tem provocado uma elevação significativa nos custos de produção dos módulos fotovoltaicos.

Segundo ele, esse movimento afeta toda a cadeia global e, de forma inevitável, também o mercado brasileiro. “Esse cenário tem forçado todos os fabricantes a reajustarem seus preços, refletindo-se também nos valores praticados pelos distribuidores locais”, disse ele.

Segundo o executivo, trata-se de “um movimento generalizado da indústria, decorrente de fatores externos à cadeia de distribuição, que reforça a necessidade de adequações comerciais para manter a sustentabilidade e a continuidade do fornecimento ao mercado”, salientou.

Ricardo Marchezini, Country Manager Brazil da Risen Energy

Na mesma linha, Samir Moura, General Manager da Canadian Solar Brasil, explicou que, desde o final do ano passado, os produtores de polissilício vêm adotando uma série de medidas para regular o nível de produção. Segundo ele, há um esforço coordenado da indústria para reduzir a utilização da capacidade instalada, postergar expansões, eliminar preços informais e criar capacidade ociosa, diante do elevado volume de estoques acumulados.

De acordo com Moura, essas medidas estão sendo adotadas com o objetivo de reduzir o estresse financeiro enfrentado pelos produtores de polissilício e por toda a cadeia de produção de painéis solares, incluindo alguns dos maiores fabricantes globais. Esse movimento, segundo ele, é um dos principais fatores que vêm pressionando os preços dos módulos. Um segundo elemento que se soma a esse cenário é a alta dos metais utilizados na fabricação dos painéis.

A prata, componente importante das células fotovoltaicas, chegou a registrar recordes de preço, acompanhando a valorização do ouro no mercado internacional. “O alumínio também subiu, é outro componente importante que vem ganhando valor e pressiona os custos de produção dos painéis solares. Então, desde dezembro a gente já vem acompanhando esse mercado”, disse ele. 

Samir Moura, General Manager da Canadian Solar Brasil. Foto: Divulgação

Todo o conteúdo do Canal Solar é resguardado pela lei de direitos autorais, e fica expressamente proibida a reprodução parcial ou total deste site em qualquer meio. Caso tenha interesse em colaborar ou reutilizar parte do nosso material, solicitamos que entre em contato através do e-mail: redacao@canalsolar.com.br.

China curso de armazenamento fabricantes de módulos mercado internacional módulos fotovoltaicos
Foto de Henrique Hein
Henrique Hein
Atuou no Correio Popular e na Rádio Trianon. Possui experiência em produção de podcast, programas de rádio, entrevistas e elaboração de reportagens. Acompanha o setor solar desde 2020.
AnteriorAnterior

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Os comentários devem ser respeitosos e contribuir para um debate saudável. Comentários ofensivos poderão ser removidos. As opiniões aqui expressas são de responsabilidade dos autores e não refletem, necessariamente, a posição do Canal Solar.

Notícias do Canal Solar no seu E-mail

Relacionados

UE define meta climática para 2040 e traça caminho para a descarbonização

UE define meta climática para 2040 e traça caminho para a descarbonização

Canal Solar - Como funciona o setor elétrico da Venezuela

Como funciona o setor elétrico da Venezuela?

Mais Notícias

Ver Mais
TCL Solar encerra primeiro ano no Brasil com 620 MW entregues e projeta expansão para GC
  • 9 de janeiro, 2026
Foto de Caique Amorim
Caique Amorim

TCL Solar encerra primeiro ano no Brasil com 620 MW entregues e projeta expansão para GC

Canal Solar - Como funciona o setor elétrico da Venezuela
  • 6 de janeiro, 2026
Foto de Henrique Hein
Henrique Hein

Como funciona o setor elétrico da Venezuela?

Segmento de cogeração a biomassa acompanha curtailment com cautela
  • 6 de janeiro, 2026
Foto de Antonio Carlos Sil
Antonio Carlos Sil

Segmento de cogeração a biomassa acompanha curtailment com cautela

É um canal de notícias e informações sobre o setor de energia solar fotovoltaica. O conteúdo do canal é protegido pela lei de direitos autorais. É proibida a reprodução parcial ou total deste site em qualquer meio.

Facebook X-twitter Instagram Youtube Linkedin Spotify

Mapa do Site

Categorias

  • Notícias
  • Artigos
  • Entrevistas
  • Guia do Consumidor
  • Colunistas
  • Projetos
  • Brasil
  • Mundo
  • Artigos Técnicos
  • Artigos de Opinião
  • Artigos do Fabricante
  • Setor Elétrico
  • Licitações
  • Produtos

Canais

  • Sobre Nós
  • Contato
  • Trabalhe conosco
  • Privacidade
  • Expediente
  • Anuncie aqui

Associação e certificações

Copyright © 2025 Canal Solar, todos os direitos reservados. CNPJ: 29.768.006/0001-95 Endereço: Edificio José Maurício – Av. Mackenzie, 1835 – Andar 3, – Vila Brandina, Campinas – SP, 13092-523

Nós usamos cookies para tornar sua experiência neste site melhor Saiba mais sobre os cookies que utilizamos ou desligue nas suas .

Receba as últimas notícias

Assine nosso boletim informativo semanal

Canal Solar
Powered by  GDPR Cookie Compliance
Privacidade

Este site usa cookies para que possamos fornecer a melhor experiência de usuário possível. As informações de cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.

Cookies estritamente necessários

Strictly Necessary Cookie should be enabled at all times so that we can save your preferences for cookie settings.

Cookies para terceiros

This website uses Google Analytics to collect anonymous information such as the number of visitors to the site, and the most popular pages.

Keeping this cookie enabled helps us to improve our website.