A Axia Energia (antiga Eletrobras) assinou um protocolo de intenções com o governo do Espírito Santo para estudar a implantação de uma planta de hidrogênio verde no estado.
Segundo a empresa, o projeto tem como objetivo contribuir para que a companhia se torne Net Zero até 2030, além de impulsionar o desenvolvimento econômico e a difusão tecnológica local.
O desenvolvimento do hidrogênio verde é uma iniciativa estratégica, capaz de acelerar a descarbonização das indústrias, fomentar a inovação, fortalecer a competitividade regional e beneficiar toda a sociedade”, disse Virginia Fernandes Feitosa, diretora de Relacionamento com Clientes de Grande Porte da Axia Energia.
Atualmente, a companhia já firmou seis memorandos de entendimento com empresas e governos estaduais para ampliar os estudos sobre hidrogênio verde em diferentes regiões do país.
Investimentos no setor elétrico
Além das iniciativas voltadas ao hidrogênio verde, a Axia Energia tem ampliado seus investimentos no setor elétrico nacional, com foco em modernização e confiabilidade da infraestrutura.
Nesta semana, a companhia anunciou a conclusão da substituição do banco de compensação da linha de transmissão Tucuruí C1, na subestação de Marabá (PA). O equipamento recebeu um investimento de R$ 70 milhões.
No final de novembro, a empresa finalizou o projeto de modernização da Subestação de Marimbondo (SP), considerada um dos pontos estratégicos para o escoamento da energia gerada na região Sudeste e para a operação do SIN (Sistema Interligado Nacional). O empreendimento, dividido em nove etapas, recebeu um aporte de R$ 34,3 milhões.
Ainda em novembro, a Axia Energia anunciou a implantação de duas usinas fotovoltaicas integradas a sistemas de armazenamento de energia em unidades do Exército Brasileiro localizadas em Tefé e São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas.
O projeto, desenvolvido em parceria com a Baterias Moura, prevê investimentos de R$ 9,5 milhões, financiados pela Conta de Desenvolvimento da Amazônia Legal. Atualmente, essas localidades dependem de usinas termelétricas a diesel, um modelo considerado caro e altamente poluente.
A companhia também confirmou foco no desenvolvimento de projetos de armazenamento de energia em baterias, indicando que a empresa vem estudando a tecnologia há bastante tempo, analisando as diversas possibilidades e modalidades.
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