• sex, 23 janeiro, 2026
Facebook X-twitter Instagram Youtube Linkedin Spotify
  • GC Solar: 17,95 GW
  • GD Solar: 41,3 GW
  • Módulos TOPCon: US$ 0,088/W
  • Células P-Type: US$ 0,034/W
  • Células N-Type: US$ 0,032/W
  • Módulos HJT: US$ 0,10/W
  • N-Type Wafer: US$ 0,128 /pç
  • Polissilício: US$ 19,00 /kg
  • GC Solar: 17,95 GW
  • GD Solar: 41,3 GW
  • Módulos TOPCon: US$ 0,088/W
  • Células P-Type: US$ 0,034/W
  • Células N-Type: US$ 0,032/W
  • Módulos HJT: US$ 0,10/W
  • N-Type Wafer: US$ 0,128 /pç
  • Polissilício: US$ 19,00 /kg
  • Anuncie aqui
  • Sobre nós
  • Expediente
  • Notícias
    • Armazenamento de energia
    • Mercado e Preços
    • Investimentos & Negócios
    • Política e Regulação
  • Artigos
    • Baterias
    • Artigo de Opinião
  • Renováveis
  • Latam
  • Blog
  • Empresas de energia solar
  • Integradores
  • Revista
    • Revista Canal Solar
    • Revista Conecta
  • Eventos
  • Vídeos
  • Veículos Elétricos
  • Consultoria
  • Cursos
  • Notícias
    • Armazenamento de energia
    • Mercado e Preços
    • Investimentos & Negócios
    • Política e Regulação
  • Artigos
    • Baterias
    • Artigo de Opinião
  • Renováveis
  • Latam
  • Blog
  • Empresas de energia solar
  • Integradores
  • Revista
    • Revista Canal Solar
    • Revista Conecta
  • Eventos
  • Vídeos
  • Veículos Elétricos
  • Consultoria
  • Cursos
  • Notícias
    • Brasil
    • Mundo
    • Tecnologia e Inovação
  • Artigos
    • Técnicos
    • Opinião
  • Renováveis
  • Latam
  • Blog
  • Empresas de energia solar
  • Integradores
  • Revista
    • Revista Conecta
  • Eventos
  • Vídeos
  • Quem Somos
  • Anuncie Aqui
  • CS Consultoria
  • Canal VE
  • Cursos
  • Notícias
    • Brasil
    • Mundo
    • Tecnologia e Inovação
  • Artigos
    • Técnicos
    • Opinião
  • Renováveis
  • Latam
  • Blog
  • Empresas de energia solar
  • Integradores
  • Revista
    • Revista Conecta
  • Eventos
  • Vídeos
  • Quem Somos
  • Anuncie Aqui
  • CS Consultoria
  • Canal VE
  • Cursos
Início / Artigos / Artigo de Opinião / BESS no C&I: decisões técnicas que definem o investimento

BESS no C&I: decisões técnicas que definem o investimento

Projetos bem-sucedidos equilibram a necessidade do cliente, os limites da tecnologia e uma análise técnico-financeira
Acompanhe pelo Whatsapp
  • Foto de Roberto Valer Roberto Valer
  • 23 de janeiro de 2026, às 10:51
6 min 27 seg de leitura
BESS no C&I: decisões técnicas que definem o investimento
Foto: Huawei/Divulgação

O segmento Comercial e Industrial (C&I) consolidou-se como um dos ambientes mais promissores para a aplicação de sistemas de armazenamento de energia (Battery Energy Storage Systems – BESS) no Brasil.

As motivações são claras e estratégicas: arbitragem de energia no horário de ponta, gestão da demanda contratada, aumento da resiliência operacional e mitigação de problemas de qualidade de energia.

No entanto, à medida que o BESS passa a ser tratado como um ativo de negócio — e não apenas como um equipamento elétrico — torna-se evidente que o valor do investimento não está no sistema em si, mas nas decisões técnicas que orientam seu projeto, operação e manutenção.

Justamente por se tratar de um ativo crítico, com impacto direto tanto no desempenho operacional quanto nos resultados financeiros, o mercado C&I não comporta soluções genéricas ou propostas “de prateleira”.

Projetos bem-sucedidos são aqueles em que existe equilíbrio entre a necessidade real do cliente, os limites técnicos da tecnologia e uma análise técnico-financeira consistente. Quando esse alinhamento não ocorre, o sistema pode até operar conforme especificação — mas dificilmente entregará, ao longo de sua vida útil, o valor esperado pelo investidor.

A seguir, compartilho quatro pilares fundamentais para que decisões técnicas bem estruturadas se traduzam em desempenho, confiabilidade e retorno sustentável em projetos de BESS no mercado C&I.

Pré-diagnóstico: alinhando o valor antes do preço

Antes de discutir potência instalada, capacidade energética ou tecnologia de baterias, é indispensável compreender o contexto operacional e as prioridades de negócio do cliente. Na prática, um BESS mal dimensionado quase sempre nasce de expectativas mal alinhadas — e não só de limitações tecnológicas.

Um pré-diagnóstico robusto deve responder, de forma objetiva, a perguntas como:

  • Prioridades de negócio: o foco é redução da conta de eletricidade (energia e demanda contratada), melhoria da qualidade de energia ou aumento da resiliência operacional por meio de backup?
  • Impacto econômico real: quanto custa, em termos financeiros, um minuto de parada, uma oscilação de tensão ou uma falha de fornecimento para aquela operação específica?
  • Escopo do problema: os impactos afetam toda a planta ou apenas processos críticos e circuitos específicos?
  • Comportamento temporal: os eventos são recorrentes ao longo do ano ou concentrados em períodos, turnos ou sazonalidades específicas?
  • Horizonte de crescimento: existem planos de expansão, novos turnos de operação ou eletrificação de processos no curto e médio prazo?

Esse alinhamento inicial é o que define se a dor do cliente é, de fato, endereçável por um BESS — e em quais condições técnicas e econômicas.

Análise técnica das instalações

Com as expectativas bem definidas, o projeto só evolui de forma segura quando está apoiado em dados técnicos de alta qualidade. Não há espaço para suposições ou estimativas genéricas.

Os principais pontos de atenção nesta etapa incluem:

  • Perfil de carga e qualidade dos dados: uso de analisadores de energia para mapear picos de corrente, partidas de grandes motores, afundamentos de tensão, desbalanceamentos de fases e cargas intermitentes, considerando sazonalidade, turnos e eventos transientes.
  • Infraestrutura elétrica existente: avaliação do estado dos equipamentos, níveis de curto-circuito, coordenação de proteções e identificação de reforços necessários. O BESS deve operar em harmonia com a infraestrutura existente.
  • Ambiente de instalação do BESS: análise criteriosa do espaço disponível, distâncias de segurança, acessos, ventilação, restrições ambientais e níveis de corrosão, sempre em conformidade com normas técnicas e requisitos do fabricante.
  • Integração com outros ativos: definição clara das estratégias de operação com rede elétrica, geradores a diesel, sistemas on-grid, off-grid ou arquiteturas híbridas, incluindo tempos de comutação aceitáveis e coordenação entre fontes.

Design da solução: a disciplina dos trade-offs técnicos

O design da solução deve refletir, de forma coerente, os objetivos definidos no pré-diagnóstico. Arbitragem de energia, backup e melhoria da qualidade de energia envolvem compromissos técnicos distintos, que precisam ser explicitados desde o início.

Os principais aspectos dessa etapa incluem:

  • Definição clara das prioridades operacionais do BESS: arbitragem, resiliência ou uma combinação de ambas, com regras explícitas de precedência.
  • Compreensão dos limites técnicos do sistema: bateria, PCS, EMS e demais componentes, além da eventual necessidade de soluções complementares.
  • Estratégias de carregamento e despacho: definição de reservas mínimas de energia, controle do Estado de Carga (SoC) e lógica operacional ao longo do dia.
  • Gestão da continuidade: para cargas que exigem tempo de comutação zero, soluções dedicadas de UPS podem ser mais adequadas do que um BESS, que passa a atuar de forma complementar.
  • Otimizações sistêmicas: remanejamento e escalonamento da partida de cargas, especialmente grandes motores, podem reduzir significativamente a potência requerida do BESS e o estresse elétrico do sistema.
  • Rejeição técnica consciente: tentar compensar problemas crônicos da rede externa exclusivamente com baterias pode levar a sobredimensionamentos economicamente inviáveis e tecnicamente questionáveis.

As decisões tomadas nessa etapa influenciam diretamente o número de ciclos diários, a profundidade de descarga e, consequentemente, a vida útil do sistema.

Comunicação e gestão do ciclo de vida

A comunicação da solução final com o cliente é tão importante quanto o próprio projeto técnico. Falhas nesse ponto estão entre as principais causas de frustração e percepção negativa do investimento.

As decisões técnicas tomadas no design impactam diretamente a degradação das baterias, a disponibilidade de determinadas aplicações e o retorno financeiro ao longo do tempo.

Por exemplo: se a prioridade do sistema for arbitragem de energia e o BESS estiver descarregado no momento de um apagão, ele não estará disponível para backup. Isso não é falha do sistema, mas consequência direta da estratégia operacional definida previamente.

Além disso, embora o BESS apresente baixa necessidade de manutenção quando comparado a outras tecnologias, ele não é isento de cuidados. Devem estar claramente definidos:

  • O escopo de manutenção preventiva e corretiva
  • O monitoramento contínuo de parâmetros técnicos críticos
  • A necessidade de atualizações de firmware e ajustes operacionais
  • As responsabilidades entre fabricante, integrador e operador

A estratégia de despacho — número de ciclos diários, profundidade de descarga e perfil de uso — é um dos principais fatores que determinam a taxa de degradação das células.

Transparência nesse ponto é essencial para alinhar expectativa de desempenho, disponibilidade e longevidade do sistema.

Conclusão: decisões técnicas constroem valor no longo prazo

O potencial do armazenamento de energia no mercado C&I brasileiro é significativo. No entanto, sua consolidação depende menos de promessas comerciais e mais de decisões técnicas bem fundamentadas, engenharia responsável e uma abordagem genuinamente consultiva desde as fases iniciais do projeto.

Projetos bem-sucedidos não são os que prometem tudo, mas os que deixam claro o que será entregue — e sob quais condições. É esse rigor técnico que transforma o BESS em um ativo confiável, financeiramente previsível e sustentável ao longo do tempo.

E você, como avalia a maturidade do mercado de BESS no Brasil hoje?

Sua operação já está preparada para tomar decisões técnicas que realmente definem o valor do investimento?

As opiniões e informações expressas são de exclusiva responsabilidade do autor e não obrigatoriamente representam a posição oficial do Canal Solar.

BESS (Battery Energy Storage System) comercio indústria
Foto de Roberto Valer
Roberto Valer
CTO da Huawei Digital Power Brasil para aplicações em energia solar e armazenamento por baterias (BESS), atuando na busca por soluções de alto desempenho para clientes e parceiros. Antes de ingressar na Huawei, integrou renomados institutos de pesquisa solar, como o IEE/USP (Brasil), CER/UNI e GRUPO/PUCP (Peru). Possui doutorado em Energia e vasta experiência acadêmica e técnica no setor. Participa ativamente do desenvolvimento de normas brasileiras e participou como relator da norma ABNT NBR 16274, referente ao comissionamento fotovoltaico.
AnteriorAnterior

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Os comentários devem ser respeitosos e contribuir para um debate saudável. Comentários ofensivos poderão ser removidos. As opiniões aqui expressas são de responsabilidade dos autores e não refletem, necessariamente, a posição do Canal Solar.

Notícias do Canal Solar no seu E-mail

Relacionados

Quer vender solar em 2026? Primeiro garanta o “alvará” do ambiente de negócios

Quer vender solar em 2026? Primeiro garanta o “alvará” do ambiente de negócios

Sistema Anti-apagão – Projeto inovador em Minas Gerais

Sistema anti-apagão – projeto inovador em Minas Gerais

Mais Notícias

Ver Mais
Falta de chips de memória pressiona renováveis e data centers
  • 23 de janeiro, 2026
Foto de Raphael Guerra
Raphael Guerra

Falta de chips de memória pressiona renováveis e data centers

Trina Storage projeta entregar 2,5 GWh em BESS até o 1º semestre de 2026
  • 23 de janeiro, 2026
Foto de Wagner Freire
Wagner Freire

Trina Storage projeta entregar 2,5 GWh em BESS até o 1º semestre de 2026

Apagão em Berlim expõe fragilidade da rede elétrica
  • 16 de janeiro, 2026
Foto de Daniele Haller
Daniele Haller

Apagão em Berlim expõe fragilidade da rede elétrica

É um canal de notícias e informações sobre o setor de energia solar fotovoltaica. O conteúdo do canal é protegido pela lei de direitos autorais. É proibida a reprodução parcial ou total deste site em qualquer meio.

Facebook X-twitter Instagram Youtube Linkedin Spotify

Mapa do Site

Categorias

  • Notícias
  • Artigos
  • Entrevistas
  • Guia do Consumidor
  • Colunistas
  • Projetos
  • Brasil
  • Mundo
  • Artigos Técnicos
  • Artigos de Opinião
  • Artigos do Fabricante
  • Setor Elétrico
  • Licitações
  • Produtos

Canais

  • Sobre Nós
  • Contato
  • Trabalhe conosco
  • Privacidade
  • Expediente
  • Anuncie aqui

Associação e certificações

Copyright © 2025 Canal Solar, todos os direitos reservados. CNPJ: 29.768.006/0001-95 Endereço: Edificio José Maurício – Av. Mackenzie, 1835 – Andar 3, – Vila Brandina, Campinas – SP, 13092-523

Nós usamos cookies para tornar sua experiência neste site melhor Saiba mais sobre os cookies que utilizamos ou desligue nas suas .

Receba as últimas notícias

Assine nosso boletim informativo semanal

Canal Solar
Powered by  GDPR Cookie Compliance
Privacidade

Este site usa cookies para que possamos fornecer a melhor experiência de usuário possível. As informações de cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.

Cookies estritamente necessários

Strictly Necessary Cookie should be enabled at all times so that we can save your preferences for cookie settings.

Cookies para terceiros

This website uses Google Analytics to collect anonymous information such as the number of visitors to the site, and the most popular pages.

Keeping this cookie enabled helps us to improve our website.