O Brasil registrou um crescimento de 1,28 GW em sua matriz elétrica no primeiro bimestre de 2026, segundo dados divulgados pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica). No acumulado do período, foram liberadas 29 usinas para operação comercial no país, das quais 25 são solares, uma termelétrica, uma eólica e duas PCHs (Pequenas Centrais Hidrelétricas).
Nos dois primeiros meses do ano, os novos empreendimentos foram distribuídos em sete estados das cinco regiões do país. O Rio Grande do Norte liderou a expansão no período, com 640 MW adicionados à matriz elétrica, seguido por Minas Gerais, que registrou a entrada de 505 MW em novos empreendimentos de geração.
Em janeiro, o país incorporou 543 MW de potência instalada à matriz elétrica. Ao todo, 13 empreendimentos foram liberados para operação comercial, sendo 11 usinas solares responsáveis por 509 MW – o equivalente a mais de 93% da expansão registrada no mês. Também entraram em operação uma usina termelétrica, com 20 MW, e uma PCH, com 14 MW.
Já em fevereiro, a matriz elétrica foi ampliada em 743 MW. No período, 16 usinas passaram a operar comercialmente, sendo 14 solares, que somaram 677 MW de potência instalada. Também foram liberadas uma usina eólica, com 59 MW, e uma PCH, com capacidade de 7 MW.
Com essas adições, o Brasil soma atualmente mais de 217,9 GW de potência fiscalizada, de acordo com os dados da ANEEL. Desse total em operação, cerca de 84,73% das usinas são consideradas renováveis.

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Respostas de 2
Prezados,.só não concordo com o Jatubi das termoelétricas que vão na contra-mao da sustentabilidade ambiental.. Isto mostrac é inexiravel.o crescimento das renivaveis. Engenheiro e professor. Projetista no sentido lato sensu de geração elétrica solar.
Prezados,.só não concordo com o Jatubi das termoelétricas que vão na contra-mao da sustentabilidade ambiental.. Engenheiro e professor. Projetista no sentido lato sensu de geração elétrica solar.