O primeiro trimestre de 2026 registrou a entrada de aproximadamente 2,4 GW na matriz elétrica brasileira, segundo dados da ANEEL. Ao todo, 54 usinas iniciaram a operação comercial no período, sendo 50 de fonte solar, o equivalente a cerca de 93% do total.
Em termos de capacidade instalada, a geração fotovoltaica respondeu por quase 2,3 GW, seguida por 59 MW em eólicas, 46 MW em termelétricas e 26 MW em PCHs (pequenas centrais hidrelétricas).
Em janeiro, foram adicionados 543 MW à matriz elétrica, com a entrada em operação de 13 empreendimentos: 11 usinas solares (509 MW), uma termelétrica (20 MW) e uma PCH (14 MW).
Em fevereiro, a expansão somou 743 MW, distribuídos em 16 usinas, sendo 14 solares (677 MW), uma eólica (59 MW) e uma PCH (7 MW).
Março, por sua vez, concentrou o maior volume de adições: foram 27 usinas e um acréscimo de 1,1 GW em capacidade. Desse total, 25 empreendimentos são solares, além de uma termelétrica (26 MW) e uma PCH (5 MW).
Com os novos empreendimentos, o Brasil passou a contar com mais de 218,3 GW de potência fiscalizada – ou seja, a capacidade efetivamente em operação e monitorada pela agência reguladora. Desse total, cerca de 85% da matriz é composta por fontes renováveis.
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