Classificação de piranômetros conforme a ISO 9060:2018

O equipamento é usado para a medição dos valores de radiação em projetos fotovoltaicos
Classificação de piranômetros conforme a ISO 9060:2018
Clientes que necessitam acompanhar a perfomance de usinas fotovoltaicas usam, comumente, estações meteorológicas. Foto: Divulgação

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Clientes que necessitam acompanhar a performance de usinas fotovoltaicas usam, comumente, estações meteorológicas.

Dentre as variáveis importantes para a determinação da performance da usina fotovoltaica estão a temperatura ambiente, a temperatura de trabalho dos módulos fotovoltaicos, a umidade relativa, velocidade do vento e a radiação global horizontal, global inclinada e difusa (algumas especificações exigem que seja colocado um piranômetro, para a medição do albedo, na parte traseira dos módulos bifaciais).

Para a medição dos valores de radiação é usado o piranômetro, sendo a classificação deste equipamento o foco deste documento técnico.

A Norma de referência para a classificação dos piranômetros é a ISO 9060:2018, cuja forma de classificação é através da acurácia do equipamento perante os testes definidos pela norma.

De acordo com os resultados, os piranômetros são classificados em Classe A, Classe B ou Classe C.

Apesar da Norma ter um tempo relativamente longo no mercado, é comum os piranômetros serem classificados ainda conforme a ISO 9060:1990, que classifica os equipamentos em Padrão Secundário, Primeira Classe ou Segunda Classe.

Dessa forma, o estudo das principais diferenças entre as versões da ISO 9060:2018 e da ISO 9060:1990 é relevante para uma possível discussão com fornecedores e clientes.

Introdução

Em geral, os clientes adotam como referência de classificação dos pirômetros a Instrução técnica da EPE (daí o termo: “estação meteorológica padrão EPE”) para empreendimentos fotovoltaicos. 

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