A CPFL Energia está com inscrições abertas para uma chamada pública para atrair projetos inovadores voltados a novas tecnologias que solucionem desafios operacionais do setor elétrico.
A iniciativa prevê investimentos com recursos do programa de P&DI (Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação), e o prazo para submissão das propostas vai até 8 de fevereiro para o tema “Novas Tecnologias e Aplicações de Armazenamento de Energia”.
De acordo com a companhia, o edital não estabelece um teto orçamentário para os projetos selecionados. Ainda assim, a análise das propostas considerará o critério de razoabilidade de custos, que avalia a coerência dos gastos previstos, a adequação técnica das soluções e a viabilidade econômica dos investimentos ao longo do ciclo do projeto.
A chamada é aberta à participação de instituições públicas e privadas, de forma individual ou em consórcio. Podem se candidatar startups, universidades, centros de pesquisa, empresas de base tecnológica, incubadas, fabricantes de equipamentos e materiais, além de consultorias especializadas.
Conforme as diretrizes do Programa de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da ANEEL (PEQuI), a chamada pública é prioritariamente direcionada às regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Consórcios com instituições de outras regiões também são elegíveis, desde que ao menos 50% dos recursos destinados às parceiras do projeto sejam aplicados em organizações sediadas nessas localidades.
Além dos projetos focados em armazenamento de energia, a Chamada Pública Multitemas da CPFL também recebe, até 27 de fevereiro, propostas relacionadas à “Revisão da metodologia de vidas úteis dos ativos do setor elétrico”, “Otimização e resposta inteligente na operação do sistema de transmissão” e “Aplicações e gestão de dados de smart meters”.
Para Rafael Moya, gerente de Inovação da CPFL Energia, a iniciativa é um dos principais pilares da estratégia de inovação aberta da companhia.
“Ao conectar desafios operacionais do dia a dia a soluções tecnológicas desenvolvidas por startups, universidades e centros de pesquisa, ampliamos nossa capacidade de acelerar a transformação do setor elétrico”, afirma.
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