A dificuldade de organizar documentos, padronizar processos e concluir transações no setor de energia no Brasil ainda é um desafio recorrente para investidores e desenvolvedores.
Em muitos casos, negociações que poderiam ser concluídas em poucos meses se arrastam por mais de um ano, num cenário que representa custos elevados e perda de oportunidades.
Foi a partir dessa dor que a Draives, uma boutique de M&A (fusões e aquisições) voltada ao setor energético, optou por reposicionar sua atuação no mercado, transformando esse problema estrutural em oportunidade de negócio.
A empresa decidiu passar a direcionar seus esforços para resolver esse gargalo operacional enfrentado pelos clientes, especialmente na organização e padronização de processos. Agora, a empresa entra em uma nova fase.
Em 2026, deixa de atuar apenas como uma boutique e passa a se posicionar como uma infraestrutura digital para o mercado de energia.
A proposta é atacar essa dor de forma mais estruturada: padronizar processos que hoje ainda acontecem de forma descentralizada, utilizando tecnologia para acelerar negociações e reduzir custos operacionais.
“Documentos dispersos, processos sem padrão, transações que levavam 18 meses quando deveriam levar seis. Era um problema estrutural e custava caro para os investidores”, afirma André Figueiredo, diretor executivo da Draives.
O executivo da empresa explica que a atuação da companhia passa agora a se dividir em três frentes principais: intermediação de M&A de ativos de energia, intermediação de contratos de PPAs (contratos de compra de energia), gestão operacional de usinas.
Oportunidades no setor de energia e a importância de antecipar tendências
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