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Início / Artigos / Artigo de Opinião / Falta sinal claro de preço para a expansão do armazenamento de energia

Falta sinal claro de preço para a expansão do armazenamento de energia

O armazenamento só se desenvolve onde há remuneração adequada para flexibilidade, potência e serviços ancilares
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  • Foto de Pedro Dante Pedro Dante
  • 3 de fevereiro de 2026, às 16:03
4 min 19 seg de leitura
Falta sinal claro de preço para a expansão do armazenamento de energia
Foto: Ilustração/IA

Quando o assunto é armazenamento de energia, o Brasil está “quase” pronto. Já temos a demanda, temos recursos naturais abundantes e temos urgência. A única coisa que falta para destravar o próximo ciclo de investimentos é a clareza econômica.

Nos últimos anos, o setor elétrico brasileiro passou por transformações profundas impulsionadas pela expansão das fontes renováveis, pela necessidade de modernização regulatória e, principalmente, pelo avanço tecnológico dos sistemas de armazenamento de energia (BESS – Battery Energy Storage System).

Mas um ponto permanece como o verdadeiro divisor de águas para a consolidação dessa nova fronteira energética: a nossa qualidade do sinal de preço.

Se há algo que a experiência internacional já deixou claro, e que os nossos primeiros estudos locais começam a confirmar, é que o armazenamento só se desenvolve onde há remuneração adequada para flexibilidade, potência e serviços ancilares. Em outras palavras: armazenamento próspera onde o preço conta a verdade sobre o sistema.

Nesse momento precisamos seguir com o otimismo natural de um bom brasileiro, mas também devemos ser críticos e admitir que ainda não temos o sinal econômico certo, principalmente quando olhamos para os projetos de energia de grande porte.

Embora a maior parte do debate sobre armazenamento de energia no Brasil esteja concentrada nos grandes projetos — sejam eles colocalizados a usinas renováveis ou concebidos para leilões de capacidade —, existe uma dinâmica silenciosa, mas extremamente relevante, acontecendo em outra frente: o avanço do BESS em aplicações menores dentro do mercado regulado.

A motivação é clara: melhoria da qualidade de energia, redução de quedas e interrupções, segurança operacional e mitigação de custos associados à demanda e ao horário de ponta.

Esses projetos menores funcionam como uma espécie de “laboratório vivo” para a indústria, e já começam a criar um ecossistema que reduz riscos e incertezas para investimentos mais robustos no futuro.

No entanto, é fundamental reconhecer um ponto: essa onda inicial de adoção não é suficiente para destravar a expansão do BESS na escala necessária que precisamos no Brasil.

Para que projetos maiores — aqueles capazes de evitar o desperdício de dezenas de TWh de energia renovável, aumentar a segurança do suprimento e reduzir o custo estrutural do SIN — se viabilizem, é indispensável que o Brasil aperfeiçoe o sinal de preço.

Sem um preço horário, granular e transparente, que reflita a flexibilidade, o valor do armazenamento se perde no modelo vigente.

Com um sinal claro, o BESS deixa de ser um equipamento “tático” e passa a ser um ativo estratégico, remunerado por sua capacidade de nivelar carga, absorver excedentes, reduzir rampas, fornecer reserva de capacidade e entregar serviços ancilares.

Em resumo, o BESS já está se espalhando no mercado regulado, em pequena escala, impulsionado por necessidades reais e imediatas, mas sua expansão estrutural e de grande porte só acontecerá quando o sinal de preço acompanhar essa evolução.

Foi justamente o que pude presenciar na primeira imersão internacional que fiz no Texas (Estados Unidos) para ver a dinâmica do armazenamento de energia, que se apoia fortemente na lógica de preços dinâmicos do mercado ERCOT (Electric Reliability Council of Texas).

Lá, o sistema de gestão da rede elétrica é caracterizado por ser um mercado desregulado, “energy-only” e amplamente isolado de outras interconexões dos EUA, no qual as baterias operam como instrumentos de arbitragem pura: carregam quando há excesso de geração renovável e os preços caem a níveis muito baixos ou negativos, e descarregam nos momentos de “peak price”, quando a demanda sobe rapidamente ao final da tarde e os preços podem disparar.

É um mercado totalmente exposto à volatilidade, sem tarifas reguladas nem mecanismos de modicidade tarifária, permitindo que os operadores capturem integralmente os spreads de preços em intervalos horários extremos. Esse ambiente incentiva investimentos, pois o modelo de “comprar barato e vender caro” é transparente e remunerado em tempo real.

Foi exatamente esse arranjo que deslocou o BESS de uma solução experimental para um ativo essencial de confiabilidade no Texas, ajudando o sistema a evitar emergências mesmo em ondas de calor severas.

Além disso, a possibilidade de preços muito altos no pico (“peak price events”) impulsiona a viabilidade econômica dos projetos, tornando o BESS um instrumento estratégico para estabilizar a rede e gerar receita previsível em um mercado totalmente baseado em sinal econômico.

Isso nos mostra que o sinal de preço é uma engrenagem essencial. Com ele, permitimos que o mercado enxergue a flexibilidade como o ativo valioso que ela é. Sem ele, continuamos restringindo nosso potencial e desperdiçando energia .

O BESS já mostrou que funciona. O mercado já mostrou que quer investir. A experiência internacional já mostrou que o caminho é viável e rápido.

Agora cabe ao Brasil ajustar o sinal. Quando isso acontecer, a expansão do armazenamento deixará de ser promessa e se tornará realidade estrutural do setor elétrico brasileiro.

As opiniões e informações expressas são de exclusiva responsabilidade do autor e não obrigatoriamente representam a posição oficial do Canal Solar.

armazenamento de energia horário de ponta
Foto de Pedro Dante
Pedro Dante
Sócio da área de energia da Lefosse Advogados. Presidente da Comissão de Estudos de Regulação do Instituto Brasileiro de Estudo do Direito de Energia. Coordenador do Comitê de Energia e Arbitragem da Câmara de Arbitragem Empresarial. Árbitro na Câmara de Medição e Arbitragem do Oeste da Bahia. Membro efetivo da Comissão de Direito da Energia da OAB/SP. Advogado especializado em assuntos regulatórios relacionados ao setor de energia elétrica com mais de 19 anos de atuação no setor.
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