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Início / Notícias / Paraná lança programas para reforçar infraestrutura elétrica e digital no campo

Paraná lança programas para reforçar infraestrutura elétrica e digital no campo

Projetos miram rede trifásica, conectividade digital e aumento da produtividade agrícola
Acompanhe pelo Whatsapp
  • Foto de Henrique Hein Henrique Hein
  • 27 de janeiro de 2026, às 09:13
3 min 30 seg de leitura
Foto: Geraldo BubniakAEN

O Governo do Paraná lançou, nesta segunda-feira (26), dois programas voltados ao fortalecimento da infraestrutura elétrica e da conectividade no meio rural: o Se Liga Aí Paraná e o Paraná Conectado. As iniciativas buscam ampliar a qualidade do fornecimento de energia, expandir o acesso à internet e reduzir desigualdades entre áreas urbanas e rurais, criando melhores condições para o desenvolvimento da produção agropecuária.

O programa Se Liga Aí Paraná tem como foco incentivar a migração das propriedades rurais para a rede elétrica trifásica, que oferece maior estabilidade, capacidade de carga e qualidade no fornecimento de energia. Segundo o Estado, atualmente grande parte das propriedades rurais paranaenses ainda utiliza redes monofásicas ou bifásicas, adequadas apenas para o consumo básico e insuficientes para atividades produtivas que exigem operação contínua.

O investimento médio para a instalação da rede trifásica é de cerca de R$ 32 mil. Pelo programa, a Copel arca com metade desse valor, enquanto o restante é financiado pelo Governo do Estado, por meio do Banco do Agricultor, com juros zero.

Segundo o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Márcio Nunes, a meta é beneficiar 12,5 mil propriedades nos próximos cinco anos, uma vez que o modelo foi “desenhado para caber no orçamento do produtor”, disse ele.

“Em uma ligação que custa em torno de R$ 32 mil, a Copel paga metade. “Os outros R$ 16 mil são financiados pelo Governo do Estado. Para o agricultor familiar enquadrado no Pronaf, isso significa cinco anos para pagar, sem juros. Na prática, dá cerca de R$ 200 por mês para sair da rede monofásica e entrar na trifásica”, ressaltou ele.

Herlon Almeida, diretor-presidente do IDR-Paraná (Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná), afirma que a rede trifásica, ao garantir um fornecimento mais estável, acaba se tornando fundamental para setores altamente sensíveis a interrupções no fornecimento, como produção de leite e criação de aves.

Além disso, o Estado informou que vai subsidiar parte dos juros do crédito rural para estimular a adesão ao programa. “O Estado vai subvencionar cinco pontos percentuais da taxa de juros do crédito rural. Para o agricultor familiar, isso significa juros zero. Já o produtor médio, que paga em média 10%, passa a pagar 5%”, ressaltou Almeida.

Paraná Conectado

Já o Programa Paraná Conectado, foi estruturado para ampliar o acesso à internet e à telefonia móvel no meio rural por meio de duas frentes complementares. A primeira prevê a expansão da internet fixa, por fibra óptica ou rádio, especialmente em regiões onde o investimento privado é limitado.

Para isso, o Governo do Estado abrirá um processo de credenciamento de provedores que atuam no campo. As empresas poderão acessar financiamento com subvenção de juros, viabilizando a ampliação da cobertura em comunidades, assentamentos e propriedades hoje sem conectividade adequada.

Segundo o governador Ratinho Junior, a iniciativa permitirá maior aproveitamento das tecnologias agrícolas. “Hoje, muitos equipamentos modernos acabam sendo subutilizados por falta de conectividade. Queremos garantir internet no campo para que o produtor utilize todo o potencial do maquinário, acesse informação, aprenda novas técnicas e emita nota fiscal eletrônica”, afirmou.

A segunda frente do programa é a ampliação da cobertura 4G, por meio da instalação de novas estações rádio base. O Estado foi dividido em 22 regiões, que passarão por processos licitatórios. O projeto piloto será implantado no Vale do Ivaí, abrangendo 33 municípios.

Antes das licitações, será realizado um mapeamento técnico das áreas com pouca ou nenhuma cobertura, utilizando softwares e imagens de satélite. As empresas vencedoras serão aquelas que apresentarem menor custo de implantação e melhores condições tarifárias para o usuário rural.

Após a instalação das torres e a validação do sinal, o Estado fará o pagamento às operadoras responsáveis, que passarão a comercializar chips e prestar os serviços nas áreas atendidas. O foco é priorizar regiões com maior impacto social, com maior concentração de pessoas, garantindo que o investimento chegue onde ele é mais necessário

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meio rural Paraná programa de eficiência energética
Foto de Henrique Hein
Henrique Hein
Atuou no Correio Popular e na Rádio Trianon. Possui experiência em produção de podcast, programas de rádio, entrevistas e elaboração de reportagens. Acompanha o setor solar desde 2020.
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