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Microinversores Hypontech HMS de 15 A podem ser adaptados para painéis de 550 W

Com tensão de arranque de 16 V, o microinversor da empresa amplifica a geração de energia

Autor: 6 de abril de 2023Tecnologia e P&D
4 minutos de leitura
Microinversores Hypontech HMS de 15 A podem ser adaptados para painéis de 550 W

Microinversor HMS da Hypontech possui 2 MPPTs e plug-and-play. Foto: Reprodução

Grau de proteção IP67 à prova de poeira e de água para imersão, capaz de funcionar sem se preocupar com chuva, neve ou geada. É o que afirmou a Hypontech, referente ao microinversor HMS.

“Em comparação com os inversores string, o HMS conta com dois MPPTs independentes ligados aos módulos, o que significa que cada HMS funciona com uma tensão fotovoltaica mais baixa e é mais seguro em termos das suas próprias características”, destacou a fabricante.

Segundo a empresa, o equipamento pode ser utilizado com diferentes tamanhos, potências e especificações de painéis, bem como possui uma corrente de saída máxima de 15 A.

Além disso, o HMS está equipado com sistema plug-and-play e, tanto o HMS como os cabos, podem ser ocultados diretamente entre o módulo e o telhado ou fixados ao suporte do painel, não ocupando espaço extra.

Wi-Fi embutido e monitorização a nível de componentes

Outro ponto enfatizado pela companhia é que cada HMS é construído com um módulo AP e bluetooth sem fios, com uma antena transceptora ligada externamente para reforçar a comunicação.

“Não há necessidade de DTU adicional ligando um fio de comunicação para a monitorização do sistema fotovoltaico. O HMS é fácil de configurar e monitorizar no Hypon.Cloud – basta ligar o HMS ao router doméstico por meio da aplicação Hypon.Cloud”, relataram.

“Quando o HMS está ligado a tal ferramenta, a energia gerada pelos módulos no MPPT de 2 entradas pode ser monitorizada em tempo real a qualquer hora do dia, o que significa que pode rever o desempenho de cada placa ao longo do dia, dando uma análise, diagnóstico e otimização mais precisos do sistema em cada carimbo de tempo”, destacou a Hypontech.

“Por exemplo, quando há uma queda repentina na geração de energia do sistema, pode-se utilizar o layout no Hypon.Cloud para ver se se trata de uma ligação defeituosa ou sombreando parcialmente os módulos, e assim localizar o painel problemático”, explicaram.

Atualizado para sistemas de armazenamento

Segundo a fabricante, cada inversor da Hypontech adota um design de arquitetura baseado em plataformas. O microinversor HMS pode ser integrado e emparelhado com uma gama de inversores ligados à rede da Hypontech, inversores acoplados a CA e soluções de carregamento para VEs (veículos elétricos).

Além disso, apontaram que os componentes podem ser monitorizados com apenas a plataforma Hypon.Cloud para monitorização baseada em nuvem de cada produto.

“O sistema fotovoltaico equipado com HMS tem um microinversor para cada 2 módulos e pode ser ligado em paralelo, para que a produção de energia solar do seu sistema funcione consistentemente”, ressaltaram.

Funcionamento em temperaturas de até 40°C

Enquanto os microinversores no mercado geralmente começam a degradar-se à temperatura de 25-30°C, de acordo com a empresa, o HMS pode funcionar com 100% da potência nominal em temperaturas ambientes de até 40°C.

“Quando o sistema está em funcionamento a longo prazo ou quando a temperatura ambiente é elevada, com HMS não há necessidade de se preocupar com a perda de eficiência e, consequentemente, com a redução do rendimento do sistema”, enfatizou a empresa.

“A concepção superior do HMS permite um melhor desempenho em temperaturas ambientes mais elevadas, aumentando a rentabilidade a longo prazo da usina”, acrescentaram.

Tensão de arranque de 16 V

Com baixas intensidades de luz quando o sol nasce ou se põe, ou durante um dia nublado, o HMS pode começar a funcionar com tensões baixas como 16 V, “o que significa que o sistema fotovoltaico pode começar a gerar energia de manhã cedo e terminar mais tarde à noite, mesmo que as condições de luz não sejam boas devido às sombras ou dias chuvosos”, concluíram.

Mateus Badra

Mateus Badra

Jornalista graduado pela PUC-Campinas. Atuou como produtor, repórter e apresentador na TV Bandeirantes e no Metro Jornal. Acompanha o setor elétrico brasileiro desde 2020. Atualmente, é Analista de Comunicação Sênior do Canal Solar e possui experiência na cobertura de eventos internacionais.

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