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Início / Notícias / Mercado & Investimentos / Copom eleva Selic ao maior nível em quase duas décadas

Copom eleva Selic ao maior nível em quase duas décadas

Esta foi a sexta elevação consecutiva da taxa de juros no Brasil e já era esperada pelo mercado financeiro
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  • Foto de Henrique Hein Henrique Hein
  • 7 de maio de 2025, às 19:25
2 min 28 seg de leitura
Copom eleva Selic ao maior nível em quase duas décadas
Patamar da Selic é o maior já registrado desde 2006. Foto: Freepik

O Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central elevou nesta quarta-feira (7) a taxa Selic em 0,5 p.p (ponto percentual): passando de 14,25% para 14,75% ao ano. Esta é a sexta alta seguida da taxa básica de juros, que atinge o maior patamar registrado desde agosto de 2006.

Desde setembro do ano passado, a Selic vem sendo reajustada gradualmente para conter a inflação. Segundo o Banco Central, existem sinais de moderação do crescimento econômico, mas o cenário inflacionário de curto prazo segue adverso.

O último boletim Focus, por exemplo, mostra que a estimativa para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) – considerado a inflação oficial do país – está em 5,53% em 2025.

Isso representa uma inflação acima do teto da meta contínua estabelecida pelo CMN (Conselho Monetário Nacional) – que é de 3%, podendo chegar a no máximo 4,5% por causa do intervalo de tolerância de 1,5 ponto.

Taxa Selic

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos e serve de referência para as demais taxas da economia. Ela é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle.

Quando a inflação está em baixa, o Copom reduz a taxa de juros para estimular o consumo e aquecer a economia.  Em contrapartida, quando está elevado o órgão sobe a Selic para restringir o consumo e reduzir a pressão sobre os preços, como alimentos, combustíveis e energia.

O Banco Central só considera reduzir a taxa de juros quando há segurança de que os preços estão sob controle e os riscos de alta da inflação estão afastados, o que não é o caso atual.

Em via de regras, um aumento expressivo na taxa de juros é prejudicial para a atividade econômica e o desenvolvimento de qualquer país, mesmo sendo uma medida necessária para controlar a inflação. Do ponto de vista dos investidores, serve como parâmetro para avaliar a viabilidade de seus investimentos.

No setor de energia solar, os juros mais altos tendem a fazer com que os investidores optem por aplicações de menor risco – o que pode acabar reduzindo o apetite por projetos de longo prazo, como os de energia solar, uma vez que o custo do capital sobe e os financiamentos se tornam mais caros.

Reuniões do Copom

O Copom é o órgão do Banco Central que se reúne a cada 45 dias para definir o patamar da taxa Selic. O objetivo é fazer com que a política monetária do país atinja seus objetivos de forma eficiente.

Uma vez definida a taxa básica de juros, o Banco Central atua diariamente por meio de operações de mercado aberto, comprando e vendendo títulos públicos federais, para manter os juros próximos ao valor definido na reunião e evitando um descontrole da inflação.

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Banco Central do Brasil inflação taxa de juros Taxa Selic
Foto de Henrique Hein
Henrique Hein
Atuou no Correio Popular e na Rádio Trianon. Possui experiência em produção de podcast, programas de rádio, entrevistas e elaboração de reportagens. Acompanha o setor solar desde 2020.
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Uma resposta

  1. Sergio Manoel Dutra Neves disse:
    8 de maio de 2025 às 08:58

    O governo aumenta impostos, gasta como se não houvesse amanhã e estoura as contas publicas.
    Qual é o resultado? Inflação.
    É algo simples. Se a mesma coisa é feita não se pode esperar resultados diferentes.
    E o remédio aplicado só pune a população, reduzindo a atividade econômica e aumentando o desemprego.
    E nosso congresso só está preocupado com suas emendas e o executivo em aumentar gastos públicos.
    É triste ver que nem na recessão da Dilma tivemos taxa de juros tão altas.

    Responder

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