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Início / Artigos / Opinião / Sinal de preços: o próximo (urgente) passo para o setor de energia

Sinal de preços: o próximo (urgente) passo para o setor de energia

Cases globais mostram que adoção de tarifas horárias pode destravar até R$ 80 bi em investimentos em 10 anos
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  • Foto de Vanessa Huback Vanessa Huback
  • 6 de janeiro de 2026, às 16:43
2 min 43 seg de leitura
Sinal de preços: o próximo (urgente) passo para o setor de energia
Foto: Freepik

A recente publicação da Lei 15.269, que define a abertura total do mercado livre até 2028, traz mudanças estruturais importantes, como o fim do desconto da energia incentivada e a criação de novos encargos.

Nesse novo cenário, torna-se indispensável avançar para um modelo tarifário baseado em sinais de preço, capaz de entregar ao consumidor uma redução real na fatura de energia.

A experiência internacional é clara: no Reino Unido, Austrália e Texas, tarifas horárias têm proporcionado reduções de 8% a 12% para consumidores engajados, com taxas de adoção entre 10% e 20%.

No Brasil, iniciando pelo mercado livre, é razoável projetar uma economia média na tarifa próxima de 10% para quem aderir ao modelo, resultado da menor necessidade de despacho térmico em horários críticos e do menor investimento em reforços de rede.

Além disso, o deslocamento do consumo de energia resultante da adoção de preços horários no ACL brasileiro poderia levar à redução de emissões de gases de efeito estufa,  contribuindo para os compromissos de descarbonização do país no âmbito do Acordo de Paris.

Não menos relevante, os cases globais mostram que a adoção de tarifas horárias costuma destravar ciclos de investimento entre R$ 40 e 80 bilhões em tecnologias como medidores inteligentes e sistemas de armazenamento em bateria ao longo de 10 anos.

Atualmente, o Brasil ainda opera majoritariamente sob um modelo tarifário baseado em custo médio. Esse cenário, no entanto, começa a evoluir.

A recém-aberta Consulta Pública nº 46/2025, com prazo de submissão até março de 2026, propõe a adoção automática da Tarifa Horária (Branca) até o final de 2026 para consumidores de baixa tensão com consumo mensal igual ou superior a 1 MWh – patamar que equivale a uma fatura residencial em torno de R$ 1.000 na área da Enel (SP) e cerca de R$ 1.200 na Light (RJ).

Esse grupo reúne aproximadamente 2,5 milhões de unidades consumidoras, responsáveis por cerca de 25% de toda a energia consumida na baixa tensão.

A Tarifa Branca, criada em 2018, teve baixa adesão. O principal motivo foram as incontáveis reclamações dos consumidores, devido à longas filas para troca de medidores, falhas na instalação, duplo faturamento, dificuldades no atendimento e inúmeros problemas operacionais das distribuidoras.

Por isso, é importante separar as componentes tarifárias entre responsabilidade do fornecedor de energia (tarifa da energia) e do transportador da energia (tarifa de uso do sistema de distribuição, TUSD).

Assim, uma eventual implementação automática de tarifas horárias na BT, as distribuidoras devem limitar sua atuação à TUSD, que é  a tarifa que remunera o uso da infraestrutura de distribuição.

Já as modalidades tarifárias sobre a TE (energia) – equivalentes às ofertas  do  mercado  livre  – devem ser responsabilidade das comercializadoras varejistas, que têm capacidade e incentivo para oferecer produtos inovadores,  preços  dinâmicos e uma experiência digital de qualidade.

Digitalização e a competição saudável entre as comercializadoras varejistas são os motores que vão permitir ao Brasil replicar os resultados internacionais: maior economia para o consumidor, menos emissões e um setor mais moderno e eficiente.

As opiniões e informações expressas são de exclusiva responsabilidade do autor e não obrigatoriamente representam a posição oficial do Canal Solar.

Preços de energia
Foto de Vanessa Huback
Vanessa Huback
Head de Inteligência de Mercado na TYR Energia. Formada em Ciências Econômicas (IE/UFRJ), com mestrado em Planejamento Energético (COPPE/UFRJ) e doutorado em Políticas Públicas (PPED/UFRJ).
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