A transição energética global avança às fontes renováveis, e a energia solar fotovoltaica ocupa posição central nesse movimento. Dentro desse cenário, os sistemas fotovoltaicos híbridos surgem como uma evolução natural, ao integrar geração solar, armazenamento em baterias e conexão à rede elétrica.
Essa combinação amplia a autonomia do usuário, aprimora a gestão energética e aumenta a resiliência da instalação. No entanto, ela também exige cuidados adicionais com a proteção contra surtos elétricos, dada a maior complexidade e sensibilidade dos equipamentos envolvidos.
Diferentemente dos sistemas on-grid, conectados à rede, sem armazenamento, ou off-grid, que operam de forma isolada, os sistemas híbridos oferecem o melhor dos dois modelos.
Eles possibilitam que o excedente de energia gerado seja armazenado para uso noturno, em dias nublados ou em períodos de maior consumo, mantendo ao mesmo tempo a conexão com a concessionária para suprimento adicional ou injeção de energia na rede.
Essa arquitetura, mais flexível e inteligente, tem impulsionado a adoção dos sistemas híbridos, favorecida pela redução dos custos das baterias e pela busca crescente por segurança energética e independência em relação ao sistema público.
A presença simultânea de múltiplas interfaces, painéis fotovoltaicos, inversores híbridos, baterias, controladores e a própria rede elétrica aumenta a vulnerabilidade a surtos elétricos, que podem ocorrer por descargas atmosféricas diretas ou indiretas, manobras da rede elétrica, chaveamento de cargas internas ou falhas e oscilações de tensão prolongadas.
Esses surtos podem comprometer seriamente componentes de alto valor, como baterias, inversores e controladores, além de afetar a operação do sistema como um todo. É nesse contexto que a proteção contra surtos deixa de ser apenas recomendada e passa a ser fundamental para assegurar a confiabilidade e a longevidade do investimento.
CLAMPER e a Proteção Especializada para Sistemas Híbridos
“A arquitetura de um sistema fotovoltaico híbrido exige uma estratégia de proteção contra surtos muito bem aplicada”, destaca Douglas Lara, Coordenador de Engenharia de Aplicações da CLAMPER, fabricante nacional de Dispositivos de Proteção contra Surtos (DPS).
Lara ressalta que a proteção deve abranger todos os pontos críticos do sistema: “É essencial que as conexões em corrente contínua, como as entradas dos painéis e das baterias, e a saída em corrente alternada do inversor estejam devidamente protegidas. A adoção de DPS específicos para CC e CA garante a continuidade da operação e evita danos causados por surtos”, explica.
Os DPS da CLAMPER são desenvolvidos para atuar nesses cenários, preservando a infraestrutura e reduzindo a probabilidade de falhas nos sistemas fotovoltaicos híbridos. A presença desses dispositivos se torna um componente essencial para a eficiência e a segurança das instalações.
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