• sex, 6 março, 2026
Facebook X-twitter Instagram Youtube Linkedin Spotify
  • GC Solar: 20,9 GW
  • GD Solar: 44,4 GW
  • Anuncie aqui
  • Sobre nós
  • Expediente
  • Notícias
    • Mercado & Investimentos
    • Mercado Internacional
    • Política & Regulação
    • Projetos & Aplicações
    • Sustentabilidade & ESG
    • Tecnologia & Inovação
  • Artigos
    • Artigo de Opinião
    • Artigo do Fabricante
    • Artigo Técnico
  • Renováveis
  • Latam
  • Baterias
  • Veículos Elétricos
  • Blog
  • Empresas de energia solar
    • Integradores
  • Revista
    • Revista Canal Solar
    • Revista Conecta
  • Eventos
  • Vídeos
  • Consultoria
  • Cursos
  • Notícias
    • Mercado & Investimentos
    • Mercado Internacional
    • Política & Regulação
    • Projetos & Aplicações
    • Sustentabilidade & ESG
    • Tecnologia & Inovação
  • Artigos
    • Artigo de Opinião
    • Artigo do Fabricante
    • Artigo Técnico
  • Renováveis
  • Latam
  • Baterias
  • Veículos Elétricos
  • Blog
  • Empresas de energia solar
    • Integradores
  • Revista
    • Revista Canal Solar
    • Revista Conecta
  • Eventos
  • Vídeos
  • Consultoria
  • Cursos
  • Notícias
    • Mercado & Investimentos
    • Mercado Internacional
    • Política & Regulação
    • Projetos & Aplicações
    • Sustentabilidade & ESG
    • Tecnologia & Inovação
  • Artigos
    • Opinião
    • Técnicos
    • Artigos do Fabricante
  • Renováveis
  • Latam
  • Blog
  • Empresas de energia solar
  • Integradores
  • Revista
    • Revista Conecta
  • Eventos
  • Vídeos
  • Quem Somos
  • Anuncie Aqui
  • CS Consultoria
  • Canal VE
  • Cursos
  • Mercado Internacional
  • Notícias
    • Mercado & Investimentos
    • Mercado Internacional
    • Política & Regulação
    • Projetos & Aplicações
    • Sustentabilidade & ESG
    • Tecnologia & Inovação
  • Artigos
    • Opinião
    • Técnicos
    • Artigos do Fabricante
  • Renováveis
  • Latam
  • Blog
  • Empresas de energia solar
  • Integradores
  • Revista
    • Revista Conecta
  • Eventos
  • Vídeos
  • Quem Somos
  • Anuncie Aqui
  • CS Consultoria
  • Canal VE
  • Cursos
  • Mercado Internacional
Início / Notícias / Energia solar é parte da solução da economia brasileira, diz Aldo Teixeira

Energia solar é parte da solução da economia brasileira, diz Aldo Teixeira

O presidente da Aldo Solar comentou sobre o futuro
Acompanhe pelo Whatsapp
  • Foto de Mateus Badra Mateus Badra
  • 24 de novembro de 2020, às 13:20
12 min 27 seg de leitura
Energia solar é parte da solução da economia brasileira, diz Aldo Teixeira
Foto: Aldo Solar/Divulgação
Reportagem publicada na Revista Canal Solar – Vol. 1, Nº 1, Dezembro/2020

O Canal Solar entrevistou o empresário Aldo Teixeira, presidente da distribuidora Aldo Solar. Ele compartilhou sobre como iniciou trajetória profissional, falou como foi receber o prêmio de melhor empresa do setor de Comércio Atacadista e Exterior e comentou ainda com relação aos desafios e o futuro do mercado de energia fotovoltaica.

 

Quem é Aldo Teixeira?

 

Aldo Teixeira é uma pessoa determinada, que dá os seus passos, sempre, em uma única direção. Isso, desde quando me tornei um ‘hominho’, eu já tinha essa razão de ser. Tudo o que eu sempre fiz foi caminhar com o objetivo de que isso se tornasse uma realidade. Sou uma pessoa como todo mundo procurando realizar os seus sonhos.

 

Hoje você atua no mercado fotovoltaico, mas iniciou no setor de eletrônicos. Como foi a história da sua empresa?

 

É bacana relembrar o passado, porque são as nossas raízes. Inclusive, aqui na Aldo, tudo tem Kombi. Tem o motor da Kombi, que é o nosso data C, tem o bagageiro da Kombi, que é o nosso estoque. Fazemos questão de enobrecer as nossas raízes. O Aldo, quando chegou em Maringá, por volta do ano de 1979, veio para casar. Casar com a Ruth, que já estava chegando em Maringá também. Ela vinha de Campo Mourão e eu de Ivaiporã.

 

Sou nascido em Cornélio Procópio, no norte do Paraná, e passei a minha Juventude em Ivaiporã, que é bem próximo de Maringá. E quando eu cheguei em Maringá, já cheguei com a decisão de formar uma família. Mas, sinceramente, eu não tinha dinheiro nem para tomar um cafezinho. Então, comecei trabalhando de chapa, carregando e descarregando caminhões e fui vender lá na loja do meu pai componentes eletrônicos. Ali, eu tive uma oportunidade. Depois de um certo tempo, perceberam o meu conhecimento em eletrônica, em consertar televisão, rádio, toca discos e, conhecendo toda essa situação de componentes eletrônicos e eletrônica em geral, fui abençoado por poder comprar uma Kombi, porque ela era consorciada.

 

E aí, o Seu Manuel, que era o dono da empresa na época, falou: ‘compra essa Kombi que eu vou lhe dar uma mercadoria e você vai viajar pelo Paraná todo de pronta entrega, de loja em loja e você já vai ganhar a sua comissão’. Assim começamos. Foi um ano, praticamente, vendendo de porta em porta como representante comercial, e um ano depois, em 1982, já estava fundando a própria Aldo. Mas porque Aldo? As pessoas me conheciam como o ‘Aldo da Kombi’ e aí o nome da empresa virou Aldo também.

 

Eu queria até ressaltar que quando vim para Maringá para casar acabei casando duas vezes. Como foi isso? Foi com a mesma mulher. Quando eu casei pela primeira vez foi no Paraguai, porque era menor de idade ainda e precisava ser emancipado, então, casei no Paraguai e depois, quando fiz 21 anos, em 1981, acabei casando aqui no Brasil.

 

Então, dando sequência, a tecnologia evolui também e a eletrônica foi se digitalizando. Aí, vieram os celulares, depois as antenas parabólicas e, de 1994 para 1998, a Aldo já vendia fotovoltaico, vendia painéis da Cineis, da Shell, obviamente, era tudo off-grid. Nós tínhamos uma divisão de elétrica de baixa e média tensão. Vendíamos todo e qualquer tipo de material elétrico, tinha a parte de nobreak e ainda a energia off-grid.

 

Depois, houve uma grande mudança na Aldo. Questões tributárias nos obrigaram a mudar de ramo e fomos para a informática. Então, quando chega o ano 2000, a Aldo vira 100% uma empresa de TI (Tecnologia da Informação). No caso, vieram os grandes players mundiais da tecnologia, como Intel, Microsoft, HP, Seagate e tantas outras gigantes que a Aldo conquistou com um contrato oficial de distribuição no território nacional. Perduramos por mais uns 15 anos. Crescendo exponencialmente, viramos também uma indústria de computadores, servidores e a coisa foi seguindo. Quando se tem a normatização da energia, da energia solar de geração distribuída, foi, praticamente, inevitável. Em 2015, a Aldo começou a dar os seus primeiros passos na energia fotovoltaica, e aí, chegamos onde estamos hoje, no ano de 2020.

 

A Aldo foi premiada como melhor empresa no setor de Comércio Atacadista e Exterior durante a última edição do prêmio ‘Valor Mil’. Como você recebeu essa notícia?  

 

Foi muito bacana. A Aldo já vem aparecendo nos últimos anos nos anuários que contabilizam as mil maiores companhias brasileiras, e sempre temos alguns destaques por faturamento. Mas, esse ano, fomos surpreendidos pelo Valor Econômico e ficamos em 504, das mil maiores empresas do Brasil. Estamos no meio do ‘fervilhão’, mas ganhar um prêmio em destaque setorial, como foi esse que a revista nos trouxe, como atacadista e comércio exterior, como campeã do setor, nos deixa muito engrandecidos, até porque no setor o quesito não é valor, não é faturamento, eles estão avaliando outros valores da companhia, como liquidez, rentabilização, o retorno para a sociedade, questão de colaboradores e funcionários e endividamento. Tem vários quesitos que a revista, com a fundação Getúlio Vargas e o próprio Serasa, eles comungam esses valores entre as mil companhias e elegem, para cada setor que essas companhias trabalham, as campeãs.

 

Então, nos pegou de surpresa, estamos aqui eufóricos. E não só a Aldo, como os colaboradores, mas, principalmente, os clientes estão comemorando. Estamos recebendo, nessas últimas 24 horas, uma imensidão de mensagens, e eu quero aqui, então, parabenizar todo mundo, parabenizar todos os fornecedores e clientes que confiam, que acreditam, que fazem tudo isso acontecer, porque nós estamos aqui por eles.

 

Quais foram os principais desafios que a empresa enfrentou nesse período de pandemia?

 

Os desafios são inúmeros. As coisas foram totalmente imprevisíveis, totalmente surpreendentes. A cada dia era um grande choro, um grande desespero nosso internamente. Tínhamos que juntar forças e encontrar uma saída. Eu poderia falar 100 coisas diferentes que aconteceram esse ano em função do isolamento social, em função da pandemia, porque, nós já vínhamos, sistematicamente, há pelo menos 40 meses seguidos crescendo uma média de 15% ao mês e, de uma hora para outra, de uma semana para outra, tivemos que desmontar uma máquina inteira, suportar o bonde que estava chegando em uma velocidade incrível, com um peso gigantesco e ter que arcar com tudo isso, organizar novamente e realocar toda aquela carga que estava vindo. E não é pouca coisa não, estamos falando aqui de 1.500 contêineres que estavam a caminho naquele dia 20 de março e não tinham como mais voltar.

 

Então, você imagina: como é que saía alocando centros de distribuições e depósitos para armazenarem as cargas? Ou seja, veio todo um transtorno. As vendas em abril caíram 70%. No entanto, em poucas semanas, vimos que essa força foi se renovando. Em maio, por exemplo, melhorou um pouquinho, melhorou uns 15-20% do que aconteceu em abril, e aí foi uma sequência. Tanto que, em julho, 95% do volume já foi igual à março. Em agosto, setembro e em outubro já vimos que voltou aos níveis do ano passado. É uma baixa surpreendente no seu ritmo e de repente a coisa acelera novamente, como se nunca viu na vida. É incrível, tudo isso aconteceu em apenas oito meses.

 

Gostaria que comentasse sobre a resiliência do mercado fotovoltaico.

 

O mercado fotovoltaico brasileiro está ainda nos seus primeiros passos da sua missão nessa década. É um setor muito maduro e consolidado. O ano de 2020 seria de crescimento de mais de três dígitos. Assim será para os anos seguintes, mas, com a pandemia, obviamente, esse reflexo de três dígitos não aconteceu e não vai acontecer. Porém, um aumento muito exponencial, em relação à 2019, é real. Nós devemos crescer na casa de 50-60% em relação ao ano passado. Mas esse crescimento, em meio à pandemia, demonstra, claramente, que o setor fotovoltaico brasileiro não é parte do problema, é parte da solução. Nós garantimos a geração de emprego, renda, sustentabilidade e economia para as famílias e empresas. Falar de fotovoltaico é falar de cuidar do ar, cuidar do CO². Todos temos que estar unidos e agarrados na nossa missão de levar a solar para todos os brasileiros.

 

Como distribuidor, quais são os principais pedidos, as principais especulações, de quem atua no setor fotovoltaico, sobre a disponibilidade dos produtos no mercado brasileiro?   

 

A pandemia fez com que as pessoas corressem mais. Todas as grandes empresas na Ásia e em outras partes do mundo aprimoraram e desenvolveram novos produtos, novas tecnologias. Aqui na Aldo, durante esse tempo, lançamos mais de quatro mil novos geradores. Então, já estávamos criando o plano A, B, C, D e E. Fotovoltaico não é apenas um grid no telhado ou numa instalação de solo, fotovoltaico é muito maior que isso. Portanto, a Aldo conseguiu mostrar para o mercado que você pode no mesmo cliente oferecer quatro ou cinco sistemas de geração de energia solar para diferentes aplicações.

 

Os painéis, por exemplo, a partir de mais algumas semanas, já começam a desembarcar aqui no Brasil, e não estou falando de módulos de 550 W e 600W, porque esses são mais voltados para utility, para centralizadas ou essas grandes usinas para consumo remoto. Estou falando de novos painéis de alta eficiência para o nosso telhado brasileiro, voltado para geração distribuída. Isso começa já no finalzinho desse ano, começo do ano que vem. Vem aí uma leva de novas placas, e o mercado vai perceber que o setor vai dar um upgrade bastante grande.

 

Quais são os desafios que a Aldo espera enquanto empresa para 2021? 

 

Para 2021, os desafios continuam bastante expressivos. Alguns indicadores mostram que o problema de rota de navio da Ásia para o Brasil continuará, ainda, muito delicado. As coisas podem ser imprevisíveis. Hoje, nós estamos recebendo uma grande carga de painéis que deveriam estar na Aldo há 30 dias. E não foi culpa da Aldo, do fabricante, do exportador, todos se programaram, mas, simplesmente, os armadores e os donos desses navios pulavam portos, não coletavam ou não tinham equipamentos e contêineres disponíveis. Quando, de repente, o mercado aquece, até isso se organizar novamente deve se levar um tempo, mas esse tempo não vai acontecer nos próximos três meses. Então, o maior desafio para o início de 2021 continua sendo ainda a logística internacional para garantir espaço e ter as mercadorias aqui disponíveis no tempo adequado.

 

O fabricante lá fora está pronto para nos atender e a Aldo também está pronta para começar um 2021 maravilhoso, espetacular, porque nós não temos dúvidas que, além de uma venda represada, que não aconteceu em 2020, ainda vem o crescimento natural que estava programado para o ano que vem. Portanto, crescer, pelo menos, mais 100-120%, hoje eu digo ser muito tranquilo para o próximo ano.

 

Como que é a atuação da Aldo com os seus parceiros? Como que você nutre esse relacionamento?

 

Quando falamos de fornecedores, a Aldo é muito seletiva e premiamos por quem é líder de mercado. A empresa premia quem é desenvolvedor da tecnologia, quem produz o seu próprio produto e, principalmente, premiamos aquele fabricante, parceiro que bem utiliza de um canal de distribuição puro, tais como as suas mercadorias. Esses são pontos bem fundamentais. Um critério absoluto que a Aldo carrega é que todos eles têm que estar com a sua subsidiária aqui no Brasil, com técnicos, engenheiros, marketing, pós-venda, com serviços para suportar todo esse volume, todo esse caminho que tem do projeto à instalação, comissionamento e tempo de garantia. Então, isso é uma seletividade. Quem consegue fazer tudo isso está dentro da Aldo, e para os revendedores é a mesma coisa.

 

A Aldo é uma distribuidora que defende toda a cadeia, é um canal oficial desses fabricantes e está posicionada como um grande hub, que consegue fazer toda essa logística internacional e nacionalizar toda essa mercadoria, colocando em tempo real com agendamento de entrega lá na obra. E a Aldo, preservando a cadeia, está preservando o negócio deles, porque, jamais vendemos e jamais vamos vender diretamente qualquer tipo e qualquer tamanho de projeto, isso nunca aconteceu com nenhuma linha nossa de negócios e muito menos agora vai ser com o fotovoltaico. A Aldo está aqui, firme e forte, para os próximos anos como provedor.

 

Gostaria que comentasse uma experiência que passou no setor fotovoltaico, que a partir dessa vivência, teve uma visão diferente do mercado.

 

Tem várias, vários casos. São experiências muito fortes, de situações que a gente vislumbra a médio e longo prazo, que nos coloca em um ritmo diferente. Na Intersolar de 2018, por exemplo, a Aldo teve que tomar uma decisão inédita, aliada a um fabricante de painel, que já tinha 90% de share aqui no mercado local. Em agosto daquele ano, na mesinha da nossa primeira feira, tivemos que levantar a cabeça e dizer assim: ‘Então, encerramos a parceria. A Aldo vai em busca de outros fornecedores e vamos seguir a nossa vida’. São situações muito relevantes e hoje, tenho certeza, e acredito que o mercado tem também com a gente, que essa decisão foi acertada e estamos aqui comemorando como melhor empresa do setor atacadista, uma das maiores do Brasil e que está em um ritmo de crescimento alucinante. Isso é muito bacana, só não vou citar nomes, por respeito, mas isso aconteceu em agosto de 2018.

 

Qual mensagem que você deixa para quem pensa em investir no setor solar?

 

O setor do fotovoltaico brasileiro continua crescendo. Poucos negócios no mundo têm o que nós temos aqui hoje. Então, que vocês acreditem, que continuem fiéis nesse propósito, porque o nosso negócio ainda é por muitas décadas. A nossa missão é levar energia solar a todos o brasileiros, a nossa missão é cuidar do bolso das famílias, das empresas, é disponibilizar energia em tempo integral e poder dizer que estamos colaborando fielmente com o nosso planeta, cuidando do meio ambiente e preservando a nossa água nas usinas.

Aldo Solar economia energia solar Entrevista
Foto de Mateus Badra
Mateus Badra
Jornalista graduado pela PUC-Campinas. Atuou como produtor, repórter e apresentador na TV Bandeirantes e no Metro Jornal. Acompanha o setor elétrico brasileiro desde 2020.
AnteriorAnterior
PróximoPróximo

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Os comentários devem ser respeitosos e contribuir para um debate saudável. Comentários ofensivos poderão ser removidos. As opiniões aqui expressas são de responsabilidade dos autores e não refletem, necessariamente, a posição do Canal Solar.

Notícias do Canal Solar no seu E-mail

Relacionados

Complexo solar de mais de R$ 1 bilhão entra em operação em Goiás Fonte: https://canalsolar.com.br/complexo-solar-1-bilhao-goias/

Complexo solar de mais de R$ 1 bilhão entra em operação em Goiás

Companhia têxtil avança na estratégia de autoprodução de energia

Companhia têxtil avança na estratégia de autoprodução de energia

Mais Notícias

Ver Mais
Clima deve desafiar o setor elétrico no segundo semestre

Clima deve desafiar o setor elétrico no segundo semestre

Energia solar chega a escolas públicas e capacita mulheres no RN

Energia solar chega a escolas públicas e capacita mulheres no RN

Aldo Solar anuncia agenda nacional de roadshows e eventos técnicos para 2026

Aldo Solar anuncia agenda nacional de roadshows e eventos técnicos para 2026

É um canal de notícias e informações sobre o setor de energia solar fotovoltaica. O conteúdo do canal é protegido pela lei de direitos autorais. É proibida a reprodução parcial ou total deste site em qualquer meio.

Facebook X-twitter Instagram Youtube Linkedin Spotify

Mapa do Site

Categorias

  • Notícias
  • Artigos
  • Entrevistas
  • Guia do Consumidor
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Projetos
  • Revista
  • Veículos Elétricos

Canais

  • Sobre Nós
  • Contato
  • Privacidade
  • Política de Qualidade
  • Trabalhe Conosco
  • Expediente
  • Anuncie aqui

Associação e certificações

Copyright © 2026 Canal Solar, todos os direitos reservados. CNPJ: 29.768.006/0001-95 Endereço: Edificio José Maurício – Av. Mackenzie, 1835 – Andar 3, – Vila Brandina, Campinas – SP, 13092-523

Nós usamos cookies para tornar sua experiência neste site melhor Saiba mais sobre os cookies que utilizamos ou desligue nas suas .

Receba as últimas notícias

Assine nosso boletim informativo semanal

Preencha os dados acima e receba seu exemplar gratuito da revista canal solar

Canal Solar
Powered by  GDPR Cookie Compliance
Privacidade

Este site usa cookies para que possamos fornecer a melhor experiência de usuário possível. As informações de cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.

Cookies estritamente necessários

Strictly Necessary Cookie should be enabled at all times so that we can save your preferences for cookie settings.

Cookies para terceiros

This website uses Google Analytics to collect anonymous information such as the number of visitors to the site, and the most popular pages.

Keeping this cookie enabled helps us to improve our website.