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Início / Notícias / Brasil importou mais de US$ 3,3 bi em módulos chineses em 2022

Brasil importou mais de US$ 3,3 bi em módulos chineses em 2022

Montante representa mais de 8,3% das importações realizadas junto ao país asiático entre janeiro e agosto
Acompanhe pelo Whatsapp
  • Foto de Henrique Hein Henrique Hein
  • 4 de outubro de 2022, às 16:35
2 min 4 seg de leitura

Dados da SECEX (Secretaria de Comércio Exterior) apontam que cerca de 8,35% dos produtos importados da China para o Brasil nos primeiros oito meses deste ano foram provenientes da aquisição de módulos fotovoltaicos. 

De janeiro a agosto, a chegada de equipamentos chineses ao Brasil acumulou cerca de US$ 39,74 bilhões – uma alta de 35,1% em relação ao mesmo período do ano passado e de 63,8% em relação a 2019. 

Deste montante, cerca de US$ 3,55 bilhões foram de oriundos da compra de máquinas, aparelhos e materiais elétricos, dos quais 95% (mais de U$$ 3,3 bilhões) foram fruto – única e exclusivamente – da aquisição de módulos fotovoltaicos.

O volume de US$ 3,55 bilhões representa mais que o dobro dos US$ 1,43 bilhão contabilizados no mesmo período do ano passado e cinco vezes mais que os US$ 700 milhões de 2019. 

De acordo com a AEB (Associação de Comércio Exterior do Brasil), o aumento tem relação com o fato de os fornecedores chineses estarem aproveitando o momento de expansão das energias renováveis no Brasil ao mesmo tempo em que precisam diversificar a sua própria matriz energética. 

Atualmente, a China tem como um de seus principais compromissos atingir a neutralidade de carbono até 2060. Para isso, intensificou o fomento em energias renováveis, sobretudo da fonte solar, dentro de um plano que propicia o desenvolvimento de tecnologias na área e viabiliza a diversificação na exportação de produtos. 

Energia solar em alta

Dados da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), apontam que, em menos de dois anos, o país praticamente dobrou a sua potência operacional: de 10 GW em abril de 2021 para mais de 19 GW em setembro deste ano.

O crescimento observado no Brasil também ocorre em outros países, como nos Estados Unidos, que vêm registrando contratações recordes este ano, e na China, única grande fornecedora de painéis solares do mundo. 

De janeiro a agosto, a capacidade instalada chinesa, por exemplo, cresceu 27,2% em relação ao mesmo período de 2021, segundo informações da agência estatal National Energy Administration.

Na semana passada, dados divulgados pela IRENA (Agência Internacional de Energia) mostraram que a energia solar foi a fonte renovável com o maior número de contratações realizadas no ano passado em todo o mundo, com 4,2 milhões de novos postos de trabalho ou 33% do total de 12,7 milhões de contratações. 

China energia solar importação de módulos
Foto de Henrique Hein
Henrique Hein
Atuou no Correio Popular e na Rádio Trianon. Possui experiência em produção de podcast, programas de rádio, entrevistas e elaboração de reportagens. Acompanha o setor solar desde 2020.
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