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Início / Notícias / Brasil retoma processo de adesão à IRENA

Brasil retoma processo de adesão à IRENA

Medida reafirma o compromisso do país com a transição energética
Acompanhe pelo Whatsapp
  • Foto de Mateus Badra Mateus Badra
  • 14 de janeiro de 2025, às 08:45
1 min 31 seg de leitura
Brasil retoma processo de adesão à IRENA
Com a adesão, é esperado que o Brasil tenha maior influência nas discussões globais sobre energias renováveis. Foto: Freepik

O Brasil retomou o processo de adesão à IRENA (Agência Internacional de Energias Renováveis) durante evento da entidade em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, no último sábado (11). 

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A medida é vista pelo MME (Ministério de Minas e Energia) como um avanço significativo nas políticas energéticas brasileiras, alinhando o país aos principais esforços internacionais para enfrentar os desafios das mudanças climáticas. 

O processo havia sido interrompido no governo anterior. A medida reafirma o compromisso do Brasil com a transição energética e o fortalecimento da cooperação internacional em energias renováveis.

Com a adesão, é esperado que o Brasil tenha maior influência nas discussões globais sobre energias renováveis e maior contribuição para o desenvolvimento de novas tecnologias e práticas sustentáveis no setor energético.

Coalizão Global para Planejamento da Transição e Segurança Energética

Além da formalização de adesão à IRENA, durante seu encontro com o diretor-geral da IRENA, Francesco La Camera, o ministro Alexandre Durante entregou uma carta formal convidando a entidade para secretariar a Coalizão Global para Planejamento da Transição e Segurança Energética.

A coalizão é um desdobramento direto das discussões realizadas durante a presidência brasileira do G20 em 2024, com o objetivo de promover soluções colaborativas para planejar de forma integrada e sustentável a transição energética global, garantindo a segurança energética e o acesso universal a fontes de energia limpas e renováveis. 

A Coalizão será oficialmente lançada no Rio de Janeiro, em junho, e visa criar um espaço para o diálogo e a ação conjunta entre países, empresas e organizações não governamentais.

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IRENA MME (Ministério de Minas e Energia) transição energética
Foto de Mateus Badra
Mateus Badra
Jornalista graduado pela PUC-Campinas. Atuou como produtor, repórter e apresentador na TV Bandeirantes e no Metro Jornal. Acompanha o setor elétrico brasileiro desde 2020.
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Uma resposta

  1. Arthur Oliveira disse:
    14 de janeiro de 2025 às 10:09

    A adesão do Brasil à IRENA (Agência Internacional de Energias Renováveis) pode ser vista como um avanço na agenda de transição energética, mas essa postura entra em contradição com diversas políticas internas. O aumento de impostos sobre a importação de módulos solares, por exemplo, resulta em custos mais elevados para a adoção de energias renováveis, afetando diretamente o desenvolvimento da solar no país. Esse tipo de medida vai contra o discurso de incentivo à transição energética, pois torna as tecnologias limpas mais caras e menos acessíveis.

    Além disso, a intervenção do governo no mercado de energia, especialmente no Ambiente de Contratação Livre (ACL), para beneficiar especuladores financeiros, gera distorções e insegurança, prejudicando a competitividade e a atração de investimentos no setor. Ao invés de criar um mercado mais eficiente e transparente, essa postura contribui para a especulação, afastando o país dos objetivos de sustentabilidade.

    Outro ponto crucial é a falta de integração entre as agências reguladoras, como a ANEEL, CCEE, ANA, INMET e a ONS, o que impede uma gestão mais eficiente e coordenada do setor elétrico. A ausência de uma regulamentação harmonizada dificulta a implementação de políticas de transição energética, tornando o ambiente regulatório ainda mais complexo.

    Portanto, embora a adesão à IRENA seja um movimento positivo em termos de imagem internacional, o Brasil precisa alinhar suas políticas internas com os compromissos assumidos, garantindo uma transição energética eficaz e sem contradições. Caso contrário, o país poderá se ver preso em um ciclo de discursos vazios sem impacto real.

    Responder

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A pesquisa, realizada nas últimas semanas com entrevistados de todas as regiões do país, também indica que 95% da população vivenciou pelo menos uma interrupção no fornecimento de energia no último ano. Entre os entrevistados, cerca de 38% relataram ter enfrentado entre três e cinco quedas de energia, enquanto 13% disseram ter passado por mais de dez ocorrências de blecautes no mesmo período. Impactos no dia a dia As interrupções no fornecimento de energia afetam diretamente a rotina da população. De acordo com o levantamento, 68% dos entrevistados apontaram a interrupção no trabalho como um dos principais impactos. Outros efeitos citados foram a suspensão de atividades de lazer ou entretenimento (58%) e a dificuldade para realizar tarefas domésticas (56%). Diante das falhas no fornecimento, muitos brasileiros recorrem a soluções improvisadas. O estudo indica que 81% das pessoas utilizam fontes alternativas de iluminação, como velas e lanternas, durante os apagões. “A falta de energia não é apenas um incômodo para a população, ela pode trazer prejuízos consideráveis para famílias e empresas. A paralisação do trabalho, além da perda de alimentos e aparelhos eletrônicos, são apenas alguns dos prejuízos”, disse Patrick von Schaaffhausen, CEO da Descarbonize Soluções.

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