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Início / Notícias / Especialista traça perspectivas para o futuro do armazenamento no Brasil

Especialista traça perspectivas para o futuro do armazenamento no Brasil

Entre os fatores que promovem o crescimento está a queda do preço de baterias
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  • Foto de Mateus Badra Mateus Badra
  • 14 de dezembro de 2020, às 08:00
4 min 53 seg de leitura

O armazenamento de energia promove liberdade e garante autonomia ao prosumidor (consumidor que produz), possibilitando a gestão de consumo durante o horário ponta e de demanda, além de proteção contra falhas na rede e de alterações desfavoráveis nas regras de compensação de energia.

Essas são alguns das vantagens do armazenamento, que segue crescendo no Brasil. Mas quais são os fatores que estão promovendo essa expansão e o que fazer para que tal aplicação continue nessa caminhada energética?

Markus Vlasits, diretor da NewCharge Projetos e coordenador do GT (Grupo de Trabalho) de Armazenamento da ABSOLAR (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica), desenvolveu um estudo, em parceria com a Greener, empresa de pesquisa e consultoria, e indicou as perspectivas para o futuro do país.

Segundo o especialista, os principais motivos que contribuem para o crescimento são a queda de preço de baterias, com previsão de redução de 89% em 2020 e de 95% em 2030, além da queda de rentabilidade de aplicações no mercado financeiro.

“Para fazer acontecer o mercado brasileiro de armazenamento é preciso uma estabilidade macroeconômica. Desde o início de 2020, o Real perdeu 40% do seu valor em relação ao Dólar americano. Essa desvalorização inviabiliza muitos setores, dentre eles, o armazenamento de energia elétrica”, comentou o executivo.

“A tributação é essencial também. O código tributário não distingue entre baterias de pequeno porte e sistemas de armazenamento. Todos são tributados com alíquota cumulativa de 80% (II, IPI, PIS/COFINS, ICMS) na importação”, apontou.

Outro ponto destacado por Vlasits é a regulamentação. Ele disse que os projetos atrás do medidor acontecem em um limbo regulatório. Já a maioria dos serviços em frente do medidor são inviáveis devido à falta de regulamentação.

“A adoção de normas técnicas também é importante. Isso porque a Portaria 004 do INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) abrange baterias de chumbo-ácido e níquel cádmio e o ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) estabeleceu uma norma técnica apenas para baterias de lítio de baixa tensão (48 Vcc)”, relatou.

Prognóstico de mercado até 2030

De acordo com o diretor da NewCharge Projetos, o mercado brasileiro de armazenamento de energia poderá atingir uma capacidade instalada de 18 GWh e um faturamento cumulativo de mais de R$ 40 bilhões (sem considerar aplicações em frente do medidor) até 2030.

Maior projeto de armazenamento do Brasil

A companhia Vale do Rio Doce irá instalar, no seu terminal em Mangaratiba (RJ), um sistema de armazenamento de energia utilizando baterias de íon de lítio.

A capacidade total do projeto será de 10 MWh e servirá para reduzir os custos da empresa com energia no horário de ponta. O projeto é, atualmente, o maior no país.

Aplicações

Markus Vlasits elaborou um resumo de aplicações de armazenamento e suas perspectivas de crescimento. Confira:

Off-Grid 

  • Eletrificação rural: na região Norte, por exemplo, ainda tem mais de 1 milhão de pessoas sem acesso à energia elétrica. Sistemas off-grid de pequeno porte (solar + armazenamento) são uma alternativa viável e mais rápida à expansão à rede em lugares remotos;
  • Produtores independentes de energia: sistemas híbridos (fonte renovável + armazenamento) estão ganhando viabilidade financeira para complementar e reduzir a geração Diesel.

Atrás do medidor

  • Consumidores em média tensão: já existe um número crescente de sistemas voltados à redução de consumo durante o horário-ponta, gestão de demanda e backup – tanto para consumidores cativos, como para livres;
  • Consumidores em baixa tensão: acreditamos que existe um mercado relevante para sistema fotovoltaicos híbridos, que promovem segurança energética, além de economias na conta.

Em frente ao medidor

  • Projetos de grande porte conectados à rede: poderiam trazer uma variedade de benefícios relevantes, tais como: facilitar o despacho de fontes variáveis (usinas solares e eólicas); gerar receitas adicional no mercado livre (PLD horário); melhorar a qualidade da rede elétrica (serviços ancilares); e otimizar investimentos em redes de transmissão e distribuição. Para se tornarem realidade, estes projetos exigirão uma adequação do marco regulatório.

Crescimento do mercado global de armazenamento

Segundo o estudo realizado por Vlasits, em parceria com a Greener, a Coreia do Sul liderou o ranking em 2019, com 600 MW de potência instalada. Em segundo, aparece a Alemanha, com 500 MW, seguido da China, também com 500 MW, Estados Unidos, com 400 MW, e demais países, com 1,1 GW.

Fazendo uma análise mais aprofundada, entre 2013 e 2019, a Coreia do Sul atingiu 2,4 GW. Isso em usinas híbridas (solar + armazenamento) incentivadas através de vários programas públicos e sistemas atrás do medidor para usuários de grande porte.

Nos útlimos sete anos, os Estados Unidos alcançou 1,7 GW em sistemas residenciais e comerciais de pequeno e médio porte focados em segurança energética e economias, além de sistemas de grande porte prestando serviços para rede elétrica.

Já a China registrou 1,5 GW de potência, que serviram para facilitar despacho de usinas fotovoltaicas de grande porte e demais fontes renováveis.

Com relação à Alemanha, por exemplo, foi contabilizado 1,4 GW, que serviram como sistemas atrás do medidor, promovendo a otimização da geração distribuída. Ao total, 60% das novas instalações fotovoltaicas abaixo de 30 kWp incorporam baterias.

Se tratando de outros países, a potência instalada foi de 3,7 GW entre 2013 e 2019. Na Austrália, o destaque ficou por conta dos sistemas atrás do medidor e usinas virtuais, no Japão também os atrás do medidor (fim de tarifa prêmio para energia solar em 2019) e na Índia os leilões de sistemas híbridos.

Foto de Mateus Badra
Mateus Badra
Jornalista graduado pela PUC-Campinas. Atuou como produtor, repórter e apresentador na TV Bandeirantes e no Metro Jornal. Acompanha o setor elétrico brasileiro desde 2020.
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