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Início / Artigos / Artigo de Opinião / Geração distribuída: a revolução energética que nasceu no Brasil

Geração distribuída: a revolução energética que nasceu no Brasil

Da Resolução 482 à maturidade tecnológica, a trajetória da GD no país
Acompanhe pelo Whatsapp
  • Foto de Renato Zimmermann Renato Zimmermann
  • 12 de fevereiro de 2026, às 11:01
2 min 15 seg de leitura
Geração distribuída: a revolução energética que nasceu no Brasil
Foto: Michelli Mezuraro e Caio César Rubo/Click Solar
Artigo publicado na Revista Canal Solar – Vol. 6, Nº 7, Dezembro/2025

Este artigo tem como objetivo chamar a atenção para um mercado que nasceu no Brasil e que vem transformando silenciosamente a forma como produzimos e consumimos energia.

A eletricidade é, sem exagero, o sangue que corre nas veias da sociedade contemporânea. Sem ela, não há hospitais funcionando, não há escolas iluminadas, não há indústrias produzindo, não há internet conectando pessoas.

A energia elétrica é tão essencial que sua ausência, mesmo por poucas horas, gera caos: semáforos desligados, alimentos estragando em geladeiras, sistemas de comunicação fora do ar.

É nesse contexto que surge a GD (geração distribuída), um modelo que descentraliza a produção de energia e fortalece a resiliência do setor elétrico frente a eventos climáticos extremos — cada vez mais frequentes devido às mudanças climáticas globais.

O nascimento tímido da geração distribuída no Brasil

A história da GD no Brasil começa em 2012, quando a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) publicou a Resolução Normativa nº 482. Pela primeira vez, consumidores puderam instalar pequenos sistemas de geração de energia — principalmente solar fotovoltaica — e compensar o excedente injetado na rede.

No início, o mercado era tímido. Poucos acreditavam que painéis solares em telhados poderiam se tornar protagonistas de uma revolução energética.

Mas em 2015, uma nova resolução ampliou as possibilidades: passou a ser permitido gerar energia não apenas no local de consumo, mas também de forma remota, por meio de cooperativas e consórcios. Esse detalhe foi crucial para atrair investidores e despertar o interesse de milhares de brasileiros.

Evolução tecnológica: dos primeiros painéis aos inversores modernos

Os primeiros sistemas eram caros e pouco eficientes. Os painéis solares tinham baixa capacidade de conversão e os inversores — equipamentos que transformam a corrente contínua gerada pelos painéis em corrente alternada, compatível com a rede elétrica — eram limitados.

Um inversor é, em termos simples, o coração do sistema fotovoltaico. Sem ele, a energia produzida pelos painéis não poderia ser utilizada em nossas casas ou enviada à rede.

Com o avanço tecnológico, os inversores se tornaram mais compactos, inteligentes e potentes, capazes de monitorar em tempo real a produção e o consumo, além de garantir maior segurança.

Hoje, os sistemas são muito mais eficientes: painéis com maior capacidade de geração, inversores com conectividade digital e soluções integradas que permitem até o armazenamento em baterias.

Leia o artigo completo na íntegra da edição da revista. Clique aqui para baixar.

As opiniões e informações expressas são de exclusiva responsabilidade do autor e não obrigatoriamente representam a posição oficial do Canal Solar.

geração distribuída Revista Canal Solar Revista Canal Solar Vol. 6 | Nº 7
Foto de Renato Zimmermann
Renato Zimmermann
Mentor, Palestrante e Ativista em Sustentabilidade. Membro do INEL Instituto Nacional de Energia Limpa.
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Respostas de 3

  1. Fabrício B Aguirre disse:
    15 de fevereiro de 2026 às 21:15

    Não vejo no mercado as empresas agregando valor. Fiz dezenas de orçamentos, para vários imóveis e nenhum ofereceu plano de limpeza, manutenção periódica, apenas uma empresa faz monitoramento remoto por 12 meses e raras são as que oferecem 2 ou mais anos de garantia. Poderiam oferecer fogões de indução ou desconto em aparelhos de ar condicionado. Falta criatividade.

    Responder
  2. Alexandre Augusto Ceolin disse:
    12 de fevereiro de 2026 às 15:57

    GD1 destruída pelos lobbys

    claro que os grandes não iriam deixar passar esses bilhões de reais MENSAIS que circulam nesse BrasilZão a fora….

    Responder
  3. Alexandre Augusto Ceolin disse:
    12 de fevereiro de 2026 às 15:55

    Não existe nada parecido que esse negócio, principalmente para o pequeno e médio consumidor

    veja que na GD1 (exterminaram) uma simples fatura de 500 kwh mês ao longo de 30 anos o consumidor iria desembolsar mais de 800.000,00 jogados fora em fatura caso sem UFV

    Já instalando fotovoltaica essa fatura passaria pra menos de 100,00 no bifasico podendo pagar a instalação com o próprio dinheiro que iria fora na fatura: 48×400,00, sem mexer no bolso

    imagine então um mercado, panificadora etc. etc…, fatura de 10.000,00 com a UFV Passaram a pagar menos de 500,00 em alguns casos

    o que faltou então para 30% da população instalar ? incentivo $$$$$, propaganda foi enganosa além de ter faltado a divulgação correta dessa economia a custo zero (valor da própria fatura)

    Responder

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