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Início / Notícias / Política & Regulação / Volta do horário de verão está descartada para 2024

Volta do horário de verão está descartada para 2024

Decisão foi anunciada pelo ministro de Minas e Energia em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (16)
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  • Foto de Henrique Hein Henrique Hein
  • 16 de outubro de 2024, às 15:23
2 min 52 seg de leitura
Volta do horário de verão está descartada para 2024
Governo Federal concede coletiva de imprensa para falar sobre o horário de Verão. Foto: Ricardo Botelho/MME

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, anunciou, nesta sexta-feira (16), que o Governo Federal não vai retomar o horário de verão em 2024, mas que a medida poderá ser adotada a partir do ano que vem dependendo de novas análises.

“Hoje, na última reunião com o ONS (Operador Nacional do Setor Elétrico), chegamos à conclusão de que não há necessidade de decretação do horário de verão para este período”, declarou ele.

Com isso, a política continua extinta, com base em uma decisão tomada em abril de 2019, quando a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) encerrou a medida no país.

O ministro justificou a decisão dizendo que o país tem a sua segurança energética assegurada por causa do início de um processo de restabelecimento – ainda que modesto – das condições hídricas, o que evita a necessidade do adiantamento dos relógios em uma hora neste ano.

Segundo ele, com a volta do período chuvoso, os reservatórios ficarão abastecidos o suficiente para garantir a geração de energia nas hidrelétricas e fechar o ano sem grandes prejuízos.

Além das chuvas, o ministro alegou que medidas tomadas pelo Governo Federal ajudaram a preservar a capacidade dos reservatórios de cabeceira em cerca de 11%. “Entre as ações, que são públicas, estão a diminuição da vazão de Jupiá e Porto Primavera”, disse Silveira.

A contribuição da geração de energia solar nos horários de maior demanda da sociedade (durante o dia) também deu segurança ao MME para a tomada de decisão, ressaltou Silveira.

Como começaram as discussões?

As discussões sobre a possibilidade da volta do horário de verão em 2024 se intensificaram a partir do mês de setembro em detrimento da forte estiagem que atinge o país.

O Governo Federal passou a cogitar a possibilidade do adiantamento dos relógios em uma hora em grande parte dos estados com o objetivo de deslocar o consumo de energia elétrica no horário de pico, aliviando a pressão sobre as hidrelétricas.

Segundo dados do Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento de Desastres Naturais), o Brasil passa pela seca “mais intensa da história recente”, sendo este o pior cenário dos últimos 74 anos.

Antes de optar pelo não retorno da politica, o MME solicitou estudos técnicos para órgãos responsáveis, como ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), para embasar melhor a sua decisão.

Funcionamento do horário de verão

Desde a sua adoção, que passou a ser anual a partir de 1985, o horário de verão tinha como principal objetivo promover uma economia no consumo de energia, uma vez que a população teria uma hora mais de luz natural e poderia evitar acionar diversos equipamentos elétricos.

Antes de ser extinto, o horário de verão vigorava todos os anos entre os meses de outubro e fevereiro no Distrito Federal e nos seguintes estados: Espírito Santo; Goiás; Mato Grosso; Mato Grosso do Sul; Minas Gerais; Paraná; Rio de Janeiro; Rio Grande do Sul; Santa Catarina; e São Paulo.

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energia elétrica energia solar Horário de verão MME (Ministério de Minas e Energia)
Foto de Henrique Hein
Henrique Hein
Atuou no Correio Popular e na Rádio Trianon. Possui experiência em produção de podcast, programas de rádio, entrevistas e elaboração de reportagens. Acompanha o setor solar desde 2020.
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A pesquisa, realizada nas últimas semanas com entrevistados de todas as regiões do país, também indica que 95% da população vivenciou pelo menos uma interrupção no fornecimento de energia no último ano. Entre os entrevistados, cerca de 38% relataram ter enfrentado entre três e cinco quedas de energia, enquanto 13% disseram ter passado por mais de dez ocorrências de blecautes no mesmo período. Impactos no dia a dia As interrupções no fornecimento de energia afetam diretamente a rotina da população. De acordo com o levantamento, 68% dos entrevistados apontaram a interrupção no trabalho como um dos principais impactos. Outros efeitos citados foram a suspensão de atividades de lazer ou entretenimento (58%) e a dificuldade para realizar tarefas domésticas (56%). Diante das falhas no fornecimento, muitos brasileiros recorrem a soluções improvisadas. O estudo indica que 81% das pessoas utilizam fontes alternativas de iluminação, como velas e lanternas, durante os apagões. “A falta de energia não é apenas um incômodo para a população, ela pode trazer prejuízos consideráveis para famílias e empresas. A paralisação do trabalho, além da perda de alimentos e aparelhos eletrônicos, são apenas alguns dos prejuízos”, disse Patrick von Schaaffhausen, CEO da Descarbonize Soluções.

Apagões quase dobram no Brasil e maioria da população não acredita em melhora no cenário

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