Por que tantos empreendedores do setor solar estão deixando dinheiro na mesa ao ignorar um dos principais benefícios fiscais na implantação de usinas?
O peso do que não se sabe
No setor de energia solar, a palavra de ordem é eficiência. Cada centavo investido em tecnologia, logística e operação conta para garantir o retorno do capital aplicado.
Porém, o que muitos empreendedores ignoram é que uma boa parte dos seus custos pode ser dramaticamente reduzida ainda na fase de implantação, com o uso correto de benefícios fiscais.
Mais precisamente, estamos falando da isenção do ICMS sobre uma ampla gama de itens utilizados na construção de usinas de geração de energia solar — um regime tributário especial que, por desconhecimento, é deixado de lado por boa parte dos investidores do setor.
O caso que escancarou a economia possível
Recentemente, Thiago Bao, advogado tributarista com 20 anos de experiência no setor de energia renovável, entregou a um cliente um cheque simbólico no valor de R$ 466.993,96. Esse valor representa a economia gerada na implantação de cinco usinas solares de geração distribuída, com a correta aplicação do regime especial de isenção do ICMS.
O caso, divulgado nas redes sociais do especialista, chamou a atenção. Afinal, o investimento realizado fora do “kit solar” (que já é naturalmente isento) somava R$ 2,6 milhões em materiais e serviços que normalmente seriam tributados em 18%. O uso da legislação correta resultou em uma economia de quase meio milhão de reais.
O que muitos consideram um detalhe técnico pode representar a diferença entre um projeto financeiramente viável e um prejuízo acumulado.
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