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Início / Notícias / Política & Regulação / Ministro diz que é possível abrir totalmente o mercado livre de energia até 2030

Ministro diz que é possível abrir totalmente o mercado livre de energia até 2030

Decisão, porém, não depende apenas de vontade política; existem desafios técnicos e regulatórios que precisam ser equacionados
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  • Foto de Wagner Freire Wagner Freire
  • 20 de fevereiro de 2024, às 08:10
2 min 35 seg de leitura
energia-solar-Canal-Solar-Ministro-diz-que-e-possivel-abrir-totalmente-o-mercado-livre-de-energia-ate-2030.jpg
Ministro Alexandre Silveira no Senado Federal. Imagem: Roque de Sá/Agência Senado

Em entrevista à TV Globo, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse que é possível abrir totalmente o mercado livre até 2030. Caso isso se concretize, todos os consumidores de energia do país, inclusive os residenciais, deixarão de ser “reféns” de uma única fornecedora. 

“Nós estamos trabalhando para que a gente possa ampliar a condição da classe média e do pobre, do menos favorecido, entrar no mercado livre. Eu quero acreditar que a gente tem condições de fazer isso até 2030”, disse Silveira.

Essa seria uma forma de reduzir a conta de luz dos brasileiros, uma vez que a livre concorrência entre fornecedores no mercado livre de energia traz mais eficiência e custos menores de energia para os consumidores.

O mercado livre é um ambiente comercial do setor elétrico que possibilita os consumidores a negociarem todas as condições do fornecimento de energia, incluindo preço, prazo de pagamento, volume a ser contratado, tipo de fonte e outras flexibilidades contratuais. 

O mercado cativo, onde se encontram quase todos os consumidores do Brasil,  é o oposto do mercado livre. Nele os consumidores só podem comprar energia da distribuidora local, sem qualquer liberdade de negociar preço.

Apesar de existir desde os anos 1990, o mercado livre sempre foi restrito às grandes empresas e às indústrias eletrointensivas, como mineradoras, fabricantes de veículos, produtores de cimento, aço e muitas outras. 

Em janeiro deste ano, o mercado livre foi aberto às pequenas e médias empresas do grupo tarifário A, ou seja, aquelas conectadas em média ou alta tensão (2,3 kV). A expectativa é que 165 mil consumidores empresariais sejam beneficiados. 

A abertura total do mercado livre, no entanto, não depende apenas da vontade do governo. O mercado cativo ou regulado tem um papel estrutural na manutenção do funcionamento do setor elétrico. É ele quem banca todo o parque termelétrico e a maioria dos encargos, fundamentais para dar segurança e qualidade ao fornecimento de energia. 

Além disso, há outro problema. As distribuidoras compram energia em leilões por 20-30 anos. Essa energia é totalmente direcionada para o atendimento do mercado cativo.

Com a abertura do mercado livre, a tendência é que haja um aumento de custo de energia para os consumidores cativos que não conseguirem migrar. Isso acontece porque os consumidores cativos remanescentes terão que arcar com os custos dos contratos (legados) firmados pelas distribuidoras. 

Realizar a transição dos contratos legados sem onerar o consumidor cativo e fragilizar o setor elétrico são os grandes desafios da abertura do mercado livre. No futuro, os consumidores poderão escolher o fornecedor de energia por aplicativos de celular, assim como fazem hoje com provedores de internet, onde se escolhe o provedor e o pacote de dados.


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Alexandre Silveira Mercado Livre de Energia MME (Ministério de Minas e Energia)
Foto de Wagner Freire
Wagner Freire
Wagner Freire é jornalista graduado pela FMU. Atuou como repórter no Jornal da Energia, Canal Energia e Agência Estado. Cobre o setor elétrico desde 2011. Possui experiência na cobertura de eventos, como leilões de energia, convenções, palestras, feiras, congressos e seminários.
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A pesquisa, realizada nas últimas semanas com entrevistados de todas as regiões do país, também indica que 95% da população vivenciou pelo menos uma interrupção no fornecimento de energia no último ano. Entre os entrevistados, cerca de 38% relataram ter enfrentado entre três e cinco quedas de energia, enquanto 13% disseram ter passado por mais de dez ocorrências de blecautes no mesmo período. Impactos no dia a dia As interrupções no fornecimento de energia afetam diretamente a rotina da população. De acordo com o levantamento, 68% dos entrevistados apontaram a interrupção no trabalho como um dos principais impactos. Outros efeitos citados foram a suspensão de atividades de lazer ou entretenimento (58%) e a dificuldade para realizar tarefas domésticas (56%). Diante das falhas no fornecimento, muitos brasileiros recorrem a soluções improvisadas. O estudo indica que 81% das pessoas utilizam fontes alternativas de iluminação, como velas e lanternas, durante os apagões. “A falta de energia não é apenas um incômodo para a população, ela pode trazer prejuízos consideráveis para famílias e empresas. A paralisação do trabalho, além da perda de alimentos e aparelhos eletrônicos, são apenas alguns dos prejuízos”, disse Patrick von Schaaffhausen, CEO da Descarbonize Soluções.

Apagões quase dobram no Brasil e maioria da população não acredita em melhora no cenário

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