Atualizada em 6 de março de 2026
O setor elétrico é tradicionalmente dominado por homens, mas essa realidade vem mudando com o passar dos anos. No Canal Solar, as mulheres têm papéis fundamentais, ocupando cargos de liderança e compondo a maior parte do quadro de colaboradores.
Enquanto isso, no mercado brasileiro de energia, apenas 20% da força de trabalho é feminina e menos de 6% delas ocupam cargos de liderança. Os dados são da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica).
Dayanne Grus, líder de Recursos Humanos
“Aqui no Canal Solar, aprendi que a gente sempre pode ser melhor! Mesmo quando você acha que já está em um bom nível, percebe que ainda pode melhorar mais. Então meu maior aprendizado aqui foi acreditar mais em mim mesma”, compartilhou.
“Durante as contratações, enxergamos o ser humano acima de qualquer rótulo. Não importa a cor da pele, peso, gênero ou qualquer outra característica individual. O que realmente importa é a pessoa e seu trabalho”, explicou.
“Diferente de outras empresas que passei, onde havia restrições na contratação, aqui prezamos pela diversidade e inclusão. Somos GPTW (certificação Great Place to Work) com uma ótima pontuação em diversidade, equidade e inclusão”, acrescentou.
“Isso me deixa muito feliz! No Canal Solar, confiamos no profissionalismo das pessoas, isso faz toda a diferença no dia a dia e contribui para um ambiente de trabalho muito mais saudável e produtivo”, concluiu.
Thávia Farias, líder de Tecnologia da Informação
“O maior desafio que enfrentei ao longo da minha trajetória foi estabelecer um networking sólido em um setor que ainda é predominantemente masculino. Apesar da representatividade feminina ter crescido nos últimos anos, ainda há muita referência masculina no setor e conseguir espaço de debate entre eles ainda é cansativo”, pontuou.
“Além disso, encontrei desafios como ter minha voz ou opiniões subestimadas em reuniões e negociações. Houve momentos em que precisei reafirmar minha autoridade e conhecimento técnico para ser levada a sério. No entanto, sempre acreditei que competência e consistência falam mais alto do que qualquer viés de gênero”, acrescentou.
“Para superar esses desafios, busquei construir minha rede de contatos estrategicamente, me posicionando como referência em minha área e promovendo espaços onde outras mulheres também possam crescer. Hoje, além de liderar na tecnologia, faço questão de apoiar outras profissionais para que tenham mais visibilidade e acesso às mesmas oportunidades”, ressaltou.
“Se eu pudesse dar um conselho para outras mulheres que estão entrando nesse setor, seria: espalhe o seu conhecimento, construa alianças e nunca subestime seu potencial. O mercado precisa do nosso olhar inovador e estratégico”, compartilhou.
“Já no Canal Solar, uma das maiores oportunidades foi ter a oportunidade de conectar tecnologia e negócios de forma estratégica, orientando a equipe interna e ajudando empresas a otimizarem seus processos e aumentarem sua eficiência. Além disso, sempre tive espaço para ampliar minhas conexões no setor e trocar experiências com outros profissionais e me posicionar ainda mais como uma referência feminina em tecnologia”, concluiu.
Ericka Araújo, Gerente de Comunicação
“Trabalhamos em um mercado que, tradicionalmente, tem sido mais masculino, e, por isso, pode haver resistência em ouvir uma mulher assumindo uma posição de liderança. No entanto, no Canal Solar, sempre encontrei um ambiente de oportunidades, sem que minha condição de mulher fosse um fator limitante”, comentou.
“A principal chance que agarrei com todas as forças foi o podcast, que me permitiu representar o Canal Solar em diversas ocasiões. Mas o que realmente abriu portas para viajar e cobrir eventos internacionais foi a confiança no meu trabalho, resultado de várias entregas feitas com qualidade. Isso me permitiu me afirmar como jornalista no setor de energia, e o reconhecimento que tenho recebido ao longo da minha trajetória é uma das maiores recompensas da minha carreira”, acrescentou.
Aline Ferreira, líder de desenvolvimento de novos negócios
“Acho que tudo depende dos nossos esforços e da forma como encaramos os desafios. Na engenharia, pode haver mais homens, mas o que realmente importa é o empenho no trabalho, que é igual para todos. A diferença está no gênero, mas não no esforço necessário para a profissão”, disse.
“Hoje, faço parte da área de engenharia, atuando no desenvolvimento de novos negócios. Minha trajetória aqui foi um divisor de águas, me deu muitas oportunidades para me desenvolver e crescer profissionalmente. Quando entrei, tinha 25 anos, hoje estou prestes a completar 30 e vejo o quanto essa experiência foi importante para a minha evolução profissional. Aqui no Canal Solar, aprendo todos os dias. Sou muito grata por todas as oportunidades que tive, e pelas que ainda tenho a cada dia”, completou.
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