• qui, 22 janeiro, 2026
Facebook X-twitter Instagram Youtube Linkedin Spotify
  • GC Solar: 17,95 GW
  • GD Solar: 41,3 GW
  • Módulos TOPCon: US$ 0,088/W
  • Células P-Type: US$ 0,034/W
  • Células N-Type: US$ 0,032/W
  • Módulos HJT: US$ 0,10/W
  • N-Type Wafer: US$ 0,128 /pç
  • Polissilício: US$ 19,00 /kg
  • GC Solar: 17,95 GW
  • GD Solar: 41,3 GW
  • Módulos TOPCon: US$ 0,088/W
  • Células P-Type: US$ 0,034/W
  • Células N-Type: US$ 0,032/W
  • Módulos HJT: US$ 0,10/W
  • N-Type Wafer: US$ 0,128 /pç
  • Polissilício: US$ 19,00 /kg
  • Anuncie aqui
  • Sobre nós
  • Expediente
  • Notícias
    • Armazenamento de energia
    • Mercado e Preços
    • Investimentos & Negócios
    • Política e Regulação
  • Artigos
    • Baterias
    • Artigo de Opinião
  • Renováveis
  • Latam
  • Blog
  • Empresas de energia solar
  • Integradores
  • Revista
    • Revista Canal Solar
    • Revista Conecta
  • Eventos
  • Vídeos
  • Veículos Elétricos
  • Consultoria
  • Cursos
  • Notícias
    • Armazenamento de energia
    • Mercado e Preços
    • Investimentos & Negócios
    • Política e Regulação
  • Artigos
    • Baterias
    • Artigo de Opinião
  • Renováveis
  • Latam
  • Blog
  • Empresas de energia solar
  • Integradores
  • Revista
    • Revista Canal Solar
    • Revista Conecta
  • Eventos
  • Vídeos
  • Veículos Elétricos
  • Consultoria
  • Cursos
  • Notícias
    • Brasil
    • Mundo
    • Tecnologia e Inovação
  • Artigos
    • Técnicos
    • Opinião
  • Renováveis
  • Latam
  • Blog
  • Empresas de energia solar
  • Integradores
  • Revista
    • Revista Conecta
  • Eventos
  • Vídeos
  • Quem Somos
  • Anuncie Aqui
  • CS Consultoria
  • Canal VE
  • Cursos
  • Notícias
    • Brasil
    • Mundo
    • Tecnologia e Inovação
  • Artigos
    • Técnicos
    • Opinião
  • Renováveis
  • Latam
  • Blog
  • Empresas de energia solar
  • Integradores
  • Revista
    • Revista Conecta
  • Eventos
  • Vídeos
  • Quem Somos
  • Anuncie Aqui
  • CS Consultoria
  • Canal VE
  • Cursos
Início / Notícias / Entrevista / Primeira cooperativa de GD do Brasil cresce 40% em 2025 e chega a 60 mil clientes

Primeira cooperativa de GD do Brasil cresce 40% em 2025 e chega a 60 mil clientes

Com atuação em oito estados, COGECOM reforça estratégia de crescimento e mira avanço da geração distribuída em 2026
Acompanhe pelo Whatsapp
  • Foto de Wagner Freire Wagner Freire
  • 22 de janeiro de 2026, às 11:34
6 min 52 seg de leitura
Primeira cooperativa de GD do Brasil cresce 40% em 2025 e chega a 60 mil clientes
COGECOM/Divulgação

Fundada em 2017 e com sede em Curitiba, a COGECOM se apresenta como a primeira cooperativa de geração distribuída do país. Atualmente, a cooperativa administra 480 MW em usinas e atende mais de 60 mil unidades consumidoras, com atuação nos estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goiás e São Paulo.

Em 2025, a COGECOM investiu cerca de R$ 5 milhões em tecnologia e estrutura operacional, e encerrou o ano com crescimento de 40% na base de clientes. Para 2026, a expectativa é ampliar essa base em 38%, além de incorporar 20 MW adicionais em novas usinas já no primeiro semestre.

O Canal Solar conversou com Rafael Fontes, Gerente Comercial da cooperativa, que faz um balanço de um ano marcado por incertezas regulatórias, detalha os ganhos de eficiência com o uso de inteligência artificial e comenta as perspectivas para 2026. Confira os principais trechos da entrevista.

Para começar, como foi o ano de 2025 para a COGECOM?

Foi um ano fantástico para nós. Mesmo diante de muitas incertezas e movimentos regulatórios bastante complexos, conseguimos crescer e alcançar aquilo que havíamos projetado, não só em termos de números, mas principalmente em construção de negócio, personalização e aprimoramento dos nossos processos.

As incertezas regulatórias nos obrigaram a adaptar produtos, fluxos comerciais, parcerias e a própria estrutura da cooperativa. Isso acabou sendo uma oportunidade. Melhoramos muito o que entendemos como cooperativismo, como parceria comercial e como construção de um ecossistema cooperativista. Foi, de fato, um ano incrível.

Cogecom: usinas solares gerenciadas mais que dobram em apenas 1 ano

Quais números ajudam a dar materialidade a esse resultado?

Encerramos o ano com cerca de 480 MW de potência instalada sob gestão, com uma geração mensal próxima de 86 GWh, dentro do previsto. Chegamos a 60 mil unidades consumidoras ativas, distribuídas em oito estados e atendidas por 12 concessionárias.

Esse volume trouxe uma demanda enorme de processamento e gestão. Nosso sistema operacional precisou ser revisto várias vezes ao longo do ano. Hoje ele é muito mais robusto para captura, processamento e gestão de energia. Isso traz segurança não só para os clientes, mas também para investidores e parceiros comerciais.

Além disso, houve uma mudança importante de visão: passamos a tratar a energia solar não apenas como uma solução tecnológica, mas como um instrumento de inclusão econômica. A GD sempre teve esse papel, mas em 2025 ela passou a ser tratada como um lastro econômico para fortalecer cooperados, investidores e parceiros.

Esses 60 mil clientes representam qual crescimento em relação aos anos anteriores?

Tínhamos uma meta de crescimento de cerca de 40% na base ativa, e alcançamos 40,2%. As 60 mil unidades consumidoras ativas refletem exatamente esse crescimento. Temos ainda unidades em processos de migração, desligamento ou transição de segmento, que ficam na base, mas não entram como ativas.

E em termos de consumo?

O consumo mensal gira em torno de 70 a 72 GWh. Trabalhamos sempre com um pequeno excedente de geração para garantir atendimento em momentos de pico. Atuamos em oito estados e atendemos desde grandes redes de farmácias, restaurantes e varejo até consumidores menores.

Em 2025, também ampliamos nossa atuação para clientes em alta tensão. Além da solar, contamos com fontes hídricas e térmicas, o que permite compensação inclusive em horário de ponta.

Quantas usinas estão hoje sob gestão da cooperativa?

São cerca de 1.600 usinas ativas. Em quantidade, aproximadamente 80% são solares, e os outros 20% se dividem entre hídricas e térmicas. Em termos de geração, a solar responde por algo em torno de 60%, enquanto as hídricas e térmicas têm produção mais contínua e volumes maiores.

As térmicas utilizam quais combustíveis?

Principalmente biomassa, resíduos de madeira, cavaco. Temos duas unidades a biogás, mas ainda com desempenho limitado. Em larga escala, o biogás ainda enfrenta desafios técnicos importantes.

Você citou incertezas regulatórias. Pode detalhar?

As MPs 1300 e 1304 trouxeram muitas dúvidas. Houve pontos sensíveis sobre compensação, tarifas, subsídios e abertura antecipada do mercado. Isso afeta diretamente investidores, cooperados e a previsibilidade dos contratos.

Outro ponto crítico é a capacidade da rede de distribuição. A MMGD cresce rapidamente – há projeções de até 64 GW até 2030 – e a rede ainda não está preparada. Faltam capacidade, processos e agentes para lidar com listas de rateio, compensações e operações. Tudo isso torna a escalabilidade um grande desafio.

 Com as MPs avançando, como vocês enxergam 2026?

A MP 1304 ainda gera apreensão enquanto não passa por todo o processo de sanção. Existe um déficit claro de investimentos em rede de distribuição, e isso precisa ser endereçado.

Mesmo assim, 2026 é um ano fundamental para nós. O foco é fortalecer ainda mais o ecossistema cooperativista, conectando cooperados, investidores e parceiros comerciais. A energia deixou de ser apenas um produto de economia e passou a ser um vetor de desenvolvimento econômico.

 Há expectativa de crescimento em número de clientes?

Sim. Nossa prioridade é retenção e educação do cliente. Investimos muito em conscientização sobre consumo, produção e impacto econômico da energia. Esperamos crescer cerca de 38%, variando entre 35% e 38% conforme o estado, com possível expansão para São Paulo.

Vocês devem adicionar novas usinas à gestão?

Temos contratos de conexão até 2032, que entram automaticamente conforme as usinas são conectadas. Mesmo com incertezas como fio B e TUSD, o mercado solar continuou crescendo, impulsionado por redução de custos de equipamentos e logística. Devemos adicionar com tranquilidade cerca de 20 MW de potência já no primeiro semestre.

Como evoluiu o perfil dos cooperados ao longo dos anos?

Temos mais CPFs em quantidade, mas o CNPJ concentra o maior volume de consumo. Nos últimos anos, houve um movimento natural de grandes clientes buscando autoprodução, mercado livre ou soluções próprias, o que torna esse perfil mais escasso.

O mercado, e nós junto com ele, caminha para o consumidor de menor porte, especialmente residencial. Isso exige mais automação, velocidade e segurança operacional. Em 2025, tivemos uma entrada muito grande de clientes de baixo consumo, mantendo os grandes.

Quais setores se destacam entre os clientes CNPJ?

É bastante variado: tecnologia, combustíveis, alimentação, varejo, medicamentos, hotéis, condomínios, contabilidade, panificadoras, mercados. Temos mais de 180 CNAEs registrados. Farmácias, por exemplo, representam centenas de unidades para um único CNPJ.

Quanto vocês têm investido para melhorar a gestão?

Entre 2023 e 2024, investimos alguns milhões no desenvolvimento do nosso software. Em 2025, foram investidos cerca de R$ 5 milhões, entre plataforma, desenvolvedores e serviços complementares.

Apesar da automação, mantemos um atendimento fortemente humanizado. Temos mais de 120 pessoas dedicadas à experiência do cliente. Tentamos automatizar totalmente no passado, mas não funcionou. O cliente quer falar com pessoas.

E o papel da inteligência artificial?

A IA tem um papel gigantesco no nosso negócio. A IA analisa listas de rateio, faturas, identifica erros de compensação e tributação, faz pré-atendimento, pré-venda e até fechamento em alguns canais. O maior ganho foi no billing, faturamento e projeções de produção. Ela permite identificar erros rapidamente e tomar decisões muito mais ágeis.

Como vocês estão se preparando para a reforma tributária?

Desde o anúncio, adaptamos sistemas de faturamento, emissão de recibos e notas. A locação passou a ser tratada como serviço tributável, exigindo mudanças profundas no layout de faturas, plataformas de pagamento e controles internos. Ainda bem que há um período de transição.

Como a padronização das faturas pelas distribuidoras ajuda no negócio de GD?

Para nós, é excelente. Sempre defendemos isso. Internamente, já criamos identificadores únicos. Com a padronização oficial, a expectativa é de maior organização. O receio é o período de transição, para evitar erros de faturamento e compensação, mas no médio prazo é um avanço enorme.

Todo o conteúdo do Canal Solar é resguardado pela lei de direitos autorais, e fica expressamente proibida a reprodução parcial ou total deste site em qualquer meio. Caso tenha interesse em colaborar ou reutilizar parte do nosso material, solicitamos que entre em contato através do e-mail: redacao@canalsolar.com.br.

Curso Mercado Livre GD (geração distribuída)
Foto de Wagner Freire
Wagner Freire
Wagner Freire é jornalista graduado pela FMU. Atuou como repórter no Jornal da Energia, Canal Energia e Agência Estado. Cobre o setor elétrico desde 2011. Possui experiência na cobertura de eventos, como leilões de energia, convenções, palestras, feiras, congressos e seminários.
AnteriorAnterior

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Os comentários devem ser respeitosos e contribuir para um debate saudável. Comentários ofensivos poderão ser removidos. As opiniões aqui expressas são de responsabilidade dos autores e não refletem, necessariamente, a posição do Canal Solar.

Notícias do Canal Solar no seu E-mail

Relacionados

Canal Solar - Ele abriu uma comercializadora na pandemia e hoje atende empresas como Kalunga e McDonald’s

Ele abriu uma comercializadora na pandemia e hoje atende empresas como Kalunga e McDonald’s

GreenYellow reforça aposta em baterias e solar behind the meter para C&I

GreenYellow reforça aposta em baterias e solar behind the meter para C&I

Mais Notícias

Ver Mais
Confira o ranking da geração distribuída no Brasil em 2026
  • 21 de janeiro, 2026
Foto de Raphael Guerra
Raphael Guerra

Confira o ranking da geração distribuída no Brasil em 2026

Bolívia garante contratos de lítio para atrair investimentos verdes
  • 20 de janeiro, 2026
Foto de Raphael Guerra
Raphael Guerra

Bolívia garante contratos de lítio para atrair investimentos verdes

Escalada de preços no mercado livre leva agentes a antecipar contratos e buscar proteção
  • 20 de janeiro, 2026
Foto de Wagner Freire
Wagner Freire

Escalada de preços no mercado livre leva agentes a antecipar contratos e buscar proteção

É um canal de notícias e informações sobre o setor de energia solar fotovoltaica. O conteúdo do canal é protegido pela lei de direitos autorais. É proibida a reprodução parcial ou total deste site em qualquer meio.

Facebook X-twitter Instagram Youtube Linkedin Spotify

Mapa do Site

Categorias

  • Notícias
  • Artigos
  • Entrevistas
  • Guia do Consumidor
  • Colunistas
  • Projetos
  • Brasil
  • Mundo
  • Artigos Técnicos
  • Artigos de Opinião
  • Artigos do Fabricante
  • Setor Elétrico
  • Licitações
  • Produtos

Canais

  • Sobre Nós
  • Contato
  • Trabalhe conosco
  • Privacidade
  • Expediente
  • Anuncie aqui

Associação e certificações

Copyright © 2025 Canal Solar, todos os direitos reservados. CNPJ: 29.768.006/0001-95 Endereço: Edificio José Maurício – Av. Mackenzie, 1835 – Andar 3, – Vila Brandina, Campinas – SP, 13092-523

Nós usamos cookies para tornar sua experiência neste site melhor Saiba mais sobre os cookies que utilizamos ou desligue nas suas .

Receba as últimas notícias

Assine nosso boletim informativo semanal

Canal Solar
Powered by  GDPR Cookie Compliance
Privacidade

Este site usa cookies para que possamos fornecer a melhor experiência de usuário possível. As informações de cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.

Cookies estritamente necessários

Strictly Necessary Cookie should be enabled at all times so that we can save your preferences for cookie settings.

Cookies para terceiros

This website uses Google Analytics to collect anonymous information such as the number of visitors to the site, and the most popular pages.

Keeping this cookie enabled helps us to improve our website.