9 de maio de 2021

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A expansão da presença feminina no mercado fotovoltaico brasileiro

Josiane Palomino, CEO da Sou Vagalume, avalia a participação das mulheres no setor elétrico e solar

Autor: 11 de março de 2021Brasil
A expansão da presença feminina no mercado fotovoltaico brasileiro

“É percebido um crescimento expressivo de mulheres em cargos de liderança, mas há muito espaço para termos uma participação ainda maior”. Esta é a avaliação de Josiane Palomino, CEO da Sou Vagalume.

Durante a sua participação no podcast Papo Solar desta quarta-feira (10), a executiva analisou a presença feminina no setor elétrico e fotovoltaico, tanto na área acadêmica quanto na área operacional, que envolve a estruturação de empresas e a realização de projetos.

“Possuímos grandes referências no setor elétrico, grande mulheres com papéis extremamente relevantes. Falando do mercado renovável, em geral, temos a Elbia Gannoum na ABEEólica (Associação Brasileira de Energia Eólica), temos a Bárbara Rubim na ABSOLAR (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica), entre tantas outras que se fazem presentes no dia-a-dia do segmento”, exemplificou Josiane.

Ao longo do podcast, ela destacou ainda a importância das renováveis para o mercado de energia, assunto que está em evidência quando se olha para os investimentos com foco em ESD (desenvolvimento ecologicamente sustentável).

“É fundamental a presença de papéis femininos que assumam essas posições e que tragam cada vez mais informações e mais detalhes desse dia-a-dia para que nós possamos ter uma participação mais relevante”, apontou. 

Ademais, segundo a especialista, está mais que comprovado que um ambiente diverso tem muito há contribuir com todos os negócios, de maneira geral. “Não estamos falando só de setor elétrico e renovável, estamos falando de negócios. Quando falamos de ambientes que tendem a pensar muito parecido, é muito difícil ter alguma discussão, alguma visão que de repente corrija uma rota”.

“Então, a diversidade vem com esse papel, porque tem diferentes mentes, com diferentes histórias e talentos, todos contribuindo e agregando para que tenham visões distintas, para que possam crescer nas diferenças e nas nossas compartimentalidades. Portanto, penso que um desses quesitos é a questão da presença feminina que traz essa discussão para a mesa”, concluiu.

Mateus Badra

Mateus Badra

Jornalista graduado pela PUC-Campinas. Experiência como produtor, repórter e apresentador em diferentes veículos de comunicação: mídia impressa, online e televisiva.

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