Um conjunto de 200 escolas públicas do Paraná passa a contar com a instalação de sistemas de geração solar e melhorias em eficiência energética, em um projeto que soma R$ 23 milhões em investimentos e tem conclusão prevista até 2027.
A iniciativa envolve instituições das redes estadual e municipal, com intervenções que vão desde a implantação de usinas fotovoltaicas até a substituição de equipamentos antigos por modelos mais eficientes.
Ao todo, 155 escolas receberão sistemas próprios de geração solar, enquanto outras 45 passarão exclusivamente por modernização de infraestrutura elétrica, devido a limitações estruturais.
Além da instalação de 6.467 placas fotovoltaicas, o projeto prevê a troca de 10.540 lâmpadas, 246 geladeiras e 196 aparelhos de ar-condicionado, contribuindo para a redução do consumo de energia e melhoria das condições de uso nas unidades de ensino.
Impactos diretos
Os benefícios vão além da economia na conta de luz. A modernização da infraestrutura elétrica deve proporcionar ambientes mais confortáveis para alunos e professores, ao mesmo tempo em que libera recursos financeiros que podem ser redirecionados para atividades pedagógicas.
Em algumas escolas, os efeitos já começam a ser percebidos. Unidades da região Noroeste do estado estão entre as primeiras a receber os sistemas, em uma fase inicial que inclui oito instituições de ensino distribuídas em diferentes municípios.
A presença da geração solar no ambiente escolar também reforça a dimensão educativa do projeto, ao aproximar os estudantes de conceitos ligados à sustentabilidade e ao uso consciente de recursos naturais.
Projeto
A ação faz parte do Programa de Eficiência Energética da Copel, que direciona recursos para iniciativas voltadas à redução do consumo e ao uso mais racional da energia elétrica.
A seleção das escolas considerou critérios como indicadores socioeconômicos e educacionais, incluindo o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) dos municípios e o Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica).
Também foram levados em conta fatores como o nível de consumo de energia das unidades e a relação entre população local e número de estudantes atendidos.
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