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Minuzzi mira mercado de skid solar e projeta expansão de 35% no segmento

Diretor industrial da empresa destaca os planos de crescimento para 2024 e as tendências para o uso de transformadores

Autor: 26 de janeiro de 2024Mercado
2 minutos de leitura
Minuzzi mira mercado de skid solar e projeta expansão de 35% no segmento

Empresa possui mais de 40 anos de experiência no mercado de transformadores elétricos. Imagem: Minuzzi/Reprodução

No segmento de skid solar, fizemos um estudo e pretendemos crescer na faixa de 30 a 35% no fornecimento de transformadores auxiliares para os fabricantes de skids. Nossa ideia é tentar atender metade desse mercado até o final de 2024. É o que afirmou José Roberto Minuzi Junior, diretor industrial da Minuzzi.

Em entrevista exclusiva ao Canal Solar, ele afirmou que a empresa está buscando novos mercados, prospectando clientes e reforçando o time comercial, com o objetivo de atender mais regiões pelo Brasil. “O intuito é obter um crescimento de 25% da companhia como um todo em 2024”.

“Inclusive, temos alguns planos de expansão. Dependendo de como o setor reagir, a ideia é montar um centro de distribuição, além de desenvolver novos componentes, novos materiais para melhorar o rendimento do transformador”, ressaltou.

O que é skid solar?

O skid solar é uma infraestrutura completa transportável, sendo completamente testada em fábrica, que visa concentrar em apenas um local diversos dispositivos como transformador, inversores, painéis elétricos de proteção e controle, sistemas de comunicação e estrutura do abrigo destes dispositivos.

Mercado de transformadores

Outro ponto abordado pelo executivo durante a entrevista foi a questão dos transformadores de menor potência, que eram prevalentes nos últimos anos em instalações elétricas convencionais. “Esse mercado não existe mais praticamente, é bem esporádico. Os inversores já estão vindo com 220 V”.

“Para se ter uma ideia, em 2019 o que mais vendíamos eram os transformadores de 35, 55 kVA; em 2020 eram os de 55 e 85 kVA; em 2021 os de 85 kVA; 2022 – permaneceram os de 85 kVA; e 2023 – acima de 125 kVA. No segundo semestre tivemos uma mudança para potências maiores de 250 kVA”, exemplificou.

De acordo com José Roberto, para 2024 há, justamente, essa tendência de aumento da potência. “Atualmente, as demandas para a adequação de tensão estão focadas em grandes usinas. Para as pequenas é um pouco mais caro, mas ainda sim é mais vantajoso ter um inversor de 220 V do que ter um inversor de 380 V e um transformador”, finalizou.


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Mateus Badra

Mateus Badra

Jornalista graduado pela PUC-Campinas. Atuou como produtor, repórter e apresentador na TV Bandeirantes e no Metro Jornal. Acompanha o setor elétrico brasileiro desde 2020. Atualmente, é Analista de Comunicação Sênior do Canal Solar e possui experiência na cobertura de eventos internacionais.

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