A Neoenergia informou nesta semana que está investindo cerca de R$ 868 milhões na construção de 12 novas subestações de energia e na ampliação de outras 33 unidades.
Três novas subestações de energia e seis obras de ampliação já foram entregues e as demais serão concluídas até dezembro em 57 municípios dos estados de Pernambuco, Bahia, Rio Grande do Norte, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal, beneficiando mais de 1,7 milhão de clientes.
Concebidos com padrões de construção e de tecnologia mais robustos, os projetos são integrados ao centro de operação da distribuidora. As novas subestações e as unidades têm como objetivo reforçar a resiliência das redes diante de eventos climáticos intensos.
“As novas entregas e as ampliações de subestações reforçam a potência e a confiabilidade do sistema, essenciais para enfrentar os eventos climáticos extremos, acompanhar o crescimento das cidades onde estamos presentes e impulsionar setores estratégicos da economia de cada região”, afirma Eduardo Capelastegui, CEO da Neoenergia.
Investimentos por estado
A Bahia é o estado que receberá o maior número de subestações e ampliações, com seis novas unidades e 23 expansões realizadas pela Neoenergia Coelba, com destaque para o litoral e o Oeste baiano, que receberão reforço de infraestrutura para atender ao turismo e ao agronegócio.
A área da Neoenergia Pernambuco receberá duas novas subestações, assim como a da Neoenergia Elektro, que atende cidades de São Paulo e Mato Grosso do Sul. A Neoenergia Brasília e a Neoenergia Cosern vão contar com uma nova subestação, cada uma, em suas áreas de concessão.
R$ 50 bilhões até 2030
Em seu novo ciclo de investimentos, anunciado em maio deste ano, a Neoenergia destacou que investirá R$ 50 bilhões até 2030 em suas cinco distribuidoras. Ao todo, 115 novas subestações serão entregues no período e outras 162 serão ampliadas.
Serão destinados R$ 25 bilhões para a Neoenergia Coelba; R$ 9,7 bilhões para a Neoenergia Pernambuco; R$ 8,2 bilhões para a Neoenergia Elektro; R$ 4,1 bilhões para a Neoenergia Cosern e R$ 3,1 bilhões para a Neoenergia Brasília.
Do total previsto, 46% serão destinados à ampliação da infraestrutura elétrica, 40% à modernização, digitalização e melhoria das redes, e 14% ao combate às perdas e à infraestrutura de suporte à operação, incluindo sistemas, frotas e tecnologia da informação.
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