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Início / Artigos / Artigo de Opinião / Como gerenciar clientes com GD e baterias num mercado em abertura total?

Como gerenciar clientes com GD e baterias num mercado em abertura total?

Complexidade do perfil de carga do novo consumidor varejista não é um detalhe operacional
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  • Foto de Marcelo Figueiredo Marcelo Figueiredo
  • 6 de maio de 2026, às 10:33
4 min 30 seg de leitura
Como gerenciar clientes com GD e baterias num mercado em abertura total?
Foto: Canal Solar

Com a MP 1.300/2025, a partir de agosto de 2026 todos os consumidores do Grupo A terão acesso ao Ambiente de ACL (Contratação Livre) — independentemente do nível de tensão. Em dezembro de 2027, chegará a vez do Grupo B. Dezenas de milhões de unidades consumidoras entrarão num mercado que, até recentemente, era território exclusivo de grandes indústrias.

Para as comercializadoras varejistas, esse movimento é ao mesmo tempo uma oportunidade histórica e um teste de maturidade tecnológica. O modelo que funcionou para consumidores homogêneos e sem ativos de geração própria será radicalmente insuficiente para o novo consumidor que chega ao mercado livre carregando painéis fotovoltaicos, baterias e créditos de energia acumulados no SCEE.

O problema que ninguém está discutindo o suficiente

O debate público está focado na velocidade da abertura — e com razão. A Abradee alerta que o cronograma de agosto de 2026 é inviável para absorver 6,5 milhões de novos consumidores; a Abraceel defende o prazo original. Mas há uma dimensão técnica igualmente crítica sendo subestimada: a natureza do perfil de carga desse novo consumidor.

O varejista do passado comprava energia em bloco e administrava exposição ao PLD. O novo cliente pode ter:

• GD fotovoltaica injetando e retirando energia em horários imprevisíveis;
• Créditos no SCEE com validade de 60 meses que precisam ser ativamente gerenciados;
• Uma bateria que transforma completamente o consumo líquido da unidade ao longo do dia.

Esse conjunto cria um perfil não-linear que torna o cálculo de exposição à CCEE substancialmente mais complexo. A própria Agenda Regulatória da ANEEL 2026-2027 reconhece o desafio, ao priorizar o aprimoramento das regras de gestão de excedentes de GD e normativas para armazenamento — mecanismos que o ONS aponta como essenciais para mitigar o curtailment sistêmico.

Créditos de GD e baterias: problema ou oportunidade?

Em abril de 2026, a ANEEL abriu a CP011/2026 para definir o tratamento dos créditos vencidos de MMGD. A Lei 14.300/2022 estabelece validade de 60 meses — após esse prazo, o valor deve ser revertido à modicidade tarifária. Para o varejista, créditos que vencem são valor perdido. Créditos bem gerenciados são instrumentos de hedge contra o PLD.

Já a bateria do cliente é um ativo de flexibilidade, não apenas um item no balanço energético. Com o Fio B chegando a 60% em 2026 e reduzindo o valor do crédito de injeção ano a ano, o consumidor tem incentivo crescente para armazenar e autoconsumir.

O varejista que operar essa bateria com inteligência pode deslocar consumo da ponta, realizar arbitragem de preço e participar de programas de resposta à demanda — abrindo uma camada de receita que vai muito além da simples revenda de energia.

A MP 1.300/2025 já sinaliza esse caminho ao prever que o perfil de carga dos usuários influenciará o rateio dos custos de reserva de capacidade e flexibilidade. Quem moldar esse perfil terá vantagem competitiva estrutural.

VPP como ferramenta de segmentação comercial

Nem todos os clientes com GD e baterias são iguais. Uma plataforma de VPP permite ao varejista segmentar o portfólio de forma estratégica. Quatro arquétipos se destacam:

1.O Autossuficiente Passivo: GD e consumo equilibrados, baixa injeção. Base estável, pouco valor de flexibilidade.
2. O Gerador Líquido: sistema superdimensionado, alta injeção, créditos acumulados. O perfil mais desafiador — e o que mais precisa de plataforma inteligente.
3. O Prosumer com Bateria: GD + storage + consumo controlado. Maior potencial de participação em mercados de flexibilidade e melhor margem operacional para o varejista.
4. O Consumidor em Transição: ainda sem GD, mas candidato natural à oferta empacotada de energia + solar + storage como serviço.

A plataforma que não distingue esses perfis tratará todos com a mesma régua — e perderá margem nos mais complexos e oportunidade nos mais simples.

O que o Reino Unido já nos ensina

O mercado britânico oferece referências diretas. A aprovação da modificação BSC P483 pela Ofgem, em agosto de 2025, removeu barreiras para que agregadores acessem cerca de 345.000 residências e pequenos negócios anteriormente excluídos dos mercados de flexibilidade. Resultado: quase dois milhões de medidores já haviam migrado até fevereiro de 2026.

Os Clubes de Energia locais são outro modelo inspirador. Em projetos piloto, prosumers venderam excedente solar para vizinhos próximos, com 40% de participação em eventos de energia comunitária. O varejista brasileiro que organizar clusters de clientes com GD e baterias por região — coordenando injeção e consumo em tempo real — estará replicando essa lógica num mercado ainda sem concorrentes estabelecidos nessa posição.

Da revenda à orquestração

A abertura total do mercado livre não é apenas uma expansão quantitativa. É uma transformação qualitativa do próprio papel do varejista. Gerir clientes com GD e baterias num ambiente de ACL é, em essência, operar uma VPP descentralizada.

O varejista que tratar essa complexidade como custo operacional vai perder. O que a tratar como diferencial estratégico vai construir um modelo que poucos conseguirão replicar.

2026 é o ano em que o mercado se abre para todos. Mas é também o ano em que o varejista terá que escolher: continuar sendo um repassador de energia, ou tornar-se um gestor de ativos distribuídos. As duas opções são possíveis. Apenas uma é sustentável.

As opiniões e informações expressas são de exclusiva responsabilidade do autor e não obrigatoriamente representam a posição oficial do Canal Solar.

ACL (Ambiente Livre de Contratação) baterias GD (geração distribuída) PLD
Foto de Marcelo Figueiredo
Marcelo Figueiredo
Como CEO da Iquira / Fractal Networks, atuo na fronteira da inovação para viabilizar a transição energética e a digitalização de redes no Brasil e no Reino Unido. Meu foco é transformar o sistema elétrico tradicional em um ecossistema inteligente, utilizando plataformas agnósticas, Virtual Power Plants (VPP) e soluções de flexibilidade que colocam o consumidor no centro do mercado.
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