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Início / Artigos / Artigo de Opinião / Setor energético brasileiro: desafios para esta década

Setor energético brasileiro: desafios para esta década

O Brasil tem um potência enorme já explorado, mas temos alguns desafios para sermos mais competitivos
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  • Foto de Zilda Costa Zilda Costa
  • 27 de janeiro de 2025, às 12:33
6 min 36 seg de leitura
Setor energético brasileiro desafios para esta década
Listo os principais desafios para o setor energético brasileiro e o desenvolvimento econômico da região. Foto: Freepik

Importante analisarmos no início de cada ano as nossas metas e os nossos desafios para o ano novo. Fiz esta reflexão sobre o setor elétrico e energético brasileiro sob uma ótica mundial.

Gostaria de compartilhar o meu ponto de vista sobre os desafios para 2025 e os desafios desta década. Esta reflexão começou enquanto eu me preparava para a Audiência Pública que foi realizada em Brasília, no dia 12/12/2024 na Câmara dos Deputados.

Nesta data, eu tinha a missão de representar a ABGD (Associação Brasileira de Geração Distribuída) levando contribuições à Comissão de Minas e Energia sobre a Matriz Energética 2050.

Com prazo muito exíguo para falar na audiência e reflexões complexas, impossível ter me feito entender, portanto, busco explicitar as reflexões feitas e complementá-las com alguns pontos de vista. Hoje trago dois destes itens.

Desenvolvimento Sustentável da Amazônia

A Amazônia não é, e nem nunca foi, uma terra despovoada. Amo a forma e o cuidado com que os povos originários se autodefinem e nós, os que chegamos depois, precisamos preservar a definição deste termo.

Os grupos que chegaram para se somar aos povos originários construíram a Amazônia Legal que conhecemos hoje, ou seja, ribeirinhos, seringueiros, extrativistas, quilombolas, gente de toda parte, brasileiros que enfrentam desafios ambientais, socioeconômicos e de infraestrutura em taxas maiores que as demais regiões do Brasil, principalmente em relação a energia, saneamento e água potável para o consumo.

Pelo Censo Demográfico de 2022 esta região compreende 5 milhões de quilômetros quadrados com 27,8 milhões de habitantes. Gosto muito de um trabalho que é feito há 4 anos pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), intitulado Diálogos Amazônicos.

Este trabalho tem o apoio das indústrias da Zona Franca de Manaus através do CIEAM (Centro das Indústrias do Amazonas) e traz luz aos desafios de empreender na Amazônia, morar na Amazônia, cuidar da Amazônia, realizar projetos na Amazônia e ter a responsabilidade de mostrar ao mundo seu potencial (o termo Amazônia foi repetido diversas vezes, mas é proposital, direito autoral desta autora para chamar atenção do leitor).

Elenco aqui os desafios que considero de maior impacto para o desenvolvimento do setor energético brasileiro e desenvolvimento econômico da região:

  1. Nosso primeiro desafio como nação, é levar energia para os cerca de 1 milhão de pessoas sem energia, focando em energias renováveis com armazenamento por baterias para que possam ter autonomia e desenvolvimento econômico nas comunidades. Além disso, apoiar na transição energética gradual de cerca de 3 milhões de brasileiros que recebem energia por fontes termelétricas;
  2. Um desafio ainda maior, é apoiar para que novos leilões de energia já possam ser ofertados com a premissa do uso de energias renováveis com armazenamento de energia por baterias (necessárias devido a intermitência das renováveis), substituindo assim o uso de combustíveis fósseis para a geração de energia elétrica na Amazônia;
  3. Precisamos elencar outros desafios, tão importantes quanto, sem escala de valor, que são o reflorestamento de áreas abandonadas, a cibersegurança para as fronteiras e apoio de infraestrutura e logística para os rios navegáveis, a indústria e agricultura de baixo carbono.

Peço a todos, que considerem que esta é uma lista apenas focada na emergência climática e desenvolvimento econômico (energia, infraestrutura logística, cibersegurança inclusive contra o desmatamento e recuperação de áreas em ruína).

Gostaria de encerrar este primeiro desafio considerando que é um desafio da nação brasileira e exige vontade e tecnologia. Trago uma definição de Olga Tokarckuz, prêmio Nobel de literatura em 2018.

Ela diz: “coisas importantes são aquelas que são únicas e sobre as quais paira uma terrível ameaça de destruição”. A Amazônia precisa que reconheçamos que o seu desenvolvimento sustentável é uma “coisa importante” pois ela é única.

Competição por recursos minerais

Os minerais estratégicos utilizados para que possamos alcançar a transição energética, se tornam cada vez mais importantes para cumprir este compromisso que os países fizeram principalmente na conversão dos motores a combustão por motores elétricos e na utilização de energias renováveis.

Os carros elétricos, além do lítio para as baterias, utilizam 6 vezes mais minerais do que os carros a combustão. O Brasil já tem tradição na extração de minérios através das grandes mineradoras que lideram a cadeia do minério de ferro como Vale, Angloamérica e Rio Tinto.

O que temos de diferente, nesta história de 83 anos de mineração, é que foi criada em 2017 a ANM (Agência Nacional de Mineração), que trouxe agilidade aos processos de licenciamento, operação e segurança jurídica para a entrada de empresas estrangeiras na parte de extração de minérios no Brasil.

O setor de mineração brasileiro recebeu, principalmente a partir de 2018 (após criação da ANM), as famosas júnior minings, vindas do Canadá e Austrália, países com tradição mineradora forte.

Estes países estão apostando na extração de minerais estratégicos, que são os que atendem à transição energética como, por exemplo, o lítio, níquel, silício e minerais chamados terras raras.

As fontes renováveis utilizam diversos minérios como por exemplo, as baterias com lítio, cobalto, níquel, manganês, ferro, fosfato, terras raras e os módulos fotovoltaicos, com o silício e alumínio, por exemplo.

O lítio é um mineral estratégico e está no centro da transição energética. Ele tem várias aplicações industriais e tem sido chamado de petróleo do século 21, onde 74% é destinado a produtos eletroeletrônicos portáteis (principalmente celulares).

As maiores reservas estão na América Latina, especialmente Chile (líder), seguido pela Argentina e Brasil (Vale do Jequitinhonha – Norte de Minas Gerais e Borborema – Nordeste).

O Brasil tem um potencial enorme já explorado, porém temos pelo menos 3 desafios prementes:

  1. Precisamos investir na transformação dos minerais em células de uso industrial (hoje feito na China) que são importados devido à falta de processo de beneficiamento nacional, assim como ocorre com o silício utilizado para as placas fotovoltaicas;
  2. Precisamos trabalhar nos obstáculos de infraestrutura, distribuição e escoamento da produção dos minerais da transição energética. Infraestrutura para montagem de novas minas e apoiar na distribuição e escoamento dos minérios, com operação logística de baixo custo que incentivará a competitividade dos produtos brasileiros;
  3. Importante ressaltar a relevância em desenvolver esforços conjuntos e trabalhar num terceiro desafio que seria a criação de programas de reciclagem das baterias de lítio (seja de veículos, de eletrônicos ou de armazenamento de energia).

Num primeiro momento, compartilho estes 2 imensos desafios, mas acredito firmemente que o Brasil tem total condição de sair vencedor destas grandes batalhas.

Como mencionei há a necessidade de esforços conjuntos para um trabalho entre as indústrias, as academias, institutos tecnológicos, sociedade (populações regionais e locais), governos e associações do setor. Nosso trabalho é buscar políticas, ações estratégicas inovadoras e proposições em prol do desenvolvimento do setor energético brasileiro.

Falaremos em breve de mais um desafio para esta década: modernização do setor elétrico brasileiro e os desafios do acesso das fontes renováveis às linhas de transmissão e distribuição, com a inserção do armazenamento de energia por baterias, transformando-as em redes inteligentes.

Feliz 2025 a todos. Juntos construindo um país melhor.

As opiniões e informações expressas são de exclusiva responsabilidade do autor e não obrigatoriamente representam a posição oficial do Canal Solar.

Amazônia curso de armazenamento setor energético
Foto de Zilda Costa
Zilda Costa
Diretora de Alianças Estratégicas e Parcerias Comerciais da UCB Power Com 30 anos de experiência em implantação de múltiplos projetos, processos e políticas corporativas. Promoção da transição energética através da sustentabilidade, do uso de energias renováveis e da gestão socioambiental. Implantação de Política de Mobilidade e Eficiência Energética, Implantação de Cultura de Transformação, de Preservação, de mudança de padrões de consumo e recuperação verde.
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Uma resposta

  1. Ricardo Gabriel Beloto Bonassi disse:
    27 de janeiro de 2025 às 16:45

    Excelente !!
    Obrigado por compartilhar conosco este artigo.

    Responder

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