Em funcionamento desde fevereiro de 2022, a usina solar do TJDFT (Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios), localizada no Fórum Leal Fagundes, em Brasília (DF), já apresenta resultados expressivos.
De acordo com o órgão, a geração própria de energia já proporciona uma economia anual entre R$ 800 mil e R$ 900 mil, além de contribuir para a redução da dependência da rede elétrica convencional e para o avanço das metas de sustentabilidade da instituição.
Com capacidade instalada de 165 kWp, o sistema tem desempenho que varia conforme fatores climáticos, como temperatura, massa de ar e níveis de irradiação solar.
Segundo o TJDFT, o projeto foi estruturado para garantir o retorno do investimento em pouco mais de quatro anos e meio de operação. Considerando a vida útil estimada de cerca de 20 anos, a expectativa é que os benefícios econômicos e ambientais continuem sendo observados ao longo das próximas décadas.
De acordo com o Tribunal, a instalação do sistema fotovoltaico também reduziu a dependência da energia fornecida pela distribuidora e passou a integrar um conjunto de iniciativas voltadas à sustentabilidade institucional.
A medida faz parte da estratégia do órgão para ampliar a eficiência energética de suas unidades e otimizar a aplicação dos recursos públicos, ao mesmo tempo em que incentiva o uso de fontes renováveis.
“Além de contribuir para a redução do consumo de energia elétrica proveniente da rede convencional, a iniciativa diminui os impactos ambientais associados às atividades institucionais e fortalece a cultura de sustentabilidade no âmbito do Poder Judiciário”, relatou o tribunal.
O projeto também apresenta ganhos ambientais. A estimativa é que a usina evite a emissão de entre 50,4 e 71,3 toneladas de dióxido de carbono (CO₂) por ano, contribuindo para a redução da pegada de carbono associada às operações da instituição.
O TJDFT destaca ainda que a adoção da energia solar está alinhada às metas de sustentabilidade do órgão e acompanha uma tendência observada em instituições públicas de diferentes esferas, que têm investido em geração própria de energia para reduzir despesas operacionais, aumentar a previsibilidade dos custos com eletricidade e ampliar o uso de fontes limpas na administração pública.
Todo o conteúdo do Canal Solar é resguardado pela lei de direitos autorais, e fica expressamente proibida a reprodução parcial ou total deste site em qualquer meio. Caso tenha interesse em colaborar ou reutilizar parte do nosso material, solicitamos que entre em contato através do e-mail: redacao@canalsolar.com.br.