• qui, 11 junho, 2026
Facebook X-twitter Instagram Youtube Linkedin Spotify
  • GC Solar: 22,33 GW
  • GD Solar: 48,33 GW
  • Anuncie aqui
  • Sobre nós
  • Expediente
logo site canal solar
  • Notícias
    • Mercado & Investimentos
    • Mercado Internacional
    • Política & Regulação
    • Projetos & Aplicações
    • Renováveis
    • Sustentabilidade & ESG
    • Tecnologia & Inovação
    • Veículos Elétricos
  • Artigos
    • Artigo de Opinião
    • Artigo do Fabricante
    • Artigo Técnico
  • Latam
  • Baterias
  • Blog
  • Empresas de energia solar
    • Integradores
  • Revista
    • Revista Canal Solar
    • Revista Conecta
  • Consultoria
  • Cursos
  • Notícias
    • Mercado & Investimentos
    • Mercado Internacional
    • Política & Regulação
    • Projetos & Aplicações
    • Renováveis
    • Sustentabilidade & ESG
    • Tecnologia & Inovação
    • Veículos Elétricos
  • Artigos
    • Artigo de Opinião
    • Artigo do Fabricante
    • Artigo Técnico
  • Latam
  • Baterias
  • Blog
  • Empresas de energia solar
    • Integradores
  • Revista
    • Revista Canal Solar
    • Revista Conecta
  • Consultoria
  • Cursos
  • Notícias
    • Mercado & Investimentos
    • Mercado Internacional
    • Política & Regulação
    • Projetos & Aplicações
    • Renováveis
    • Sustentabilidade & ESG
    • Tecnologia & Inovação
    • Veículos elétricos
  • Artigos
    • Opinião
    • Técnicos
    • Artigos do Fabricante
  • Latam
  • Blog
  • Empresas de energia solar
  • Integradores
  • Revista
    • Revista Conecta
  • Quem Somos
  • Anuncie Aqui
  • CS Consultoria
  • Cursos
  • Mercado Internacional
  • Notícias
    • Mercado & Investimentos
    • Mercado Internacional
    • Política & Regulação
    • Projetos & Aplicações
    • Renováveis
    • Sustentabilidade & ESG
    • Tecnologia & Inovação
    • Veículos elétricos
  • Artigos
    • Opinião
    • Técnicos
    • Artigos do Fabricante
  • Latam
  • Blog
  • Empresas de energia solar
  • Integradores
  • Revista
    • Revista Conecta
  • Quem Somos
  • Anuncie Aqui
  • CS Consultoria
  • Cursos
  • Mercado Internacional
logo site canal solar
Início / Artigos / Artigo do Fabricante / BESS no LRCAP brasileiro: vantagens frente às termelétricas na expansão da capacidade do sistema elétrico

BESS no LRCAP brasileiro: vantagens frente às termelétricas na expansão da capacidade do sistema elétrico

Sem emissões locais durante a operação, baterias despontam como alternativa mais limpa às térmicas convencionais
Acompanhe pelo Whatsapp
  • Foto de Daniel Mesquita Daniel Mesquita
  • 10 de junho de 2026, às 10:50
7 min 36 seg de leitura
Canal Solar - BESS no LRCAP brasileiro: vantagens frente às termelétricas na expansão da capacidade do sistema elétrico
Foto: LONGi/Divulgação

A discussão sobre segurança energética e expansão da capacidade elétrica no Brasil ganhou novos contornos com o LRCAP 2/2026 (Leilão de Reserva de Capacidade na forma de potência), realizado em 18 de março, em que foram negociados volumes de potência provenientes principalmente de usinas hidrelétricas e termelétricas na expectativa de  garantir a continuidade do fornecimento de energia elétrica ao SIN (Sistema Interligado Nacional) com atendimento, a qualquer momento, à necessidade de potência e energia, com confiabilidade e segurança, mesmo em períodos críticos.

Nesse cenário, os sistemas BESS (Battery Energy Storage Systems) surgem como uma alternativa cada vez mais competitiva às usinas termelétricas tradicionais, especialmente em aplicações que exigem flexibilidade operativa, resposta rápida e integração de fontes renováveis.

Historicamente, as termelétricas foram a principal solução para garantir potência adicional ao sistema elétrico interligado em momentos de pico de demanda ou contingências operativas.

Entretanto, a evolução tecnológica dos sistemas de armazenamento em baterias vem alterando esse paradigma, oferecendo ganhos relevantes em eficiência, sustentabilidade e velocidade de implantação, ao mesmo tempo em que reduz a dependência de ativos intensivos em carbono.

Resposta rápida e confiabilidade operacional

Uma das principais vantagens do BESS está na velocidade de resposta. Sistemas de armazenamento conseguem entrar em operação em milissegundos, fornecendo potência de forma praticamente instantânea ao sistema elétrico.

Um exemplo é o caso de Henan, na China, uma província com alta densidade populacional e forte presença industrial, caracterizada por elevada variabilidade de carga, onde um sistema de armazenamento de 33,5 MWh da LONGi Energy Storage atua como uma solução integrada entre geração, rede e carga com resposta em milissegundos para suavizar flutuações de carga.

Já as termelétricas, dependendo da tecnologia utilizada, podem demandar vários minutos, ou até horas, para atingir plena carga operacional, especialmente em plantas de ciclo combinado.

No contexto do LRCAP, essa característica é especialmente relevante, pois o operador do sistema busca recursos capazes de responder rapidamente a oscilações de frequência, falhas na rede e picos instantâneos de demanda. Nesse aspecto, o BESS oferece maior previsibilidade e confiabilidade operativa, especialmente em eventos de curta duração e alta criticidade.

Sustentabilidade e descarbonização

Outro ponto importante é a questão ambiental. Sistemas BESS não possuem emissão local de CO₂ durante a operação de descarga,  enquanto termelétricas movidas a gás natural, diesel ou carvão continuam contribuindo significativamente para as emissões do setor elétrico.

Adicionalmente, quando carregadas com energia renovável, as baterias permitem capturar excedentes de geração solar e eólica que, de outra forma, seriam perdidos, aumentando a eficiência sistêmica e reduzindo desperdícios energéticos.

À medida que investidores, consumidores e reguladores aumentam a pressão por metas ESG e de descarbonização, soluções de armazenamento ganham relevância estratégica.

Além disso, a expansão de fontes intermitentes, como solar e eólica, exige tecnologias capazes de equilibrar a variabilidade da geração sem aumentar as emissões, evitando, inclusive, o lock-in de ativos fósseis no longo prazo.

Ou seja, a necessidade de manter, por décadas, infraestruturas intensivas em carbono em operação devido aos investimentos já realizados.Um exemplo disso é a usina fotovoltaica de 30 MW combinada com 50,16 MWh de armazenamento da LONGi Energy Storage em Montalto di Castro, na Itália, uma região com forte presença de geração solar e alta exposição a variações sazonais de irradiância, o que exige maior capacidade de gerenciamento da intermitência.

Com o projeto prevê-se uma exportação superior a 332,4 GWh ao longo de 18 anos, evitando a emissão de mais de 74.000 toneladas de CO₂ anualmente e atendendo o equivalente ao consumo de aproximadamente 123.000 residências italianas.

Canal Solar - BESS no LRCAP brasileiro: vantagens frente às termelétricas na expansão da capacidade do sistema elétrico
Foto: LONGi/Divulgação

Nesse contexto, o armazenamento em baterias se consolida como elemento fundamental da transição energética, alinhando-se às diretrizes brasileiras de expansão sustentável do setor elétrico, à crescente inserção de fontes renováveis na matriz e aos objetivos de redução de emissões e aumento da flexibilidade operativa do sistema.

Eficiência operacional superior

Os sistemas BESS também apresentam elevada eficiência energética. A solução Utility da LONGi Energy Storage, por exemplo, apresenta disponibilidade operacional média de 99% e RTE (Round Trip Efficiency) de aproximadamente 93%, indicador que representa a relação entre a energia de saída e a energia de entrada ao longo de um ciclo completo de carga e descarga

Canal Solar - BESS no LRCAP brasileiro: vantagens frente às termelétricas na expansão da capacidade do sistema elétrico
Foto: LONGi/Divulgação

Em comparação, usinas termelétricas apresentam eficiência significativamente inferior no processo de conversão energética, geralmente entre 35% e 60%, considerando perdas térmicas e consumo de combustível.

Além disso, o BESS reduz desperdícios energéticos e permite maior aproveitamento da geração renovável, especialmente em períodos de baixa demanda e alta produção.

Velocidade de implantação e modularidade

Outro diferencial importante está no prazo de implementação. Projetos BESS podem ser implantados em aproximadamente 12 a 24 meses, dependendo da escala do projeto e dos processos de licenciamento, enquanto projetos termelétricos frequentemente exigem entre 3 e 6 anos, considerando licenciamento ambiental, obras civis, infraestrutura de combustível e conexão elétrica.

Essa rapidez permite maior capacidade de resposta do sistema elétrico ao crescimento da demanda e a necessidades emergenciais de capacidade, além de permitir expansões graduais por meio da alta modularidade dos sistemas, acompanhado a evolução da carga ou as necessidades operacionais, como é o caso dos serviços ancilares.

Flexibilidade locacional e redução de congestionamentos

Os sistemas de armazenamento podem ser instalados próximos aos centros de carga, em subestações ou em regiões com restrições de transmissão.

Um exemplo é o projeto em Edinburg, no Texas (estado americano caracterizado por forte crescimento da geração renovável, especialmente eólica e solar, e por eventos frequentes de estresse na rede elétrica) com a implementação de 25MWh da solução LONGi Energy Storage, voltada ao aumento da estabilidade e da confiabilidade da rede elétrica, prestando serviços auxiliares como regulação de frequência e suporte de tensão.

Essa flexibilidade reduz a necessidade de grandes obras de infraestrutura elétrica e contribui para aliviar congestionamentos na rede.

Foto: LONGi/Divulgação

As termelétricas, por outro lado, normalmente dependem do fornecimento contínuo de combustível, disponibilidade hídrica para sistemas de resfriamentoe processos ambientais mais complexos, o que limita sua flexibilidade de localização do projeto.

No contexto brasileiro, essa característica é particularmente relevante em regiões com crescimento acelerado da demanda ou com elevada penetração de geração renovável.

Menor custo operacional

Embora o investimento inicial de um projeto BESS ainda seja relativamente elevado, os custos operacionais tendem a ser significativamente menores quando comparados às termelétricas.

Os sistemas de armazenamento não dependem de combustível fóssil e possuem menor complexidade mecânica, o que reduz despesas com operação e manutenção ao longo do tempo.

Já as termelétricas permanecem expostas à volatilidade dos preços de gás natural, diesel e à logística de suprimento, fatores que podem impactar significativamente os custos operacionais.

Multifuncionalidade dos sistemas BESS

Outro aspecto relevante é a capacidade de prestar múltiplos serviços simultaneamente ao sistema elétrico. Além da entrega de potência, os sistemas BESS podem atuar em:

  • Controle de frequência;
  • Regulação e estabilização de tensão;
  • Black start (capacidade de reenergizar o sistema após blecautes);
  • Arbitragem energética para otimizar benefícios econômicos;
  • Suporte à integração de usinas solares e eólicas:
  • Estabilização da rede.

Essa multifuncionalidade aumenta o valor econômico do ativo e amplia suas possibilidades de receita, especialmente em mercados em evolução como o brasileiro.

O papel do BESS no futuro do setor elétrico

No contexto atual do setor elétrico brasileiro, há um enorme potencial do BESS na substituição de térmicas de ponta, no atendimento de rampas rápidas de carga, no suporte à expansão renovável e no adiamento de investimentos em transmissão.

Com a contínua redução dos custos das baterias e o amadurecimento dos mercados de capacidade, a tendência é que o armazenamento assuma um papel cada vez mais relevante na matriz elétrica brasileira, que há tempos carece de soluções que poderiam ser supridas pelo uso desta tecnologia.

O que falta é um planejamento adequado que explore todo o potencial de serviços que as baterias podem fornecer ao sistema.

O futuro do setor elétrico tende a ser marcado pela complementaridade entre tecnologias: baterias fornecendo flexibilidade e resposta rápida, enquanto termelétricas – a combustíveis de pegada de carbono cada vez menor – permanecem relevantes para suprimento prolongado e segurança energética estrutural.

As opiniões e informações expressas são de exclusiva responsabilidade do autor e não obrigatoriamente representam a posição oficial do Canal Solar.

BESS (Battery Energy Storage System) Longi Solar LRCAP 2026 práticas de ESG
Foto de Daniel Mesquita
Daniel Mesquita
Daniel Mesquita Mestrando em Engenharia Elétrica pela UNICAMP. Graduado em Engenharia Elétrica na Universidade Federal do Pará (UFPA). Membro do Institute of Electrical and Electronics Engineers (IEEE) e da IEEE Power Electronics Society (IEEE-PELS). Engenheiro do Laboratório de certificação de módulos fotovoltaicos – LESF/UNICAMP
AnteriorAnterior

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Os comentários devem ser respeitosos e contribuir para um debate saudável. Comentários ofensivos poderão ser removidos. As opiniões aqui expressas são de responsabilidade dos autores e não refletem, necessariamente, a posição do Canal Solar.

Notícias do Canal Solar no seu E-mail

Relacionados

Principais erros na montagem de estruturas para solo

Principais erros na montagem de estruturas para solo

Estruturas para usinas fotovoltaicas – Quais os impactos na geração

Estruturas para usinas fotovoltaicas: quais os impactos na geração?

Mais Notícias

Ver Mais
Canal Solar - Liminar, homologação e reviravolta Justiça do DF mantém leilão de térmicas e dá aval à ANEEL

Liminar, homologação e reviravolta: Justiça do DF mantém LRCAP e valida ação da ANEEL

Canal Solar - ANEEL ignora liminar da Justiça do Ceará e homologa leilões de térmicas do LRCAP

ANEEL ignora liminar da Justiça e homologa leilões de térmicas do LRCAP

Canal Solar - Justiça do Ceará concede liminar e suspende homologação de leilões de térmicas

Justiça do Ceará concede liminar e suspende homologação de leilões de térmicas

É um canal de notícias e informações sobre o setor de energia solar fotovoltaica. O conteúdo do canal é protegido pela lei de direitos autorais. É proibida a reprodução parcial ou total deste site em qualquer meio.

Facebook X-twitter Instagram Youtube Linkedin Spotify

Mapa do Site

Categorias

  • Notícias
  • Artigos
  • Entrevistas
  • Guia do Consumidor
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Projetos
  • Revista
  • Veículos Elétricos

Canais

  • Sobre Nós
  • Contato
  • Privacidade
  • Política de Qualidade
  • Trabalhe Conosco
  • Expediente
  • Anuncie aqui

Associação e certificações

Copyright © 2026 Canal Solar, todos os direitos reservados. CNPJ: 29.768.006/0001-95 Endereço: Edificio José Maurício – Av. Mackenzie, 1835 – Andar 3, – Vila Brandina, Campinas – SP, 13092-523
Receba as últimas notícias

Assine nosso boletim informativo semanal

Preencha os dados acima e receba seu exemplar gratuito da revista canal solar