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Início / Notícias / Sustentabilidade & ESG / EPE amplia mapeamento de áreas para captura de carbono no Brasil

EPE amplia mapeamento de áreas para captura de carbono no Brasil

Estudo reforça potencial do país para desenvolver projetos de CCUS e aponta oportunidades para setores industriais e de bioenergia
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  • Foto de Antonio Carlos Sil Antonio Carlos Sil
  • 21 de maio de 2026, às 10:09
3 min 32 seg de leitura
EPE amplia mapeamento de áreas para captura de carbono no Brasil
Foto: Magnific

A EPE (Empresa de Pesquisa Energética) ampliou o mapeamento nacional de áreas com potencial para captura, transporte, utilização e armazenamento de carbono – em um movimento que reforça o papel da tecnologia nas estratégias brasileiras de transição energética e descarbonização industrial.

A nova edição do caderno técnico divulgado pela estatal vinculada ao MME (Ministério de Minas e Energia) atualiza análises anteriores e incorpora novos critérios metodológicos para identificar regiões com maior aptidão para desenvolvimento de projetos ligados ao armazenamento geológico de CO₂.

Segundo a EPE, o objetivo é oferecer subsídios técnicos para o planejamento energético nacional e para a formulação de políticas públicas voltadas à economia de baixo carbono. O estudo também busca apoiar o ordenamento territorial das futuras atividades relacionadas ao CO₂ no país.

A publicação destaca que tecnologias de captura e armazenamento de carbono vêm ganhando relevância internacionalmente, sobretudo em setores considerados de difícil descarbonização, como siderurgia, cimento, refino, fertilizantes e indústria pesada.

Logística e geologia

Um dos principais pontos do estudo é a identificação de áreas onde fatores geológicos e condições logísticas se alinham de forma mais favorável à implantação de projetos de CCUS.

Segundo as conclusões da EPE, a concentração histórica da infraestrutura logística brasileira nas regiões litorâneas do Sudeste e Nordeste favorece o desenvolvimento de hubs de captura e transporte de carbono em larga escala, especialmente por meio de dutos e instalações portuárias.

O estudo aponta que a combinação entre polos emissores industriais, infraestrutura existente e áreas com potencial geológico adequado aumenta a probabilidade de viabilização econômica dos projetos.

Ao mesmo tempo, a estatal alerta que a expansão dessa infraestrutura para o interior do país exigirá investimentos robustos, além da consolidação de um arcabouço regulatório mais claro e instrumentos capazes de reduzir riscos financeiros para os empreendedores.

Conforme o documento, os desafios observados no Brasil são semelhantes aos enfrentados internacionalmente, onde o transporte e o armazenamento geológico costumam representar os principais gargalos da cadeia de CCUS devido ao elevado CAPEX e à complexidade regulatória.

Bioenergia é diferencial brasileiro

Entre as conclusões mais relevantes do estudo, a EPE destaca o potencial estratégico do setor de bioenergia para desenvolvimento das chamadas emissões negativas.

O documento aponta que o Brasil reúne condições particularmente favoráveis para expansão de projetos de BECCS — tecnologia que combina bioenergia com captura e armazenamento de carbono.

Na avaliação da estatal, a disponibilidade de biomassa sustentável, a maturidade tecnológica do setor sucroenergético e a integração histórica da bioenergia com políticas climáticas colocam o país em posição privilegiada para desenvolver essa rota tecnológica.

O estudo também observa que as emissões dos chamados setores “hard-to-abate” – de difícil descarbonização – permanecem altamente concentradas no Sudeste brasileiro, enquanto Nordeste e Sul aparecem como polos secundários de emissão industrial. Esse desenho territorial fortalece a lógica de criação de hubs regionais próximos aos grandes clusters industriais.

Próxima etapa

A EPE afirma que os avanços metodológicos implementados aumentaram o poder de discriminação do mapa nacional de CCUS, ampliando sua utilidade para orientar decisões de investimento e planejamento.

O estudo conclui que o Brasil possui condições favoráveis para o avanço das rotas de captura e armazenamento de carbono aplicadas tanto ao setor energético quanto industrial, além de sinergias com outras estratégias de descarbonização.

Apesar disso, o documento ressalta que a consolidação desse mercado dependerá da aceleração coordenada de políticas públicas, mecanismos de mitigação de riscos e estímulos a projetos pioneiros.

Como próxima etapa, a estatal pretende avançar para avaliações quantitativas mais detalhadas sobre capacidade de armazenamento e potencial de captura, aprofundando o conhecimento técnico sobre o tema e fortalecendo a inserção brasileira no mercado global de soluções climáticas.

EPE amplia mapeamento de áreas para captura de carbono no Brasil
Fonte: EPE

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captura de carbono EPE (Empresa de Pesquisa Energética) MME (Ministério de Minas e Energia)
Foto de Antonio Carlos Sil
Antonio Carlos Sil
Antonio Carlos Sil é jornalista formado pela FMU/FIAM. Atuou como repórter pela Brasil Energia, além de serviços prestados para Agência Estado, Exame e Canal Energia. Trabalhou em assessorias de comunicação da CPFL Energia, CESP e AES Tietê. Cobre setor elétrico desde 2000. Possui experiência na cobertura de eventos, como leilões de energia, convenções, palestras, feiras, congressos e seminários.
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