Empresas do mundo todo acumularam US$ 3 bilhões em prejuízos provocados por eventos climáticos extremos em 2025, revela um novo estudo divulgado pelo CDP (Carbon Disclosure Project) – organização internacional especializada no monitoramento de impactos ambientais no meio corporativo.
De acordo com o relatório, os impactos afetaram diretamente áreas cruciais das companhias, como infraestrutura e cadeia logística. Só em paralisações operacionais, as perdas somaram US$ 266 milhões no último ano.
Os setores mais impactados foram os de agricultura, saúde, saneamento, gestão de resíduos e logística de transporte. Para os próximos anos, as empresas projetam prejuízos ainda maiores, que podem chegar a US$ 898 bilhões.
O estudo chama atenção para o fato de que o principal impacto financeiro previsto não está necessariamente ligado à destruição física de ativos, mas à perda de receita causada pela redução da capacidade operacional. Sozinha, essa categoria representa US$ 326 bilhões em perdas projetadas.
Diante do cenário classificado pelo CDP como uma ameaça à economia global, o estudo reforça que a transição energética passa a assumir um papel cada vez mais estratégico na resiliência operacional das empresas.
Nesse contexto, entende-se que soluções ligadas à descentralização energética, como geração distribuída, armazenamento de energia, microgrids e modernização da rede elétrica, passam a ganhar espaço não apenas como ferramentas de descarbonização, mas também como mecanismos de segurança operacional de governos e empresas.
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