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Início / Artigos / Artigo Técnico / Importância da pós-galvanização a fogo

Importância da pós-galvanização a fogo

Espessuras superiores de zinco garantem maior resistência à corrosão em ambientes classificados como C3 e C4
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  • Foto de Raphael Soeiro Raphael Soeiro
  • 22 de julho de 2025, às 08:40
2 min 43 seg de leitura
Canal Solar - Importância da pós-galvanização a fogo
Processo de galvanização a fogo. Foto: Metal Light Solar/Divulgação

A corrosão é um dos maiores ofensores das estruturas metálicas atingindo mais de 20% das usinas, gerando altos custos de manutenção e desgastes estruturais. A corrosão ocorre quando o ferro presente no aço interage com o oxigênio da atmosfera, gerando óxido ferroso (ferrugem). Muitas usinas solares são acometidas desse problema, fazendo com que reduza drasticamente o seu tempo de vida útil.

A galvanização a fogo é um processo de aplicação de revestimento de zinco no aço ou ferro fundido, com objetivo de aumentar o tempo de vida útil, evitando a degradação do aço por conta da corrosão. Este processo pode ser dividido em dois tipos, o pré e pós-galvanizado.

Na Galvanização contínua, conhecida como “pré-galvanizado”, é realizada nas chapas de aço produzidas pelas siderúrgicas. A conformação e corte das chapas são feitos após a chapa/bobina serem galvanizadas, o que gera espessuras de zinco de até 50 µm (micrometros), sendo 25 µm por face (veja figura 1). Assim, quando comparadas com a galvanização por imersão a quente, por batelada, que obtém espessuras de zinco em até 84 µm, a vida útil do pré-galvanizado é menor. A Figura 1 ilustra as etapas do processo. 

Figura 1 – Processo de Galvanização contínuo

Por exemplo, uma chapa no aço pré galvanizado ZAR300 Z275 possui 275g/m² e a densidade do Zinco é de 7,14g/cm³, com isso, a espessura máxima de proteção é 38,5 µm com uma espessura média de 25 µm. 

No pós-galvanizado o banho de zinco é o último processo da cadeia, realizado após 6 etapas de limpeza química da peça, permitindo se obter maiores espessuras de zinco (veja figura 2). Quanto maior for a espessura, maior a vida útil da peça. Hoje as estruturas do Grupo Metal Light possuem uma camada média de 70 µm, conseguindo suportar com segurança os 30 anos de garantia contra corrosão.

Figura 2. Processo de Galvanização por batelada

O nível de corrosividade de uma região é classificado em níveis, sendo o nível C1 o menor e o nível C5 o maior. A maior parte do território brasileiro está em uma região classificada em C2 e como fator de segurança o Grupo Metal Light considera como ambiente C3. Para o ambiente C3 o grau de degradação do Zinco é de 0,7 µm à 2,1 µm por ano. 

Considerando o máximo de degradação do ambiente C3, o tempo de vida útil do ZAR300 Z275 é de 11 anos, sem contar os locais onde a galvanização foi danificada no momento da conformação que pode reduzir ainda mais este tempo. O tempo de vida útil das peças do Grupo Metal Light que utilizam o aço pós-galvanizado, no mesmo ambiente, é de até 33 anos, 3 vezes mais.

Case

Em uma usina equipada com equipamentos do Grupo Metal Light instalada há 2 anos, localizada em uma cidade no Rio Grande do Norte, encontramos uma média de 75,7 µm de proteção após 2 anos de exposição ao ambiente, o que nos indica que o tempo de vida útil desta usina será acima dos 38 anos com segurança.

As opiniões e informações expressas são de exclusiva responsabilidade do autor e não obrigatoriamente representam a posição oficial do Canal Solar.

Fogo galvanização
Foto de Raphael Soeiro
Raphael Soeiro
Engenheiro mecânico, com pós-graduação em Gestão de Projetos, atua desde 2019 no desenvolvimento de projetos e produtos com foco no setor solar. Ao todo, possui participação em mais de 7 GWp de usinas fotovoltaicas.
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