A Aggreko, empresa britânico de geração temporária e modular de energia, concluiu a aquisição de 6 usinas termelétricas da BBF (Brasil Bio Fuels) no Amazonas e passou a deter 100% do CGA (Consórcio Geração Amazonas).
Anunciada nesta semana, a operação acrescenta 11,4 MW ao portfólio da companhia, que agora reúne 149,1 MW de capacidade instalada em 32 usinas nos sistemas isolados do estado.
Cada unidade atende a uma localidade sem conexão com o SIN (Sistema Interligado Nacional), que depende de geração local para o fornecimento de eletricidade. O valor da transação não foi informado.
As plantas adquiridas estão em Belém do Solimões, no município de Tabatinga; Estirão do Equador e Palmeiras do Javari, em Atalaia do Norte; Feijoal, em Benjamin Constant; além de Envira e Ipixuna.
Segundo a Aggreko, a aquisição abre espaço para ampliar o uso de tecnologias já empregadas pela empresa no Amazonas, como monitoramento e atuação remotos.
A companhia também avalia oportunidades de hibridização, com a combinação de geração térmica, fontes renováveis e sistemas de armazenamento de energia em baterias.
O objetivo, de acordo com a empresa, é aumentar a eficiência operacional e reduzir o consumo de combustível quando as condições locais permitirem.
“A consolidação desses ativos reforça o compromisso da Aggreko com a confiabilidade do fornecimento de energia em regiões estratégicas do Brasil. Ao reunir 32 usinas, ampliamos nossa capacidade de aplicar tecnologia, conhecimento operacional e novas soluções energéticas na Amazônia”, afirma Marco Contin, diretor-geral da Aggreko no Brasil.
Todo o conteúdo do Canal Solar é resguardado pela lei de direitos autorais, e fica expressamente proibida a reprodução parcial ou total deste site em qualquer meio. Caso tenha interesse em colaborar ou reutilizar parte do nosso material, solicitamos que entre em contato através do e-mail: redacao@canalsolar.com.br.
Comentários
Os comentários são moderados antes da publicaçãoOs comentários devem ser respeitosos e contribuir para um debate saudável. Comentários ofensivos poderão ser removidos. As opiniões aqui expressas são de responsabilidade dos autores e não refletem, necessariamente, a posição do Canal Solar.