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Início / Notícias / Política & Regulação / Relatório da MP 1.304 é divulgado pelo senador Eduardo Braga

Relatório da MP 1.304 é divulgado pelo senador Eduardo Braga

Representantes do mercado solar afirmaram que o documento apresenta avanços, mas também traz riscos de retrocesso
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  • Foto de Henrique Hein Henrique Hein
  • 28 de outubro de 2025, às 18:32
5 min 17 seg de leitura
Canal Solar - Senador Braga disponibiliza relatório da MP 1.304; setor solar avalia documento
Senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator da MP 1.304/2025. Foto: Moreira Mariz/Agência Senado

Com a colaboração de Ericka Araújo

Nesta terça-feira (28), o senador Eduardo Braga (MDB-AM) apresentou ao Congresso Nacional o relatório final da MP (Medida Provisória) 1.304/2025, que propõe alterações em diversas leis relacionadas ao setor elétrico, ao mercado de gás natural e à GD (geração distribuída) no Brasil.

O texto foi lido pelo relator durante reunião da Comissão Mista responsável pela análise da MP e reacendeu o debate sobre como equilibrar a modernização do setor elétrico com a manutenção dos incentivos às fontes renováveis.

Vale ressaltar que o texto apresentado pelo senador é preliminar e ainda será discutido em Plenário antes de ser apreciado pelos parlamentares. 

Em entrevista ao Canal Solar, representantes do mercado de energia solar afirmaram que o documento apresenta avanços pontuais, mas também traz riscos de retrocesso, especialmente no que diz respeito à GD. 

De acordo com análise preliminar de Bárbara Rubim, CEO da Bright Strategies, o relatório apresentado pelo senador Eduardo Braga traz pontos que podem gerar insegurança jurídica, ao mesmo tempo em que inclui aspectos positivos para o setor.

Entre os trechos que mais chamaram a atenção da executiva estão:

  • Nova cobrança: projetos protocolados a partir da publicação da MP convertida em lei deverão pagar R$ 20,00 a cada 100 kWh compensados, até 31 de dezembro de 2028 — uma taxa adicional que antecede o encontro de contas;
  • Curtailment: o texto permite que a ANEEL estabeleça mecanismos de compartilhamento de riscos de cortes de geração entre diferentes agentes, o que, na prática, pode incluir a GD nesse rateio;
  • Teto para a CDE: cria-se um limite de orçamento a partir de 2025, com cobrança escalonada em 2027 (50%) e 2028 (100%) sobre o que exceder esse teto.

Por outro lado, Bárbara avaliou como positivos a isenção de impostos para baterias, estimulando o avanço dos sistemas de armazenamento de energia (BESS); e o rateio mais equilibrado da CDE (Conta de Desenvolvimento Energético).

O MSL (Movimento Solar Livre), por sua vez, classificou o texto apresentado pelo relator como “um duro golpe à microgeração distribuída”.

Segundo a entidade, o parecer propõe uma dupla cobrança sobre os novos entrantes no SCEE (Sistema de Compensação de Energia Elétrica), já que a nova taxa de R$ 20,00 a cada 100 kWh compensados não revoga o pagamento escalonado do Fio B, previsto no Art. 27 da Lei 14.300/2022.

Apesar das críticas, o dirigente reconhece avanços pontuais no parecer, especialmente nos trechos voltados ao armazenamento de energia.

“O incentivo estratégico para baterias é um ponto positivo. O artigo 22 do relatório concede isenção total de impostos federais — IPI, PIS/Pasep e Cofins —, inclusive na importação, para sistemas de armazenamento de energia em bateria (BESS) e seus componentes”, destacou Martins.

O executivo também ressaltou que o texto autoriza o Poder Executivo a reduzir a alíquota do Imposto de Importação a zero para esses equipamentos, com teto de incentivo fiscal limitado a R$ 1 bilhão em 2026.

Respondemos todas as suas dúvidas! Veja tudo sobre energia solar.

Para Carlos Evangelista, presidente da ABGD (Associação Brasileira de Geração Distribuída), o relatório apresentado pelo senador Eduardo Braga “traz avanços importantes e, até aqui, merece reconhecimento pela sensatez técnica e pelo respeito ao marco legal vigente”.

“Em relação à DSO, ao curtailment e à tarifa multipartes é fundamental destacar que o que foi escrito não afeta a geração distribuída. Os contratos existentes foram integralmente preservados e todos os direitos previstos na Lei nº 14.300/2022 foram respeitados. Essa coerência jurídica e regulatória reforça a segurança necessária aos investimentos já realizados e à continuidade da expansão do setor”, avaliou.

Ele ainda apontou que a possibilidade de incorporação de sistemas de baterias (armazenamento de energia) foi bem recebida.

“Essa inclusão representa um passo importante rumo à modernização e à maior eficiência do sistema elétrico, permitindo ao consumidor maior autonomia, flexibilidade e contribuição à estabilidade da rede — pontos há muito defendidos pela ABGD”, acrescentou.

No entanto, o relatório suscita duas preocupações legítimas da ABGD:

  • O novo encargo de complemento de recursos, proposto para situações em que houver ultrapassagem do limite da CDE, pode gerar imprevisibilidade tarifária e transferir ao consumidor um ônus que não é de sua responsabilidade direta;
  • Não foi positiva a criação do encargo de R$ 200 por megawatt-hora incidente sobre GD2 e GD3. Isso merece análise detalhada para evitar distorções ou riscos de extensão indevida à GD sob a Lei 14.300/22.

“Em suma, o relatório preserva conquistas fundamentais e avança em pontos técnicos relevantes, como a integração das baterias. Ainda assim, a ABGD seguirá atenta e atuante, dialogando com o Congresso e demais entidades para garantir que nenhum novo encargo recaia sobre o cidadão que produz sua própria energia, fortalecendo o princípio de justiça, previsibilidade e liberdade energética que norteia a geração distribuída no Brasil”, completou Evangelista.

Já Heber Galarce — presidente do INEL (Instituto Nacional de Energia Limpa), expressou preocupação em relação ao texto apresentado pelo relator Braga.

“Em nome do INEL, manifesto profunda preocupação com o relatório da MP 1304/2025 pelo risco de afetar quem investiu do próprio bolso para gerar energia limpa em casa — o pequeno gerador, o dono de telhado —, ao comprometer a segurança jurídica desses investimentos, reduzir incentivos à microgeração distribuída e penalizar a autonomia energética. Estamos em diálogo com o governo para entender onde o processo “perdeu a linha” e garantir um modelo justo, inclusivo e sustentável para todos”, avaliou.

Pedido de vistas

Mesmo reconhecendo pontos positivos, o MSL afirmou que vai pedir vistas ao relatório, com apoio de parlamentares como o deputado Lafayette de Andrada (Republicanos-MG), para realizar uma análise técnica detalhada e propor destaques que garantam a proteção dos consumidores.

“O Movimento Solar Livre, liderando a coalizão solar, vai analisar com calma o parecer e apresentar propostas em conjunto com os parlamentares comprometidos com o direito do consumidor”, concluiu Martins, em entrevista ao Canal Solar.

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BESS (Battery Energy Storage System) GD (geração distribuída) Movimento Solar Livre MP da reforma do setor elétrico Política
Foto de Henrique Hein
Henrique Hein
Atuou no Correio Popular e na Rádio Trianon. Possui experiência em produção de podcast, programas de rádio, entrevistas e elaboração de reportagens. Acompanha o setor solar desde 2020.
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Uma resposta

  1. Hilton Ferrreira Magalhães disse:
    1 de novembro de 2025 às 10:18

    Prezados senhores,
    Veiculado no jornal Nacional no 31/10 quando mostra que mais de 1milhao de pessoas não têm acesso a qualquer tipo de energia. Aquelas que a possuem é através de poluidores, barulhentos e caros geradores a diesel sob o ponto de visto de custo do CAPEX e OPEX, como declararam alguns cidadãos dos povos originários. Na mesma reportagem, apresenta a geração solar como um ótima solução que permite melhorar a forma de produção artesanal, conservação de alimentos, acesso às mídias tradicionais e a Internet, similar ao famoso e extraordináriono projeto Luz Para Todos. Estes exemplos são, muitas das vezes, não focalizados, com a devida ênfase, em outros meios de comunicação. Abrindo um parêntesis; finalmente uma medida sensata contida na MP – 1304/25 que foi a retirada pela comissão mista do Congresso Nacional que aplicava um pagamento de R$20,00 a cada 100KWh evitado de consumo em virtude da geração própria da GD e extensiva à armazenagem de energia elétrica que tornaria, em muito casos, provavelmente um investimento inviável.Engenheiro e professor.

    Responder

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