A Sofar, fabricante de soluções em energia solar e armazenamento, apresentou um case de aplicação de inversor híbrido split-phase no Brasil a partir de uma instalação residencial realizada em Campos do Jordão (SP). A iniciativa integra uma websérie desenvolvida em parceria com a Solfácil e acompanha o desempenho do sistema em um cenário real de uso.
O projeto foi implementado na residência da especialista do setor elétrico Bárbara Rubim e utiliza um inversor híbrido split-phase da linha PowerEasy da Sofar Solar, solução que combina geração fotovoltaica e armazenamento em baterias. O objetivo é educar os instaladores da importância de um sistema híbrido para o cenário atual do Brasil. Desde como instalar e dimensionar esse sistema, homologar com a distribuidora e ter independência energética.
Segundo a empresa, no caso da Bárbara, ficar sem energia traz diversos prejuízos para a casa, como a perda de alimentos devido à falta de refrigeração, interrupção no abastecimento de água, comprometimento da segurança e da comunicação, além do desconforto térmico e da falta de iluminação. Também pode impactar o trabalho e os estudos, causar danos a aparelhos eletrônicos quando a energia retorna, gerar estresse pela quebra da rotina e pela sensação de insegurança.
Para comércios locais, a falta prolongada de energia pode gerar prejuízos como interrupção total das atividades, perda de mercadorias perecíveis, paralisação de equipamentos e sistemas de pagamento, além de queda no faturamento. No meio rural, afeta diretamente a produção, com impactos em sistemas de irrigação, ordenha, armazenamento e conservação de alimentos, podendo comprometer toda a cadeia produtiva.
Segundo a especialista, o processo de instalação ocorreu dentro do esperado. “Minha experiência em relação à instalação foi excelente. Correu sem nenhum problema”, afirmou. Ela também destacou a atuação da empresa responsável pela integração: “trabalhei com uma empresa de integração muito boa, que fez um serviço extremamente profissional e extremamente organizado também”.
De acordo com o relato, o principal desafio técnico esteve relacionado à configuração do sistema e não ao equipamento em si. “O maior desafio que a gente teve não foi com o inversor, foi com a questão da segregação das cargas”, explicou.
Após mais de dois meses de operação, o sistema não apresentou falhas. “Não tive nenhum problema até o momento, nenhum episódio que tenha acontecido com o equipamento”, disse. A percepção de confiabilidade também foi ressaltada: “me surpreendeu muito a robustez do equipamento”.
A instalação foi realizada em uma região com histórico de quedas frequentes de energia, fator que motivou a adoção do sistema com armazenamento. “Os índices de falta de energia, não só em quantidade, mas em duração, são muito superiores aos permitidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica”, relatou.
O projeto foi desenvolvido em um contexto de crescimento do mercado de soluções híbridas no Brasil, impulsionado por fatores como aumento das tarifas de energia e mudanças nas regras de compensação. Segundo Rubim, há tendência de expansão desse modelo: “A gente está vendo um crescimento muito grande do armazenamento no Brasil”.
Ela também destacou a aplicação estratégica dos inversores híbridos, mesmo sem o uso imediato de baterias. “Para os meus alunos eu recomendo que as instalações de hoje em diante, ainda que elas não levem desde o início uma bateria, já sejam feitas com inversores híbridos”, afirmou.
O inversor híbrido split-phase da Sofar usado no projeto, foi desenvolvido para operar em diferentes padrões de rede elétrica no Brasil e atender aplicações residenciais e comerciais. Entre as funcionalidades, estão a capacidade de integração com baterias, suporte a diferentes níveis de tensão e operação em cenários de backup energético.
Segundo a companhia, um dos principais diferenciais da linha é a flexibilidade para operar com os principais padrões de rede elétrica do país (127V/220V, 120V/240V e 220V/380V).
“Este foi, inclusive, um dos motivos da escolha do equipamento para a instalação realizada. Eu já tive um sistema híbrido instalado anteriormente, em outro imóvel, e, lá, a instalação foi feita com um inversor 220V – padrão, até então, mais comum no mercado. Tivemos que converter praticamente todas as cargas essenciais de 127V para 220V e esse processo gerou não só mais gastos, como também queima de alguns equipamentos. Para não passar por isso novamente, meu pré-requisito para essa instalação era um equipamento como o da Sofar”, conta Rubim.
O produto conta com 100% de overload, que podem ser utilizados quando há carga de baterias e atendimento de cargas CA ao mesmo tempo e ainda uma corrente de 20A por entrada e compatibilidade com qualquer módulo do mercado, incluindo painéis 700Wp+.
A fabricante afirma que o público-alvo da linha PowerEasy inclui tanto consumidores residenciais que buscam maior confiabilidade e economia, como C&I que desejam integrar sistemas solares para reduzir suas despesas com energia.
A Sofar informou que seu produto já está disponível no país por meio de distribuidores parceiros e destacou que vem investindo na capacitação técnica de integradores, acompanhando a evolução do mercado de GD e armazenamento. A empresa reforça seu compromisso em oferecer soluções completas, alinhadas às novas demandas por autonomia energética e segurança no fornecimento.
A websérie completa está disponível no youtube.
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