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Início / Notícias / Mercado & Investimentos / Potência inferior: fiscalização do INMETRO encontra irregularidades em painéis fotovoltaicos vendidos no Brasil

Potência inferior: fiscalização do INMETRO encontra irregularidades em painéis fotovoltaicos vendidos no Brasil

Operação abrangeu quatro estados, com o objetivo de avaliar a qualidade dos produtos disponíveis no mercado brasileiro
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  • Foto de Henrique Hein Henrique Hein
  • 28 de novembro de 2024, às 10:52
2 min 3 seg de leitura
Potência inferior Fiscalização do Inmetro encontra irregularidades em painéis fotovoltaicos vendidos no Brasil
Agente de fiscalização do Inmetro atuando durante operação. Foto: Inmetro/Divulgação

Durante uma ação de fiscalização inédita, o INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) submeteu amostras de painéis fotovoltaicos de diferentes marcas a ensaios laboratoriais e identificou irregularidades em ao menos um produto.  

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Até o momento, o modelo reprovado foi o TSun 560 W, coletado no Mato Grosso, que apresentou potência significativamente inferior à declarada pelo fabricante do produto na etiqueta.

Além deste caso, outras duas marcas também estão sendo analisadas em laboratórios credenciados pelo INMETRO. O órgão ainda não revelou quais são elas.

A operação abrangeu os estados de Mato Grosso, Minas Gerais, Espírito Santo e Goiás, com o objetivo de avaliar a qualidade e a conformidade dos produtos disponíveis no mercado.

Segundo publicado na página do Governo Federal, a fiscalização foi motivada pela crescente demanda por equipamentos fotovoltaicos e por denúncias registradas na ouvidoria do INMETRO.

Segundo o presidente do INMETRO, engenheiro Márcio André Brito, a iniciativa busca garantir que os produtos comercializados no país atendam aos padrões técnicos e regulamentares, reforçando a confiança na adoção da energia solar.

“Desde 2023, o INMETROvem mapeando o comércio dessas placas no país, o que resultou numa fiscalização dirigida para evidenciar se essas placas comercializadas no Brasil apresentam as potências definidas pelo fabricante e importador”, informou o presidente.

O que diz a Tsun Power?

Em nota, a Tsun Power pontuou que “não foi informada previamente sobre a notificação do INMETRO, o que causou estranheza à empresa. Ressaltamos que sempre atuamos com total compromisso em atender ao mercado, oferecendo suporte completo no pós-venda e assegurando a qualidade de nossos módulos fotovoltaicos. Reforçamos nosso empenho em garantir produtos confiáveis e de alto desempenho, alinhados às expectativas e necessidades de nossos clientes”, frisou a fabricante.

A empresa pontou ainda que “investiu mais de 50 milhões em máquinas de última geração último ano para produzir a melhor qualidade possível, além de ser investidora em parques solares. Além disso possui no Brasil atendimento e pós venda para seus clientes”.

Canal de Denúncias

Consumidores que identificarem irregularidades em painéis fotovoltaicos podem denunciar os casos à Ouvidoria do INMETROpelo telefone 0800 285 1818 (exclusivo para telefones fixos), de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h30, ou pelo site oficial do órgão, disponível neste link.

Todo o conteúdo do Canal Solar é resguardado pela lei de direitos autorais, e fica expressamente proibida a reprodução parcial ou total deste site em qualquer meio. Caso tenha interesse em colaborar ou reutilizar parte do nosso material, solicitamos que entre em contato através do e-mail: redacao@canalsolar.com.br.

fake power INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia módulos fotovoltaicos Qualidade e Tecnologia
Foto de Henrique Hein
Henrique Hein
Atuou no Correio Popular e na Rádio Trianon. Possui experiência em produção de podcast, programas de rádio, entrevistas e elaboração de reportagens. Acompanha o setor solar desde 2020.
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Respostas de 3

  1. Carlos Alberto Gomes dos Santos disse:
    29 de novembro de 2024 às 12:36

    Antigo: lâmpadas incandescentes em 100W em 110v mas descoberto a curta vida .
    ICMS colocado no PIS e Confins. RJ com 22+2 ICMS+ fundo pobreza kkkk.
    Brasil tem sucesso com malfeitos mais isenção fiscal e punição zero são mortais.
    inversão de fluxo, SiSols (R$1 BI/mês), OSs na saúde, justiça na tornozeleiras.
    têm várias pedras no caminho do progresso!

    Responder
  2. Hilton Ferrreira Magalhães disse:
    29 de novembro de 2024 às 09:23

    O mercado de geração solar, embora venha apresentando um crescimento bastante auspicioso, ainda está em fase de consolidação e a fiscalização do Inmetro como órgão acreditador precisa ser rigorosa. Vejam que mais de 40% das indústrrias brasileiras ainda não enxegaram óbvio ulante de que a geração fotovoltaica é uma alternativa muito bom para diminuir os seus custos de demanda e consumo de energia, sobretudo, a elétrica. Não é nenhuma novidade que haja má qualidade de alguns produtos. É público e notório que todos os setores das atividades humanas, lamentamos, estejam sujeitos a esse tipo de evento.

    Responder
  3. EMERSON SANTANA DE ALMEIDA disse:
    28 de novembro de 2024 às 19:12

    UÉ…os Módulos entram Brasil supervisionados,e selados pelo INMETRO,tudo é vistoriado,e não será cliente sem conhecimentos técnicos que lograram identificar comprometimento de qualidades,e em cima de produtos,já certificados por Eles,assim quem tá errado é o Inmetro,que “queimou o filme” na certificação do.modulo solar ou o que quer que seja, que só pode ser comercializado,montado e posto em funcionamento,Após o Inmetro,Analisar,Testar Tecnicamente,Atestar e Certificar,Inclusive Com Selo no Verso,no DataSheet.

    Responder

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