O sonho da casa própria é também o sonho da energia solar própria. Em meio à alta nas tarifas de energia e à busca por maior previsibilidade financeira, os brasileiros têm ampliado o olhar sobre dois pilares de autonomia: moradia e eletricidade.
Um levantamento recém-divulgado pelo Datafolha indica que 93% dos brasileiros que vivem de aluguel ou em imóveis cedidos desejam ter um imóvel próprio – tendência que se reflete também no crescente interesse por gerar a própria energia.
No entanto, quando o assunto é energia solar, esse sonho ainda esbarra em dois extremos. De um lado, o consumidor que deseja investir em um sistema próprio (geração junto à carga) esbarra no custo inicial de instalação, na burocracia das distribuidoras e na limitação física de seu telhado.
Do outro, a energia solar por assinatura surgiu como uma alternativa sem obras, mas que mantém o cliente como um “eterno inquilino”, oferecendo descontos que raramente ultrapassam os 20%.
Contudo, durante participação no Podcast Papo Solar, do Grupo Canal Solar, a SunProper apresentou um modelo de negócio diferente que promete “o melhor dos dois mundos”, ao permitir que o consumidor tenha participação na geração de energia sem precisar instalar painéis, atuando como “proprietário” de uma fração da usina fotovoltaica ao mesmo tempo que garante uma economia de 80% na conta de luz.
A lógica do investimento
O modelo é baseado na venda de cotas. Cada unidade custa, em média, R$ 3,5 mil e corresponde a uma geração estimada de 1 MWh por ano. Com isso, o investimento se torna mais acessível: em vez de desembolsar, por exemplo, R$ 20 mil em um sistema fotovoltaico completo, o consumidor pode adquirir apenas o volume necessário para atender sua demanda.
Além da economia na conta de luz, o modelo apresentado pela companhia também permite a negociação dessas cotas. O cliente pode, por exemplo, vender sua participação ou transferi-la para terceiros, o que adiciona uma dimensão patrimonial ao investimento.

Diferencial técnico
Outro ponto central da proposta está no uso de usinas enquadradas como GD1. Trata-se de projetos conectados antes das mudanças trazidas pela Lei nº 14.300, o Marco Legal da GD (geração distribuída).
Por operarem sob regras anteriores, essas usinas não estão sujeitas à cobrança escalonada do chamado “Fio B”, tarifa relacionada ao uso da rede de distribuição. Na prática, isso permite a compensação integral dos créditos de energia, o que amplia o potencial de economia.
Segundo a empresa, a redução na conta de luz pode chegar a cerca de 80%, dependendo do perfil de consumo. A contratação pode ser feita de forma totalmente online no site da empresa ou com o suporte de atendimento especializado.
Confira o episódio completo do Papo Solar e entenda como funciona o modelo na prática.
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