A Azul Linhas Aéreas ampliou sua operação no Mercado Livre de Energia com a migração de mais duas unidades consumidoras por meio de uma parceria com a Prime Energy.
Com isso, a companhia passa a contar com quatro unidades atendidas na modalidade, que permite a compra de energia diretamente de geradores e comercializadoras.
Além disso, outras 15 unidades da Azul passarão a ser atendidas ainda neste semestre pelo modelo de energia por assinatura, no qual os consumidores recebem créditos de energia produzida por usinas renováveis.
Segundo a companhia, a iniciativa busca aumentar a eficiência operacional, ampliar a previsibilidade dos custos e fortalecer sua estratégia de sustentabilidade da marca no mercado.
Parceria teve início em 2023
A parceria da Azul com a Prime Energy teve início em 2023, com a migração de duas unidades da companhia localizadas em Campinas (SP) para o Mercado Livre de Energia.
Agora, o projeto foi ampliado com a inclusão de duas novas unidades em Belo Horizonte (MG) no Mercado Livre de Energia e de outras 15 instalações atendidas por energia por assinatura nos estados da Bahia, Paraná, Minas Gerais, Piauí, Mato Grosso e São Paulo.
Segundo a Azul, a parceria já gerou uma economia de R$ 3 milhões nas duas primeiras unidades migradas ao ACL (Ambiente de Contratação Livre) ao longo dos últimos 36 meses
Economia estimada
Com a inclusão das novas operações, a expectativa é que a economia acumulada das unidades atendidas no Mercado Livre de Energia se aproxime dos R$ 5 milhões. Já nas 15 unidades contempladas pelo modelo de energia por assinatura, a projeção é de redução anual de custos entre R$ 95 mil e R$ 117 mil.
André Gonçalves da Cruz, vice-presidente técnico da Azul, afirma que, com operações presentes em diferentes regiões do país, a companhia busca soluções energéticas que aumentem a eficiência operacional, tragam mais previsibilidade à gestão de custos e atendam às necessidades específicas de cada unidade.
“Os resultados alcançados desde o início da parceria reforçam a importância de ampliar esse modelo. Além dos ganhos operacionais, iniciativas como essa contribuem para o fortalecimento de uma aviação cada vez mais sustentável e competitiva”.
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